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50 anos da maior seleção de todos os tempos

 

 

A maior seleção de todos os tempos foi Campeã do Mundo em 1958.

Muitos eram os craques.

Mas o Brasil tinha dois jogadores inigualáveis.

Pelé e Garrincha.

Foi o único torneio mundial em que ambos puderam atuar juntos na plenitude de suas formas.

Com os dois em campo a Seleção Brasileira nunca foi derrotada.

Hoje faz 50 anos dessa conquista histórica.

Como forma de agradecimento por tudo o que fizeram pelo futebol eu selecionei uma preciosidade.

Encontrei no blog do Marcelo Damato um link que possibilita assistir a partida final, contra a Suécia, na íntegra.

http://www.svt.se/content/1/c8/01/18/18/27/080628SVEBRAVM58.asx

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10 comentários em “50 anos da maior seleção de todos os tempos”

  1. Poderia mandar esse link pro Rafinha do Shalk04 (acho q é isso) convocado pelo digníssimo Dunga q disse antes do amistoso Brasil e Suécia:

    “1958? Ah, não sei te dizer quem fazia parte daquele time…”

    Ontem num bar tava passando num telão o especial da ESPN sobre 58 e parei p ver um pouco. Fiquei revoltado c/ o seguinte, o carcamano, João Havelange, marcou 2 jogos às vésperas da Copa alegando q a CBD ñ tinha dinheiro (qq semelhança c/ os dias atuais é mera coincidência?) e no maldito jogo c/ a Inter o fantástico ponta-esquerda, Pepe, s machucou c/ gravidade e aí o q aconteceu?

    Deu espaço pro mentecapto do Zagallo jogar, fazendo q até hj tenhamos q aturá-lo!

    Zagallo q aliás entrou pelas portas dos fundos da seleção, pois o maior ponteiro esquerdo da época chamava-se, Canhoteiro! Uma espécie d Garrincha canhoto, porém bem mais louco fato q dizem ter sido determinante para sua não ida a Copa. INFELIZMENTE!

  2. Por questão de justiça é preciso dizer que Pelé e Garrincha foram grandes personagens da Copa de 1958, mas, ainda mais destacados, decisivos mesmo, foram o Valdir Pereira – o meia Didi – apelidado pela imprensa internacional “Mr. Football” e Nilton Santos, apelidado por Valdir Amaral e referendado pela mesma imprensa como “Enciclopédia do Futebol”.

  3. NESSE SABADO ASSISTI AO COMPETENTE DOCUMENTÁRIO FEITO PELA ESPN BRASIL SÕBRE A NOSSA SELEÇAO DE 58.
    PARA QUEM ERA UMA CRIANÇA NA ÉPOCA O PROGRAMA MUITO BEM AMARRADO O HELVIDIO UM JORNALISTA EXCELENTE CONSEGUINDO LEVAR O TELESPECTADOR PARA UMA EMOCIONANTE VIAGEM NO TEMPO.
    UMA SELEÇÃO REPLETA DE GRANDES JOGADORES MAS POR UMA OBRA DO DESTINO COM OS DOIS MAIORES JOGADORES DO FUTEBOL MUNDIAL.
    TUDO AINDA ERA MUITO AMADOR MAS FEITO COM TANTA PAIXÃO PELO FUTEBOL QUE SÓ PODIA TER DADO TÃO CERTO.
    AFINAL ATÉ O MANTO AZUL DE NOSSA SENHORA PARTICIPOU DECISIVAMENTE PARA A VITÓRIA.
    PARABÉNS BRASIL.

  4. Em um país sem memória, como o nosso, foi uma gratificante surpresa a quantidade (e a qualidade) de matérias jornalísticas dedicadas à conquista de nosso primeiro Mundial, em 1958.

    Em meio à profusão de imagens de beleza e emoção, ficamos sabendo, através dos documentários produzidos pela SporTV (mais aprofundado, porém com uma visão mais estritamente carioca) e pela ESPN (mais superficial, mas com maior número de depoimentos dos integrantes da seleção campeã), que Garrincha foi escalado graças ao lobby dos jornalistas cariocas Armando Nogueira e Luiz Carlos Barreto, que convenceram o chefe da delegação Paulo Machado de Carvalho (e este, por sua vez, o técnico Feola). Ficamos sabendo, também, que Pelé era praticamente desconhecido pelos cariocas, segundo palavras de Sérgio Cabral.

    De um jeito ou de outro, Garrincha e Pelé foram decisivos para a conquista espetacular, que deslumbrou o mundo, e que pôs fim àquilo que o genial Nelson Rodrigues definiu como o “Complexo de Vira-latas”.

    Em 1958, o mundo coroou o Rei do Futebol: Pelé, um garoto negrinho de 17 anos, de origem humilde, para quem, havia poucos anos, o futebol era apenas uma brincadeira, na Bauru do começo dos anos 50.

    Essa fase foi retratada no livro “De Edson a Pelé – A infância do rei em Bauru”, de Luiz Carlos Cordeiro. O livro revelou aquilo que todo mundo sempre desconfiou: Pelé era corinthiano.

    Conforme as pequenas passagens da obra, transcritas a seguir:

    “Quando criança, o coração de Pelé batia ao ritmo das fortes emoções corinthianas. Seus ídolos eram Gilmar, Baltazar, Luizinho (que ele chegou a substituir anos depois, em 1957, em seu início na seleção brasileira de futebol), entre outros. E, lógico, seu time de futebol de botão não poderia ser outro.”

    O título de 1954

    “Corinthians e Palmeiras disputavam no Pacaembu a decisão do Campeonato Paulista, cuja taça era por demais cobiçada, em função IV Centenário de São Paulo.

    O Corinthians foi Campeão do Centenário. Pelé estava com Raul no campo do Noroeste no momento em que o alto-falante informou o final daquele jogo. Ambos começaram a comemorar, gritando, pulando e dançando até perto de suas casas (próximo ao estádio), juntamente com tantos outros corinthianos que festejaram a importante conquista.”

  5. Ùnica, obsevação:- faz se muita injustiça, com o grande (pequeno), lateral DE SORDI, que jogou 5 partidas, até a semi- final, contra a FRANÇA, e se machucou, entrando o não menos grande Djalma Santos, só que a CBD e agora CBF, deveriam, ao estampar a foto, por justiça, colocar um Clichê, com o rosto do DE Sordi, como muitos clubes fazem, quando um jogador fica fora só da final. è isso!

    gratos, leonardo.

  6. Prezado Sr. Proprietário deste blog,

    Meu nome é André Luis Nacer de Souza e resido na cidade de São Paulo-SP.
    Ao procurar no “Google” pela expressão “André Nacer”, já que estava procurando um site do qual não me recordava o endereço, deparei-me com alguns comentários postados neste blog, cujo autor seria “Andre Nacer”. Posso afirmar que não tenho honônimos. Portanto, alguém está usando, sei lá por qual razão, meu nome indevidamente neste site.
    Gostaria que V. Sa. não mais publicasse comentários feitos por “Andre Nacer”, em vista do que expus acima. Aguardo resposta.
    Atenciosamente,

    André

  7. Eu já tinha ouvido falar desse livro citado pelo Paulo.
    É curioso que aquele que, além de ter sido o maior jogador do futebol, foi o maior carrasco do Corinthians, tenha sido corinthiano.
    Mas isso é motivo de orgulho para toda a Fiel.
    E não poderia ser de outra maneira, porque o Corinthians sempre foi o time do povo, e o pequenino e humilde Edson não poderia mesmo ser torcedor de outro time.

  8. Sempre ouço dizer que quem fez Pelé foi Garrincha. Em minha opinião, Mané foi decisivo na conquista da copa de 62. E o engraçado que a maioria das vezes, ao invés de estar na concentração, ele estava pelos bordéis. Tanto que certo dia, qdo Paulo Machado de Carvalho notou sua falta, foi até um famoso bordéu, onde Mané estava. Surpreso, Garrincha exclamou:
    – Dr. Paulo?? Até o sr. por aqui??? risos…..

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