Nuzman é cobrado por dívidas milionárias da Rio-2016

A nuzmania e os hermidas

Da VEJA

Por MAURICIO LIMA

Ainda que a Olimpíada tenha sido um sucesso, Carlos Nuzman vive dias difíceis. O presidente do Comitê Organizador dos Jogos anda nervoso e tem recorrido a remédios para dormir.

O estresse é causado pelas dívidas milionárias da festa. O Comitê Olímpico Internacional, por exemplo, deveria ter pago a Rio-2016 cerca de 1 bilhão de reais. Só 30% disso foi efetivamente depositado.

Nuzman, inclusive, está de relações cortadas com Thomas Bach, presidente do COI. Em recente viagem a Genebra, cidade suíça sede da entidade, Bach fugiu de Nuzman alegando falta de agenda.

E a lista dos devedores não acaba por aí.

O governo federal prometeu  120 milhões de reais para as cerimônias de abertura e encerramento dos Jogos. Até agora, só entregou a metade disso.

Pior ainda fez o prefeito do Rio, Eduardo Paes. Ele havia acenado com 150 milhões para a Paralimpíada – desembolsou apenas 30 milhões. A quantia pagou os custos de passagens e hospedagem dos atletas. E só.

Diante desse cenário, os fornecedores do comitê não deixam Nuzman em paz. São ligações raivosas e até protestos na porta da Rio 2016 à espera dos pagamentos.

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