Episódio “FEBEM” expõe precariedade da segurança do Corinthians

Coronel Dutra

Coronel Dutra

De maneira inadmissível, seguranças do Corinthians foram rendidos dentro do clube por garotos da “Fundação Casa”, que, sabe-se lá como, estariam armados, colocando em risco todos os associados presentes no Parque São Jorge.

Em sequencia, os marginais fugiram, e até o momento não foram encontrados.

Apelidado “Episódio Febem” (antigo nome da instituição que cuidava de menores infratores), o caso coloca, novamente, em cheque a eficiência do sistema de proteção alvinegro.

Desde 2007, o chefe do setor no Corinthians é o Coronel da PM, Waldir Rapello Dutra, de histórico complicado na corporação.

Seus comandados, quase sempre, quando não PMs da ativa fazendo bico, são ex-PMs, o que, por si, amplia o vexame.

Reclama-se no clube que a turma de Dutra, muito bem remunerada, faz mais a segurança particular de Andres Sanches e demais dirigentes coligados do que propriamente a do Corinthians, que, largado, tem sido vítima de diversos episódios deploráveis, desde agressão a associados por torcedores ‘organizados”, até furtos e depredações de patrimônio.

Há relatos, também, de que seguranças do clube, por vezes, são utilizados como “leões de chácara” para intimidar jornalistas (este blog foi vítima, quando Dutra intermediou a contratação de um araponga para seguir nosso passos) e porteiros de “boates”, evitando que dirigentes e jogadores sejam flagrados em situações constrangedoras.

A valentia e a eficiência no exercício das funções pelas quais são remunerados pelo Corinthians, porém, foram colocadas a prova (e reprovadas), mais uma vez, quando experientes policiais militares ficaram de joelhos para adolescentes sem o menor preparo, assim como o fazem, semanalmente, ao implorar, sem êxito, para a bandidagem dos “gaviões’ amenizar a bandalheira dentro do Parque São Jorge.

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