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Lava-Jato, notoriedade e o sumiço das cartas

(trechos da coluna de JUCA KFOURI, na FOLHA)

CADÊ A CARTA?

O ex-presidente do Corinthians Andrés Sanchez também está contemplado entre os citados na Lava Jato, como o atual vice, André Negão, algo que quem lê esta coluna sabia não é de hoje.

Como sabia como foi singelo o pedido de Lula a Emílio Odebrecht para a construção da Arena Corinthians, devidamente comprovado, enfim, pela divulgação do depoimento de Marcelo Odebrecht.

Mas, agora, quem estranha é o colunista; estranha o silêncio de Sanchez, que tantas cartas escreveu à redação desta Folha.

NOTORIEDADE

O obscuro deputado estadual Campos Machado (PTB-SP), empedernido defensor do ex-presidente da CBF José Maria Marin preso em Nova York, sai do anonimato graças à Operação Lava Jato: dois ex-executivos da Odebrecht o acusaram de ter recebido valores não declarados em espécie e o ministro Edson Fachin encaminhou à Justiça paulista petição para investigá-lo.

Menos mal que, em atitude rara nos dias que correm, o parlamentar disse em nota: “Estranho o fato de meu nome estar na lista. Não conheço ou não tenho relação com nenhum diretor ou qualquer funcionário da Odebrecht”. Que alívio!

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Uma resposta to “Lava-Jato, notoriedade e o sumiço das cartas”

  1. Luiz Carlos Luchetta Says:

    Só queria saber o por quê de ficarem calados na época da bandalheira.

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