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Marin delata Del Nero no Tribunal de Nova Iorque

“Há uma diferença crucial entre estar em campo e jogar o jogo.”

(Charles Stillman, advogado de defesa de José Maria Marin durante julgamento em Nova Iorque)


O ex-presidente da CBF, José Maria Marin, relutou até onde deu, mas decidiu, enfim, delatar o atual mandatário da Casa Bandida, Marco Polo Del Nero, tratando-o como verdadeiro chefe da entidade em seu período de gestão.

A mudança de atitude ocorreu após frustrada tentativa de seus advogados de realizarem o julgamento sob controle das leis brasileiras, que poderiam absolvê-lo.

Agora, temeroso em morrer na cadeia, Marin começa a contar as verdades na Corte Americana, mesmo sem acordo de delação, como último recurso para tentar, se não absolvição, uma pena reduzida.

Na primeira audiência, a defesa do dirigente alegou que seu cliente tratava-se apenas dum preposto de Del Nero, que seria, de fato, o presidente da Casa Bandida.

Fato conhecido e notório de quem acompanha os bastidores da CBF.

A verdade, bem vinda, certamente complicará a vida de Del Nero, mas dificilmente isentará de culpa o ex-Governador de São Paulo, que fez mais fortuna em seis meses de mandato no Estado do que muitos o fizeram, apesar de corruptos, durante um ciclo inteiro de gestão.

A torcida agora é para ver o nome de Ricardo Teixeira também delatado, dirigente a quem Del Nero e Marin precisaram beijar as mãos, e manter a remuneração, fruto de dinheiro sem origem, para que pudessem tomar conta do futebol brasileiro.

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