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Considerações sobre o árbitro do Derby centenário

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O árbitro Thiago Duarte Peixoto equivocou-se, sem dolo, ao confundir jogadores do Corinthians e aplicar cartão amarelo (que seria justo se no atleta correto) na pessoa errada, ocasionando-lhe expulsão da partida.

Porém, seu erro maior nem foi este, mas sim ignorar o evidente clamor de todo um estádio, incluindo um de seus auxiliares, evidenciando que algo estaria errado em sua tomada de decisão.

Faltou humildade para voltar atrás e inteligência para medir as consequência de não fazê-lo.

Logo após a partida, Peixoto, não por iniciativa própria, evidentemente, mas por imposição da FPF, que certamente “comeu-lhe a alma” no vestiário, pediu desculpas pelo erro, em comunicado à imprensa, situação inusual diante das frequentes proibições de entrevistas à arbitragem nacional.

Ficou claro que para salvar a própria pele a Federação jogou Thiago aos leões.

Deu pena, porque era nítida a aparência de pavor do árbitro (recém viúvo), que, com lágrimas nos olhos, clamava pela continuidade de sua carreira.

Tomara consiga se safar, desde que tenha aprendido a lição, é claro.

Ontem, justamente apenado pelo equívoco (ficará de molho para reciclagem), o árbitro foi vítima de deliquência virtual (viralizou uma fotografia montada em que aparecia vestido com a camisa do Palmeiras – em verdade, estava de camisa azul) e nova polêmica: ele e seus auxiliares teriam deslocado-se de metrô até o estádio em Itaquera.

O diretor do Sindicato de Árbitros, o pouco confiável Arthur Alves Junior, gritou no site da SAFESP contra a FPF, que respondeu alegando ter disponibilizado o veículo para o quarteto de arbitragem, que estes embarcaram no veículo, mas que, por conta própria (diante do trânsito da cidade) decidiram pegar o metrô (o estádio fica próximo à duas estações), assumindo o risco de serem reconhecidos, com grande perigo, pelos criminosos organizados que tomaram mesmo procedimento.

É certo que não dá para colocar a mão no fogo por nenhuma das versões: o Sindicato tem o hábito de faltar com a verdade, assim como a FPF, e os árbitros, certamente com medo dessa gente, confirmariam qualquer versão que lhes fosse imposta, mesmo as mais estapafúrdias.

Certo é que este episódio em nada contribuiu para o equívoco no gramado, muito menos para a decisão arrogante de Thiago em persistir no erro, mas prejudicou-o no retorno do trabalho, absolutamente inseguro após os conhecidos acontecimentos.

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3 Respostas to “Considerações sobre o árbitro do Derby centenário”

  1. Euclydes Zamperetti Fiori Says:

    Bom dia

    KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK Viva Papai noel

  2. tavares41 Says:

    A cabeca dele estava na Crefisa!!!!!!!!!

  3. luizdireg Says:

    O juiz não aceitou voltar atrás, pois a FPF o impediu que fizesse, alegando que isso demonstraria “interferência externa”. Algo que aliás, aconteceu.
    E para não tumultuar o jogo como aquele Flamengo x Fluminense que houve interferência externa, a FPF deixou a bomba nas mãos do juiz.

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