Ex-financeiro do Corinthians preferiu investir na Arena Palestra do que no estádio de Itaquera

Na final do paulistinha 2018, em que, supostamente, era proibida a presença de torcedores adversários, dezenas de corinthianos se fizeram presentes, quase todos ligados, de alguma maneira, à gestão do clube.

Três camarotes foram utilizados.

Dois deles cedidos pela diretoria do Palmeiras, conforme o Blog do Paulinho revelou em matéria que pode ser conferida no link a seguir:

https://blogdopaulinho.com.br/2018/04/10/palmeiras-cedeu-dois-camarotes-para-festa-de-cartolas-corinthianos-na-arena-palestra/

Outro do ex-diretor financeiro do Corinthians, Raul Corrêa da Silva, mas em nome da empresa BDO/RCS, de suas propriedade, em que compareceram, além do próprio, os conselheiros Max Anselmo de Carvalho e Ricardo Maritan.

Todos com direito a frequentar, também, o gramado palestrino.

Ingresso utilizado pelo conselheiro Max Anselmo de Carvalho, em nome da BDO, no camarote do Palmeiras

Pela facilidade, o ex-dirigente alvinegro, segundo fontes do Palmeiras, paga R$ 350 mil anuais, além da obrigação de adquirir os ingressos dos jogos e eventos frequentados.

É curiosa, porém, a informação, confirmada por diretor do Corinthians, de que Raul Corrêa não possui camarote no estádio de Itaquera, apenas uma cadeira com seu nome.

Talvez, empresarialmente, não tenha considerado tratar-se de um bom negócio, nem que fosse apenas para, como corinthiano que diz ser, ajudar o clube, apesar de, logo após a inauguração da Arena alvinegra, coincidentemente, ter fechado contrato de R$ 5 milhões, para a BDO/RCS, com a Odebrecht, responsável pela obra.

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