Patrocinadora de Santos e CBF enrolada com filho de membro do PCC

A Binance, empresa investigada em diversos países por facilitação à lavagem de dinheiro através de criptomoedas, novamente surge nas páginas policiais envolvida em rolo pesado.
Desta vez na Coluna de Lauro Jardim, em O Globo, acusada de acolher dinheiro do filho de um dos membros do PCC.
João Vitor Frudeli Ribeiro embolsou, em fraude, R$ 435 mil dos valores pagos pelo Governo em ‘Auxílio Emergencial’.
A operação consistia em abrir contas em bancos digitais – com documentos fajutos, receber o dinheiro e transformá-lo em Bitcoin.
Assim como ocorre com diversas casa de apostas esportivas, apesar de frequentes denúncias de compra de resultados no futebol, os clubes, de pires na mão, não fazem objeção a serem patrocinados por gente complicada.
Santos e CBF são patrocinados pela Binance.
Fosse contrato recente, sem que se soubesse – embora fartamente exposta na internet – da vida pregressa da operadora, dar-se-ia algum desconto, mas não são poucas as falcatruas apontadas pós acordo firmado entre as partes.
Permanecer na ‘parceria’ é induzir o consumidor de que está ‘tudo bem’, quando, em verdade, muita coisa há para ser explicada.
