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No coração, Argentina renasce na Copa do Mundo

Na mais emocionante partida da Copa do Mundo, a Argentina, com sangue (de Mascherano), suor e lágrimas, superou a Nigéria, por dois a um, com um gol aos 41 minutos do segundo tempo, e saiu do vexame para a glória.

A primeira etapa começou tensa, com os argentinos buscando o ataque com paciência e demonstrando extrema dedicação defensiva.

Os nigerianos, fechados e com o empate favorecendo, jogavam pelo contragolpe.

Messi chamava a responsabilidade, criava jogadas e, aos 14 minutos, brindou o planeta com mais um de seus golaços, quando recebeu lançamento na área, dominou com a coxa, sem deixar a bola cair ajeitou e bateu cruzado, sem chances de defesa para o goleiro adversário.

A vantagem deixou os argentinos mais tranquilos no gramado, mas ainda atentos na marcação, com Mascherano – um leão, destacando-se pela dedicação.

Outras duas oportunidades foram criadas pela Argentina antes do intervalo: aos 26, quando Messi deixou Higuain na frente do gol, mas o goleiro abafou bem, e, aos 33, em batida espetacular de falta do “gênio”, que, caprichosamente, atingiu a trave esquerda da Nigéria.

Na outra partida do grupo, Islândia e Croácia empataram o primeiro tempo em zero a zero.

Logo no início da etapa final, Mascherano cometeu penalidade boba dentro da área, convertida, dois minutos depois, por Moses.

Iniciou-se um drama, com os argentinos desesperados diante duma Nigéria consciente e muito perigosa.

O panorama da partida começou a mudar quando, aos 26 minutos, a fraude Di Maria – um morto no gramado, saiu para dar vaga a um limitado, porém raçudo Meza.

Aos 35 minutos, Aguero, que entrou bem no segundo tempo, fez grande jogada pela esquerda e cruzou para Higuain, como de costume, chutar por cima da meta.

Quatro minutos depois, Eteba bateu falta para a Nigéria e a bola raspou a trave esquerda.

Com os argentinos todos no ataque, aos 41 minutos, Rojo, de primeira, complementou cruzamento pela direita e marcou um golaço, o do milagre, que, dias atrás, parecia impossível.

A Argentina, empolgada, renovada e com o gênio Lionel Messi na regência, enfrentará a França nas oitavas de final, num jogo sem favoritos, enquanto a Croácia, que venceu a Islândia, por dois a um, receberá a Dinamarca, numa partida que promete ser bem equilibrada.

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