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Coluna do Fiori

fiori - dicunto

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.

http://www.navegareditora.com.brEmail:caminhodasideias@superig.com.br

apito limpo

“É mais fácil descer uma escada do que fazer algo pra ser honesto”

Erasmo Shallkytton – é o nome literário de Erasmo José Lopes Costa, nasceu em Caxias, Estado do Maranhão, advogado, pós-graduado em Direito Civil, músico, poeta

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Cadê os esclarecimentos?

Passados dois ou três anos das denuncias efetuadas por Regildênia de Holanda de assedio sexual, como também, das acoimas proporcionadas por seu vice-presidente Leonardo Schiavo Pedalini; até o presente, apesar de ter dito a mim que houvera tomado providências policiais jurídicas cabíveis, Arthur Alves Junior, presidente do SAFESP, não tomou a iniciativa de vir a publico para nos colocar ao par sobre o andamento das ações que disse ter movido contra seus detratores

Abafa

Diz o dito popular que: quem cala consente, sendo assim, percebo que, por continuarem silenciosos, as partes estão deixando o tempo passar, sabedores que maioria dos associados, jornalistas e acompanhantes das noticias, se esquecem dos fatos

Alerto

Se liguem! Comigo não tem essa

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9ª Rodada da Série A1 do Paulistão – 2018

Sábado 24/02

Corinthians 2 x 0 Palmeiras

Árbitro: Raphael Claus

Assistente 01: Danilo Ricardo Simon Manis

Assistente 02: Anderson Jose de Moraes Coelho

Quarto Árbitro: Jose Claudio Rocha Filho

Item Técnico

Deixou de sinalizar algumas faltas visíveis, acertou nas duas penalidades máximas favoráveis ao Corinthians, ressaltando que a primeira com atraso injustificável, a segunda, no ato; explico:

1ª – Bola lançada pra dentro da área defensiva do Palmeiras, lado esquerdo do goleiro Jailson;

– onde estavam os corintianos Balbuena e Rene Junior, Balbuena parou, Rene Junior seguiu,

– neste momento, Jailson sai de sua meta com a perna esquerda no solo, à direita, levantada à meia altura e solado direcionado para o oponente Rene Jr.

Não deu outra!

– Rene Jr foi atingido violentamente, em claríssima agressão a Regra 14 que define a penalidade máxima, no ato, reclamada por Balbuena, não marcada por Rafael Claus,

– que se encontrava a esquerda e pouco atrás do ocorrido, com domínio visual absoluto dos fatos,

– Rene Jr ficou no solo, jogo seguiu, Rafael Claus se aproximou e viu Rene Jr no solo; na sequência,

– ocorreram três ou quatro lances, bola saiu pela linha do fundo, Rafael Claus aponta tiro de meta,

– vê Rene Jr em pé, chega perto, volta atrás, marca pênalti e expulsa o goleiro Jailson,

– Jadson bate e bola pra fora

Em tempo

Conforme a lei do jogo, quando a partida é paralisada, não havendo reposição da bola, pode o árbitro voltar atrás; foi o que fez Rafael Claus

2ª – Acertou por ter marcado em cima do fato a penalidade máxima cometida por Dudu, defensor alviverde, no oponente Rodriguinho

Item Disciplinar

Foram advertidos com cartão amarelo os corintianos Fagner e Clayson, igualmente, os palmeirenses Dudu, Lucas Lima e Borja

Notando

Rafael Claus, na maior cara dura, deixou de advertir o corintiano Fagner com o segundo amarelo, seguido do vermelho, quando da falta em cima do oponente Lucas Lima

Resumindo

Trabalho fraquíssimo nos dois itens

Domingo 25/02

Santos 2 x 0 Santo André

Árbitro: Flavio Rodrigues de Souza

Assistente 01: Miguel Cataneo Ribeiro da Costa

Assistente 02: Gustavo Rodrigues de Oliveira

Quarto Árbitro: Jefferson Dutra Giroto

Item Técnico

Joguinho fraquinho e difícil de assistir

Item Disciplinar

Cinco cartões amarelos sendo 03 para santistas, dentre estes o mascarado e indisciplinadíssimo atacante santista Gabriel, por ter prosseguido na jogada após arbitro ter marcado irregularidade, sem medir as consequências, ostensivamente, o santista continuou com seus atos de desobediência

Ressalto

O árbitro Flavio Rodrigues de Souza, deveria e poderia ter advertido Gabriel com o segundo amarelo, seguido do vermelho; no entanto, optou por ficar no execrável politicamente correto

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Política

Jornalismo, um balanço

 

Perdemos a capacidade de sonhar e a coragem de investir em pautas criativas. É hora de mudar

Muitos leitores, aturdidos com a extensão do lodaçal que se vislumbra nos escândalos reiteradamente denunciados pela imprensa, cobram um balanço do desempenho técnico e ético do jornalismo. Todos são capazes de intuir que a informação tem sido a pedra de toque do processo de moralização dos nossos costumes políticos. Alguns consideram que a imprensa estaria extrapolando seu papel e assumindo funções reservadas à polícia e ao Poder Judiciário. Outros, ao contrário, preocupados com lamentáveis precedentes de impunidade, gostariam de ver repórteres transformados em juízes ou travestidos de policiais.

Um balanço sereno, no entanto, indica um saldo favorável ao empenho investigativo dos meios de comunicação. O despertar da consciência da urgente necessidade de uma revisão profunda da legislação brasileira, responsável maior pelo clima de estelionato e banditismo nos negócios públicos, representa um serviço inestimável prestado pelo jornalismo deste país. A imprensa não tem ficado no simples registro dos delitos. De fato, vai às raízes dos problemas. Daí as consistentes denúncias contra figurões da política, o desnudamento dos esquemas de corrupção, que, felizmente, já começa a se traduzir em algumas condenações importantes.

A Polícia Federal, o Ministério Público e o Poder Judiciário estão escrevendo um belo capítulo da nossa História. E os jornais cumpriram o seu papel. Rasgaram a embalagem marqueteira e mostraram o produto real. Lula, Dilma, Sérgio Cabral, Eduardo Cunha e numerosos outros políticos, despidos das lantejoulas dos publicitários da mentira, deixaram uma imagem lamentável. Sem os jornais não teríamos chegado ao divisor de águas.

O mensalão, que Lula pateticamente insistiu em dizer que não existiu, explodiu no novo e gigantesco assalto planejado pela máfia que tomou conta do País: o petrolão. Alguém imagina que o saldo extraordinário da Operação Lava Jato teria sido possível sem uma imprensa independente? Os envolvidos no maior escândalo de corrupção da nossa História podem fazer cínicas declarações de inocência, desmentidas por um conjunto sólido de provas. Mas a verdade grita na consciência da cidadania.

Sem jornais a democracia não funciona. O jornalismo não é antinada. Mas também não é neutro. É um espaço de contraponto. Seu compromisso não está vinculado aos ventos passageiros da política e dos partidarismos. Sua agenda é, ou deveria ser, determinada por valores perenes: liberdade, dignidade humana, respeito às minorias, promoção da livre-iniciativa, abertura ao contraditório. O jornalismo sustenta a democracia não com engajamentos espúrios, mas com a força informativa da reportagem e com o farol de uma opinião firme, mas equilibrada e magnânima. A reportagem é, sem dúvida, o coração da mídia.

As redes sociais e o jornalismo cidadão têm contribuído de forma singular para o processo comunicativo e propiciado novas formas de participação, de construção da esfera pública, de mobilização do cidadão. Suscitam debates, provocam polêmicas – algumas com forte radicalização– e exercem pressão. Mas as notícias que realmente importam, isto é, as que são capazes de alterar os rumos de um país, são fruto não de boatos ou de meias-verdades disseminadas de forma irresponsável ou ingênua, mas resultam de um trabalho investigativo feito dentro de rígidos padrões de qualidade, algo que está na essência dos bons jornais.

Grande é a nossa responsabilidade. A exposição da chaga, embora desagradável, é sempre um dever ético. Não se constrói um país num pântano. Impõe-se o empenho de drenagem moral. E só um jornalismo de buldogues, comprometido com a verdade, evitará que tudo acabe num esgar. Sabemos, todos, que há muito espaço vazio nas prisões de colarinho-branco. É preciso avançar, e muito, no trabalho investigativo. Os meios de comunicação existem para incomodar. Um jornalismo cor-de-rosa é socialmente irrelevante. A imprensa, sem prejuízo do permanente esforço de isenção, deve mostrar disposição para liderar. A mídia, festejada pela unanimidade nacional, necessita fazer um balanço honesto, precisa ter a coragem de promover a sua CPI interna. Alguns desvios éticos rondam as nossas coberturas: a frivolização da notícia, o vírus do engajamento e o descompromisso com a exatidão.

De um tempo para cá, setores da grande imprensa manifestam preocupante ambiguidade ética. O que é sensacionalismo barato numa publicação popular é informação de comportamento nas respeitáveis páginas de alguns veículos da chamada grande imprensa. O que interessa não é a informação. O que importa é chocar. Ao tentar disputar espaço com o mundo do entretenimento, setores da imprensa estão entrando num perigoso processo de autofagia. Esquecem que a frivolidade não é a melhor companheira para a viagem da qualidade. Pode atrair num primeiro momento, mas, depois, não duvidemos, termina sofrendo arranhões irreparáveis no seu prestígio.

Perdemos a capacidade de sonhar e a coragem de investir em pautas criativas. É hora de proceder às oportunas retificações de rumo. Há espaço, e muito, para o jornalismo de qualidade. Basta cuidar do conteúdo.

Na outra ponta do problema estão as frequentes recaídas no anacronismo do engajamento informativo. A batalha da isenção enfrenta a sabotagem da manipulação, da preguiça profissional e da incompetência arrogante. A apuração de faz de conta é uma das maiores agressões à imprensa de qualidade. Matérias previamente decididas em guetos engajados buscam a cumplicidade da imparcialidade aparente. A decisão de ouvir o outro lado não se apoia na busca da verdade, mas num artifício para transmitir um simulacro de imparcialidade.

O Brasil depende, e muito, da qualidade técnica e ética da sua imprensa. A opinião pública espera que a mídia continue cumprindo a sua missão.

Publicado no Estadão do dia 26/02/2018 – Autor: Carlos Alberto Di Franco – é um advogado, doutor em comunicação pela Universidade de Navarra

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Imprensa esportiva

Para adquirir credibilidade, se faz necessário que maioria dos jornalistas esportivos se desligue das amarrações com os dirigentes, do nada dizer sobre as amorais participações dos muitos componentes da justiça, promotoria publica e integrantes da policia na administração da CBF, federações/clubes, e passem a seguir o inserido na matéria acima

Reportando

Em meu tempo de militância na arbitragem de futebol, posso afiançar que poucos e independentes profissionais desta categoria dedicavam parte importante de seu tempo na elucidação das tretas e mutretas, muitas delas no setor de árbitros

FPF

Escândalos fortíssimos foram proporcionados no ano 1987 que favoreceram a candidatura única do “ilibado” Eduardo José Farah, cuja campanha foi fomentada com o dinheiro dos clubes, tendo Reinaldo Carneiro Bastos na condição de cabo eleitoral e outras figuras que como ele costumavam xavecar a orelha dos árbitros interessados em serem escalados, seja por necessidade ou vaidade

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Finalizando

“Todo trabalho é nobre, desde que é livre, honesto e inteligente”

José de Alencar – foi um romancista, dramaturgo, jornalista, advogado e político brasileiro

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Chega de Corruptos e Corruptores

Se liga São Paulo

Acorda Brasil

SP-03/03/2018

Confira abaixo o programa “COLUNA DO FIORI”, desta semana, que foi ao ar pela rádio Rock n’ Gol e pelo YouTube:

*A coluna é também publicada na pagina Facebook:  “No intervalo do Esporte”

*Não serão liberados comentários na Coluna do Fiori devido a ataques gratuitos e pessoais de gente que se sente incomodada com as verdades colocadas pelo colunista, e sequer possuem coragem de se identificar, embora saibamos bem a quais grupos representam.

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