Rio de Janeiro combate “organizadas”, enquanto São Paulo prefere a promiscuidade

O Rio de Janeiro acordou ainda mais lindo com a notícia da prisão de bandidos das facções criminosas “organizadas”, que travestem-se de torcedores com os mais ilícitos objetivos possíveis.

Por enquanto, o indiciamento será por cambismo e associação criminosa, mas as buscas, que ainda não cessaram, prometem revelar delitos bem mais graves.

Coniventes com a bandidagem, talvez até sócios destes, cartolas do principais clubes cariocas foram conduzidos, coercitivamente, a princípio, para prestar esclarecimentos.

Uma maravilha !

Pena que em São Paulo as coisas ocorrem, atualmente, de maneira bem diferente.

O MP-SP, em vez de mandar prender a bandidagem, funciona como árbitro de “acordos” que, historicamente, nunca foram cumpridos.

Os clubes, então, quando não medrosos, agem como casa de tolerância da marginalidade.

Nesta semana, em exemplo, a diretoria do São Paulo recebeu bandidos da facção criminosa “Independente”, entre os quais o malfeitor apelidado “baby”, para reunião de planejamento de 2018, como se estes dominassem princípios básicos de gestão, tanto administrativa quanto esportiva, e não fossem a escória que são.

Recentemente, o Corinthians também obrigou seus atletas a conversarem com criminosos semelhantes, sem contar a histórica parceria de seus dirigentes com os “torcedores” na prática da cambismo e outras facilitações.

No Palmeiras, a madame Leila Pereira, patrocinadora e conselheira alviverde, alimenta os marginais da “Mancha Verde”, por intermédio de sua extrema proximidade com Paulo Serdan, com dinheiro e mimos diversos.

E por ai vai, em todos os clubes, reféns de dirigentes covardes ou bandidos.

Quando o MP-SP e demais órgãos investigativos terão interesse em dar um basta nessa gente ?

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