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Coluna do Fiori

fiori - dicunto

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.

http://www.navegareditora.com.brEmail:caminhodasideias@superig.com.br

apito limpo

“Que coleção de cicatrizes você tem? Nunca se esqueça de quem lhe deu as melhores. E seja grato. Nossas cicatrizes têm o poder de nos fazer lembrar que o passado foi real”

Hannibal Lecter: é um personagem fictício criado pelo escritor norte-americano Thomas Harris

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Inventou

Meses atrás, Reinaldo Carneiro Bastos, presidente da Federação Paulista de Futebol, instituiu o cargo de diretor de árbitros, sequencialmente, impôs para o exercício da função, seu amigo e “ex-árbitro” Dionísio Roberto Domingues. Esta atividade e nomear a função descaracterizou a CA-FPF, vez que presidente e demais componentes ficaram submissos aos ditames do nomeado

Superior

De pronto, Dionísio mostrou ao que veio, ou seja, passou para trás todos os integrantes da comissão de árbitros presidida por Ednilson Corona, na vice-presidência Pedro Henrique

Convido

O presidente da FPF a fazer pesquisa sobre a escala e desempenho dos árbitros desde o inicio da Série A1 do Paulistão 2017

Exonere-os 

Se o fizer, sendo veraz que quer preservar o bom andamento das futuras competições; findado este competir, demita seu diretor, componentes da CA, bem como: todos os integrantes da escola de árbitros

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Quartas de Final do Paulistão 2017 – Disputas denominada regresso

Sexta feira 07/04

Palmeiras 3 x 0 Grêmio Novorizontino

Árbitro: Flavio Rodrigues de Souza

Itens Técnico/Disciplinar

Aceitável o trabalho do principal representante das leis do jogo, assim como, dos seus assistentes

Sábado 08/04

São Paulo 5 x 0 Linense

Árbitro: Luiz Flavio de Oliveira

Itens Técnico/Disciplinar

Desempenho normal do principal representante das leis do jogo, do mesmo modo, dos seus assistentes

Domingo 09/04

Corinthians 1 x 0 Botafogo

Árbitro: Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza

Itens Técnico/Disciplinar

Desempenho tranquilo do principal representante das leis do jogo e assistentes

Segunda Feira 10/04

Santos 1 x 0 Ponte Preta – nos noventa minutos

Cobrança de penalidades máxima decidindo equipe classificada para fase posterior:

Santos 4 x 5 Ponte Preta  – resultado que classificou a Ponte Preta

Árbitro:  Rafael Gomes Felix da Silva

Item Técnico

Por diversas ocasiões o assoprador de latinha inverteu e deixou de marcar faltas, como principais:

– a escancaradíssima penalidade máxima cometida por Lucca atacante da Ponte Preta, no instante que empurrou o costado do santista Bruno Henrique;

– pouco depois o santista Lucas Lima atingiu violentamente o oponente Lucca, assoprador marca falta e nada de cartão. Desse o amarelo, ficaria barato;

– Clayton defensor da Ponte Preta, quando da disputa pela redonda, usando o batido tudo ou nada, atingiu seu oponente Lucas Veríssimo; atitude perigosa e merecedora do amarelo, que, somado ao primeiro; resultaria na sua expulsão

Movimentação

Péssima. Dentre estas: aos nove minutos da primeira a redonda teve sua trajetória desviada por ter batido no seu corpo

Item Disciplinar

Amarelou dois santistas: Vitor Ferraz e Vitor Bueno e três defensores da Ponte Preta: Clayson, Reynaldo e Pottker

Ressalvando 

Levando em consideração que 90% das cobranças de penalidades se transformam em gol, sem nenhuma duvida, indiretamente, o assoprador influenciou no saldo da refrega, vez que, naquele momento o placar apontava 1×0; convertendo a penalidade, ficaria 2×0, permanecendo até o minuto final, a classificação seria da equipe santista

Série A2 do Paulistão 2017 – Domingo 09/04

Guarani 1 x 1 Portuguesa de Desportos

Árbitro: Raphael Claus

Item Técnico

Nos acréscimos da primeira etapa, com placar de  1 x 0 a favor da Portuguesa de Desportos, estando bem colocado, com total visão do ocorrido, na cara dura Rafael Claus deixou de marcar claríssima penalidade máxima a favor da lusa do Canindé

Na segunda etapa

O mesmo ocorreu a favor da equipe campineira, sequencialmente, pressionado pela torcida, como também, por atletas; nos acréscimos, sem nenhuma explicação, quando da batida da bola na mão de um dos defensores da equipe lusitana, novamente, na cara dura, Rafael Claus marcou penalidade máxima, que, pós-cobrança, resultou no tento de empate

Concluindo

Trabalho ultrajante desenvolvido por árbitro mediano que ostenta o emblema FIFA

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Politica

Manifesto à Nação

Impõe-se a mobilização da sociedade por uma Constituinte originária e independente

Os constantes escândalos comprovam a inviabilidade do vigente sistema político-constitucional. Ele representa um modelo obsoleto, oligarca, intervencionista, cartorial, corporativista e anti-isonômico, que concede supersalários, foros privilegiados e muitos outros benefícios a um pequeno grupo de agentes públicos e políticos, enquanto o resto da população não tem meios para superar a ineficiência do Estado e exercer seus direitos mais básicos.

A Constituição de 1988 transformou a burocracia num obstáculo perverso ao exercício da cidadania. Ela é fruto de um momento histórico bastante peculiar, o fim de um regime de exceção, que não corresponde mais à realidade do Brasil; representa um conjunto de interesses e modelos que já em 1988 estavam em franca deterioração no mundo civilizado.

Por ser um compromisso de interesses entre as forças que disputavam o poder após a ditadura, a Carta de 88 foi recheada de casuísmos e de corporativismos. Estabeleceu um absurdo regime político que se nutre de um sistema pseudopartidário, excessivamente fragmentado e capturado por interesses de corporações e de facções político-criminosas. Isso torna excessivamente custosa a governabilidade, criando uma relação tóxica entre os Poderes, o que favorece a corrupção, o tráfico de influência e os rombos devastadores nas contas públicas.

Os vícios insanáveis de Carta de 88 fizeram com que ela tenha sido desfigurada por 95 emendas desde sua promulgação, tramitando atualmente mais de mil novos projetos de emendas constitucionais. No entanto, tais emendas são paliativos lentos e pontuais, que apenas retardam as verdadeiras estruturais necessárias.

Os temas constitucionais para uma reforma estrutural, política e administrativa, indispensável à restauração das instituições, são, dentre outros:

– Eliminação do foro privilegiado;

– Eliminação da desproporção de deputados por Estados da Federação;

– Voto distrital puro, sendo os parlamentares eleitos pelo distrito eleitoral respectivo;

– Referendo no caso de o Congresso legislar em causa própria, sob qualquer circunstância;

– Estabelecimento do regime de consulta, com referendo ou plebiscito, para qualquer matéria constitucional relevante;

– Nenhum parlamentar poderá exercer cargos na administração pública durante o seu mandato;

– Eliminação dos cargos de confiança na administração pública, devendo todos os cargos ser ocupados por servidores concursados;

– Eliminação do Fundo Partidário e do financiamento público das eleições: serão os partidos financiados unicamente por seus próprios filiados;

– Eliminação das emendas parlamentares, que tornam os congressistas sócios do Orçamento, e não seus fiscais;

– Criação ou aumento de impostos, somente com referendo;

– Fim das coligações para quaisquer eleições;

– Eliminação de efeitos de marketing das campanhas eleitorais, devendo os candidatos se apresentar no horário gratuito pessoalmente, com seus programas e para rebater críticas;

– Distribuição igual de tempo por partido no horário eleitoral gratuito para as eleições majoritárias (presidente e governador);

– Inclusão do princípio da isonomia na Constituição, de modo que a lei estabeleça tratamento igual para todos, em complementação ao princípio vigente de que todos são iguais perante a lei;

– Isonomia de direitos, de obrigações e de encargos trabalhistas e previdenciários para todos os brasileiros, do setor público e do setor privado;

– Eliminação da estabilidade no exercício de cargo público, com exceção do Poder Judiciário, do Ministério Público e das Forças Armadas, devendo os servidores públicos se submeter às mesmas regras do contrato trabalhista do setor privado;

– Eliminação dos privilégios por cargo ou função (mordomias, supersalários, auxílios, benefícios, etc.), devendo o valor efetivamente recebido pelo servidor estar dentro do teto previsto na Constituição.

Todos sabemos que essas mudanças jamais serão aprovadas pelos atuais parlamentares, que atuam só para manter o vigente sistema político-constitucional, que preserva seus privilégios. Por isso somente poderemos fazer as reformas estruturais políticas e administrativas indispensáveis com uma Constituinte composta por membros da sociedade civil que não ocupem cargos políticos e, encerrados os trabalhos constituintes, fiquem inelegíveis por oito anos.

A viabilização dessa indispensável providência de restauração das instituições, desfiguradas pela ilegitimidade manifesta da maioria dos atuais congressistas, que nada mais representam senão seus próprios interesses de sobrevivência política e criminal, passa pelo plebiscito instituído na Lei n.º 9.709, de 1998.

O plebiscito deverá ser convocado por iniciativa de um terço dos deputados ou dos senadores e aprovado por maioria simples dos membros de uma das Casas do Congresso. Nele os eleitores deverão decidir pela convocação de uma Assembleia Constituinte independente, formada por pessoas que não tenham cargos políticos, ou, então, por uma Assembleia Constituinte formada pelos próprios congressistas. Esta será a única pergunta a ser formulada na cédula.

A redação da Constituição de um Estado é a máxima expressão da soberania de um povo. Quando o povo não participa de sua elaboração, temos uma Constituição discriminatória, de privilégios para casta política e administrativa, como a de 1988, que criou não uma democracia representativa, mas, sim, uma democracia corporativista.

Impõe-se, enfim, uma mobilização da sociedade civil e organizada que exija do Congresso Nacional a realização de um plebiscito, nos termos da Lei 9.709/98, para que o povo decida, soberanamente, se quer uma Assembleia Constituinte originária e independente, que estabeleça as novas estruturas para o desenvolvimento sustentável do nosso país, num autêntico Estado Democrático de Direito.

Autoria dos advogados: Modesto Carvalhosa, Flávio Bierrenbach e José Carlos Dias

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Finalizando

“Quando o rebanho se une, o leão vai deitar com fome”

Provérbio africano

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Chega de Corruptos e Corruptores

Se liga São Paulo

Acorda Brasil

SP-15/04/2017

Ouça abaixo os programas “COLUNA DO FIORI”, desta semana, que foram ao ar pela rádio Rock n’ Gol

(http://rockngol.com.br)

*A coluna é também publicada na pagina Facebook:  “No intervalo do Esporte”

*Não serão liberados comentários na Coluna do Fiori devido a ataques gratuitos e pessoais de gente que se sente incomodada com as verdades colocadas pelo colunista, e sequer possuem coragem de se identificar, embora saibamos bem a quais grupos representam.

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