Advertisements
Anúncios

Honestidade contra a IURD no Rio de Janeiro

freixo-e-crivella

O Rio de Janeiro terá um embate, no 2º turno eleitoral, de duas maneiras de pensar a vida absolutamente conflitantes, representadas pelos candidatos Marcelo Crivela, o número 2 de Edir Macedo na IURD, e Marcelo Freixo, do PSOL.

Um vive da imoralidade, outro é reconhecido pela honestidade.

Enquanto o discurso de Crivela diz o que o candidato não pensa, o de Freixo é a exata expressão de sua conduta pessoal.

O povo do Rio de Janeiro, mesmo os que discordam do posicionamento político daquele que insiste no discurso pouco inteligente de golpe, não pode abrir mão, diante da alternativa, de alçar ao poder, depois de tantos anos de esbórnia, um Prefeito que faz tremer a bandidagem (principalmente os milicianos covardes da capital fluminense).

Advertisements
Anúncios

Facebook Comments

15 comentários sobre “Honestidade contra a IURD no Rio de Janeiro

  1. Paulinho, você está virando comediante stand up?

    Você sempre me passou a imagem de um defensor estatólatra, mesmo que você já tenha sido vitima desse mesmo estado que o levou para a cadeia só por você expor a sua opinião. Agora tenho certeza da sua idolatria ao estado.

    Você como perseguido pela máquina estatal era para ser o primeiro a ficar contrario a essa mesma burocracia.

    Você não aprendeu nada!

    Marcelo Freixo é defensor desse aumento estatal que te perseguiu e prendeu. Vê se aprende, Paulinho.

    Aqui vai algumas informações sobre o Marcelo Freixo que fará qualquer pessoa honesta fazer campanha contrária a esse homem:

    http://www.oreacionario.blog.br/2016/09/a-justica-santiago-andrade-so-sera.html

  2. O Marcelo Freixo passa longe da honestidade.
    Sua candidatura é baseada na defesa do tráfico, do vagabundo, na liberação da maconha e na difamação de uma instituição bi-centenária que é a PMERJ.
    Seus projetos, entre muitos, proíbe que haja revista as mulheres de detentos, permitindo que as mesmas entrem recheadas de celulares, carregadores drogas e até tablets (elas são largas mesmo!). Seu mais recente projeto é conceder GRATUIDADE NOS TRANSPORTES PÚBLICOS para parentes de marginais.
    Esse Freixo é o verdadeiro BANDIDO DO ASFALTO que tanto se fala nas comunidades, é dele o incentivo e “financiamento” aos black blocs, bancou advogados para a putinha da Sininho (há no MP diversas ligações entre eles) e defendeu os MARGINAIS que mataram o cinegrafista da Band na Central do Brasil quando jogaram uma INOCENTE BOMBA CASEIRA nos “cornos” do trabalhador. Ah se fosse um da Globo!!!!! Elias Maluco, que mandou matar Tim Lopes nem visitas recebe até hoje! Mas foi da Band, sabe como é…
    E vai ter total apoio da Globo, por duas razões: São inimigos da IURD, que não vai permitir que a prefeitura, por exemplo, faça Programas Bairro Cidadão para que a NET cabeie a cidade sem ônus. E em segundo, a viadagem e moconheirada que impera no Projac vai de encontro a tudo que ele defende.

    PREFIRO MIL VEZES DAR 10% DO QUE PERDER 100% PARA UM VAGABUNDO E AINDA SER ACUSADO DE SER O CULPADO POR ANDAR COM VALOR NO BOLSO.

    FREIXO É O TRÁFICO ARMADO DE CANETA.

  3. É bom deixar claro que, fosse Pedro Paulo, Bolsonaro, Ozório, provavelmente votaria contra o Crivela, mas não posso me omitir vendo o Palácio da Cidade se transformar em sede do Tráfico do Estado.
    Logo, meu voto é util, meu voto é Crivela.
    E sem essa de IURD por trás. E daí, a IURD é pior que o CV?
    A família Garotinho (nunca votei em nenhum deles), combatida pela Globo, queiram ou não, é responsável pelos Royats na Campanha o PEtróleo é Nosso, são responsáveis pela reativação dos estaleiros no estado, recuperaram a bacia leiteira do estado, hoje autosuficiente em produção, a implantação da Refinaria de Itaboraí, duplicou a estrada de Maricá com recursos do estado, construida pelo DER e que até hoje não tem pedágio. Eram evangélicos… (Eu sou ateu, gente!). A Globo diz que a família é de ladrões, mas até hoje nada se provou contra eles, mas se puxarem a ficha do Cabral, do Paes… Será que uma tal de Glopar não vai aparecer?
    Eis o mistério das urnas.

  4. Paulinho tu tá de brincadeira sempre achei você um cara sensato, mas vir com este papo de candidato da iurd, quem vais governar é o macedo, tu tá parecendo um iniciante, freixo, um playboyzinho defensor de bandidos e honesto, então você tem que ler o blog do Reinaldo Azeredo que tem muita credibilidade:

    ONG ligada ao PSOL e a Marcelo Freixo fica com 69% do dinheiro arrecadado para a família de Amarildo. Para quê? Para “projetos ainda indefinidos”. Ah, bom!!!
    Por: Reinaldo Azevedo 09/03/2014 às 7:29
    Anterior Próxima
    Filhos de Amarildo na casa comprada para a família na Rocinha
    Filhos de Amarildo na casa comprada para a família na Rocinha
    A história que vocês vão ler é do balacobaco. Volto depois.
    Por Gabriel Castro, na VEJA.com:
    Desde julho do ano passado, o pedreiro Amarildo Dias de Souza é o símbolo máximo da luta contra a ação de maus policiais no Rio de Janeiro. O “Cadê o Amarildo?” foi usado tanto para cobrar providências como para embalar a série de manifestações contra o governador Sérgio Cabral. O corpo do homem de 43 anos que, para o Ministério Público, foi torturado e morto por PMs de uma Unidade de Polícia Pacificadora (UPP), nunca foi encontrado. A família do pedreiro passou a viver, depois de seu desaparecimento, num quadro agravado da pobreza na qual já se encontrava. Uma bem intencionada campanha conclamou artistas, intelectuais e doadores a contribuir com a viúva e os seis filhos do pedreiro. O “Somos Todos Amarildo” deu resultado. Comandado pela empresária e produtora Paula Lavigne, o projeto arrecadou 310.000 reais em dois eventos: um leilão de arte e objetos de famosos e um show no Circo Voador, com participação de Caetano Veloso e Marisa Monte. A família do pedreiro, no entanto, ficou com a menor parte: com a compra de uma casa e de mobília, foram gastos, respectivamente, 50.000 e 10.000 reais. O restante do dinheiro – 250.000 reais – ficou com o Instituto de Defesa dos Direitos Humanos (DDH), ONG que se tornou notória por defender black blocs e tem, entre seus diretores, um assessor do deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL), o advogado Thiago de Souza Melo.
    Um dos organizadores do evento, que pede para não ser identificado, afirmou ao site de VEJA que, desde o início, a família sabia que não ficaria com o montante total do dinheiro – apesar de o uso do nome do pedreiro dar a entender que o valor seria destinado a ela. Mas foi informada, na ocasião, que ficaria com metade – o que, nos valores de fato arrecadados, corresponderia a 125.000 reais. “Soubemos na época que ficaríamos com metade. Como recebemos 60.000, eu pensava que o total era de 120.000”, diz Anderson Dias, de 21 anos, o primogênito, que administra, com a mãe, Elizabeth, as contas da família.
    Moram na casa, além dos dois, os filhos Amarildo, de 18 anos; Beatriz, 13; Alisson, 10; e Milena, 6. Todos em uma casa de dois quartos, sala, cozinha e banheiro. Só um dos filhos de Amarildo – Emerson, de 20 anos – não vive no imóvel. A área de serviço – que não tem janela – está sendo adaptada para servir como dormitório. Segundo Anderson, a casa que a família recebeu é uma construção antiga, com defeitos na rede elétrica e na parte hidráulica. Devido aos problemas encontrados, os filhos procuraram o advogado João Tancredo, presidente do DDH, para saber sobre a possibilidade de uma reforma. “Fiz um orçamento no valor de 45.000 reais. Mas Tancredo me disse que não tinha mais dinheiro”, afirma.
    Os 10.000 reais que a família recebeu para comprar os móveis para a casa também não foram suficientes. Elizabeth não conseguiu comprar mesa, cadeiras e fogão. “Fiz uma lista com o que era indispensável, mas tive que cortar muita coisa. Não deu nem para comprar o fogão. Pedi a minha cunhada para usar o cartão dela e vou pagando aos poucos”, conta Elizabeth. “Não tive coragem de pedir mais dinheiro, porque achei que a outra parte seria destinada a outras pessoas pobres. Mas vou conversar sobre isso com o advogado”.
    O presidente do DDH afirma que o acordo previa o repasse para a entidade de aproximadamente 250.000 reais obtidos com o leilão e o show. “Inicialmente, o projeto se resumiria a arrecadar fundos para a aquisição de uma casa em condições adequadas para a família de Amarildo. Mas logo se viu que seu desaparecimento não era um caso isolado”, explicou Tancredo, por e-mail, ao site de VEJA. Segundo ele, os recursos serão aplicados em um “projeto ainda indefinido”. As opções aventadas pela ONG envolvem o custeio de uma pesquisa para traçar o perfil dos desaparecidos, um serviço de atendimento de familiares de desaparecidos, o acompanhamento jurídico de casos do tipo ou a formação de uma rede para debater o tema. É dificil acreditar que quem contribuiu com o “Somos Todos Amarildo” desejava que seu dinheiro tivesse esse destino incerto. O cheiro de oportunismo é fortíssimo.
    Voltei
    Fatos e considerações que podem colaborar para você formar um juízo a respeito do assunto.
    1: O tal DDH, que ficou com 69% da grana, é comandado por dois assessores do deputado Marcelo Freixo e atua em “causas” abraçadas pelo PSOL;
    2: Freixo, claro!, diz não ter interferência nenhuma no DDH. João Tancredo, presidente da ONG, doou nada menos de R$ 260 mil para a campanha do deputado à Prefeitura, em 2012: R$ 200 mil como pessoa física e R$ 60 mil em nome de sua empresa — um escritório de advocacia. Coerente e eticamente, como é de seu feitio, o PSOL está em campanha contra a doação de empresas. Entendo.
    3: O dinheiro arrecadado pela campanha, como se nota, permitiria que se comprasse uma casa melhorzinha para a família de Amarildo. Bobagem! Para pobre, está bom demais, não é mesmo? O socialismo, afinal, tem prioridades mais ambiciosas.
    4: Espetacular a resposta do tal advogado. Os R$ 250 mil serão usados em projetos “ainda indefinidos”. Ah, bom! O que é um projeto indefinido quando confrontado com as necessidades da família de Amarildo?
    5: No fim da contas, havia muita gente nessa história que não estava dando a menor pelota para Amarildo. Ele era apenas um pretexto. E, como se percebe, virou também uma boa fonte de arrecadação de recursos.
    6: É a cara dos comunas fazer um troço como esse. As pessoas que se danem! O que interessa é a “causa”.
    7: Noto, finalmente, que nada disso me surpreende. Mas, mesmo assim, é moralmente chocante. Ademais, a corretagem, se assim se pode chamar, do DDH é uma das mais altas do mercado, não é? 69%!!! Escandaliza o regime capitalista! Isso costuma ser taxa de agiota.
    8: Cadê o dinheiro do Amarildo?
    9: Os que doaram têm todo o direito, acho eu, de exigir seu dinheiro de volta. A Justiça teria de decidir se é estelionato. O mecanismo é rigorosamente o mesmo.

  5. Eu sou anarco-capitalista e nesse escolha entre os Marcelos, ficaria com o Crivella por coerência, por incrível que pareça.

    Tenho que concordar com o Luciano Ayan nesse artigo para o bem da cidade do Rio de Janeiro:

    O Rio entre Crivella e Venezuela

    A frase “No Rio agora é Crivella ou Venezuela” apareceu inicialmente no timeline de Rodrigo Constantino. Não sei quem é seu autor, mas reflete com exatidão o cenário atual da disputa na capital carioca.

    Passa a ser uma obrigação moral dos eleitores de Pedro Paulo (PMDB), Carlos Osorio (PSDB), Indio da Costa (PSD) e Flavio Bolsonaro (PSC) exigir que seus candidatos passem a apoiar um projeto diferente do totalitarismo defendido por Marcelo Freixo.

    Decerto Freixo, como prefeito, não conseguirá transformar o Rio de Janeiro em Caracas. Para isso, o bolivariano precisaria ocupar o Executivo. Mas qual a razão para deixar que uma pessoa que defende o saqueamento de estados ocupar o governo?

    Se Marcelo Freixo se tornar governador, a cidade carioca vai sentir na pele o que paulistas já sentiram com Luiza Erundina e Fernando Haddad, mas em escala muito maior, uma vez que os partidos de extrema-esquerda, agora acuados, contarão com as poucas posições de poder para angariar recursos.

    Quer dizer: as poucas cidades ocupadas pelo PT, PCdoB e PSOL vão comer o pão que o diabo amassou para compensar a verba escoando das mãos dos três partidos nas demais cidades onde eles perderam.

    Povo carioca, você não merece mais essa desgraça!

    http://www.ceticismopolitico.com/o-rio-entre-crivella-e-venezuela/

  6. Nossa! Essa é um dos piores foras do Paulinho! Freixo, queridinho da mídia, é um nojo! É a PIOR opção possível para qualquer cidade do planeta!

    Não acredito que chamou de honesto um cara que apoia BLACK BLOC, grupo que mata gente! Pelo amor!

    Isso sem contar que a presidente do partido dele, também atuante no RJ, teve um escândalo com desvio de dinheiro de sindicato!

    Cuidado Paulinho, pq o que chama de combate a bandidagem, pode ser apenas um movimento de substituição!

  7. Você só pode ser um piadista, dizer que Marcelo Frixo é a honestidade. E dizer que Crivella é a IURD mostra em você o grande preconceituoso que és, Todos os candidatos tem religião, mas só lhe salta aos olhos a religião (denominação) de Crivella. O cara foi é senador a anos, foi ministro da Dilma e em meio a tanta trafulha no governo da ex-presidente, você não vê o nome dele sendo citado uma vez se quer. Para com isso, olhe o candidato e sua história e não a qual igreja ou religião ele pertence.

Deixe uma resposta

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.

×
Olá, seja bem vindo ao Blog do Paulinho ! Deixe aqui suas dúvidas, sugestões e denúncias. Todas as mensagens serão lidas
%d blogueiros gostam disto: