“Acordo eterno”: madame Leila Pereira segue em campanha no Palmeiras

“Nosso contrato (Crefisa e FAM) vence no ano que vem, mas a minha intenção é renovar. Eu vou ficar no Palmeiras porque tenho absoluta certeza de que seremos campeões mundiais. Eu quero comemorar o bicampeonato mundial do Palmeiras com as minhas marcas estampadas no uniforme. Eu não saio enquanto não for campeão mundial. Se demorar um pouco, não tem problema, a gente fica. E acredito nisso a curto prazo. É o meu desejo”

Madame Leila Pereira, esposa do proprietário das empresas que patrocinam o Palmeiras, segue em campanha, com anuência da cartolagem palestrina que permite-lhe comportamento de presidente extra-oficial.

Em festa de aniversário palestrino, que, em vez de ter ocorrido na sede alviverde, se deu na FAM, a conselheira, em pronunciamento com relevantes doses de demagogia, citou o sonho de consumo do clube, o Mundial, em meio às tratativas de renovações contratuais, sobrepondo-se até à possível concorrência de valores com outra marca, dizendo, sem oposição do submisso presidente, que “ficará no Palmeiras”.

Mundial de Clubes, aliás, cada vez mais distante tamanha é a diferença técnica atual entre europeus e sul-americanos e pelas notícias, oriundas da FIFA, de que o torneio passará a ser disputado a cada quatro anos.

Seria interessante, até pelo fato da declaração da “madame” ter sido proferida de maneira pública, que o clube fizesse constar em contrato a promessa de permanência “até a conquista do Mundial”, que os adversários já tratam, jocosamente, como “acordo eterno”, em evento transmitido ao vivo, para que não restem dúvidas de que o que parece conversa fiada para agradar cliente de prostíbulo, em verdade, diferentemente da análise deste jornalista, trata-se de compromisso sério de gente apaixonada (palavras de Leila Pereira) pelo clube.

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