Candidato “dos Gaviões” perde e explicita insignificância da “organizada”

ernesto

Com pouco mais de 9 mil votos recebidos em São Paulo, o candidato a vereador, Ernesto Teixeira, que cometeu a burrice de se proclamar “candidato dos Gaviões”, levou surra para se pensar nas urnas da Capital.

Durante a campanha, todos os presidentes dos “Gaviões da Fiel”, além de seus fundadores, gravaram vídeo de apoio ao político.

Explicitou-se, com o resultado, a absoluta insignificância da “organizada”, em qualquer âmbito, seja o da “arquibancada” ou na capacidade de mobilização política.

Nos jogos do Corinthians, mesmo ajudada pela diretoria, os Gaviões, num ambiente de 40 mil torcedores (na Arena), se tanto, contribuem com 3 ou 4 mil pessoas.

Ernesto também pecou por acreditar no mentiroso mantra de que a “Fiel” o carregaria à vitória, deixando de perceber que um candidato “dos Gaviões”, se tanto, recebe os votos dessa meia dúzia de gatos pingados, afastando, em consequencia, outros eleitores, que, seletivos, não elegeriam alguém compromissado com a bandidagem.

Outro exemplo da insignificância dos Gaviões da Fiel foi a eleição do filho do deputado Goulart (que ninguém conhecia) a vereador de São Paulo, recebendo pouco mais de 40 mil votos, oriundos dos famosos esquemas da família, desfazendo-se outra lenda, a de que o parlamentar somente vencia eleições por, em anos anteriores, ter sido tratado como candidato da “organizada”.

Tomara esta lição das urnas de São Paulo sirva de exemplo para encorajar dirigentes a deixar de lado essa gente, o judiciário a puni-los com mais rigor e os políticos a não venderem mais a alma ao Diabo, ainda mais um tão fraquinho, em troca de chegar ao poder a qualquer custo.

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