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Coluna do Fiori

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.

http://www.navegareditora.com.brEmail:caminhodasideias@superig.com.br

apito limpo

“Quem não deve, não teme”

Provérbio Português

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Afinal diretoria do SAFESP é enquadrada

Segundo determinação judiciária, às 14hs00 do dia 24/03/2021 Regildenia de Holanda Moura deverá se apresentar ao Dr. José Salmazo Filho,

Delegado

Titular do 23º DP e entregar os computadores da entidade para realização pericial no Instituto de Criminalística,

Constatar

A veracidade ou não da denúncia de que Marcelo Marçal ex-árbitro e basal integrante do blog que adota seu nome teria raqueado o sistema tecnológico SAFESP.

Acredito

Que o nobre jurisprudente Aurelio Sant’Anna Martins, autor da representação, não induza sua vice fazer o famoso: Não vi, não li e não sei.

Importante

Marçal, espontaneamente, procurou a Justiça, no recente 08/03/2021, e disponibilizou seu equipamento para ser periciado.

Maneirou

A mansa punição estabelecida pela CA-FPF alusiva à péssima atuação do assoprador de apito Lucas Bellotte durante o curso da contenda Portuguesa Santista 2 x 2 Portuguesa de Desportos disputada no dia 01/03 concernente a Série A2 do Paulistão 2021, me faz acreditar que o abrandar acatou pedido de algum dos nefastos padrinhos originários das diversas classes denominadas influentes que dirige ou é integrante do quadro diretivo e conselho da CBF, FPF e Clubes

Dou

Irrestrito apoio ao arbitro Denis da Silva Ribeiro Serafim da Federação Alagoana, integrante do quadro CBF, por ter urinado dentro do campo minutos antes do inicio da partida Boavista-RJ 3 x 1 Goiás, atinente a Copa do Brasil 2021;

Aclaro

Possuidor de incontinência urinaria (pessoa sente uma vontade repentina e incontrolável de urinar) Denis da Silva toma medicação,

Entretanto

No interior do vestiário, se ligou que estava vazia, foi para o campo e repentinamente aconteceu o imprevisto.

Urubus

De aspecto humano cessem suas gozações, este mal poderá atingi-los:

Respeitem o cidadão, chefe de família e confrade

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3ª Rodada da Série A1 do Paulistão 2021

Sábado 06/03

São Paulo 4 x 0 Santos

Árbitro: Luiz Flavio de Oliveira (FIFA)

VAR

Jose Claudio Rocha Filho

Item Técnico

Trabalho normal dos representantes das leis do jogo

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 01 para são-paulino, idem para santista

Domingo 07/03

Corinthians 2 x 1 Ponte Preta

Árbitro: Raphael Claus (FIFA)

VAR

Jose Claudio Rocha Filho

Item Técnico

Duas inaceitáveis ocasiões

1º – No lance da disputa pela bola entre o corintiano Jemerson e oponente João Veras, sutilmente, João Verás usa o braço direito, tirou Jemerson da disputa, seguiu e chutou a esférica profundo da rede;

Próximo

Da jogada o indeciso Rafael Claus nada marcou, VAR o apoiou

2º – Mateus Vital, meia corintiano, tentando dominar a pelota dentro da área ponte-pretana foi atropelado por oponente;

De

Frente pro lance Rafael Claus nada marcou, jogo seguiu, dois lances após ele desperta, paralisa a contenda apontando a marca da cal;

Penalidade

Batida por Jô, rebatida do goleiro, voltou para Jô marcar o gol da vitória corintiana

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 02 para corintianos e 01 para defensores da macaca

Cartão Vermelho: Cantillo defensor corintiano por ter dado explicito pisão no tornozelo da perna direita do oponente do oponente

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Final da Copa Brasil 2021

Palmeiras 2 x 0 Grêmio

A equipe alviverde tornou-se Campeã da Copa Brasil 2021

Árbitro: Bruno Arleu de Araújo (FIFA-RJ)

VAR

Igor Junio Benevenuto de Oliveira-MG

Item Técnico

Trabalho normal do árbitro e assistentes

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: Zé Rafael, Mayke, Esteves e Marcos Rocha e Paulo Miranda, Kanneman (Grêmio)


Confira abaixo o programa “COLUNA DO FIORI”, desta semana.

Nele, o ex-árbitro comenta assuntos, por vezes, distintos do que são colocados nesta versão escrita:

*A coluna é também publicada na pagina http://esporteformigoni.blogspot.com

*Não serão liberados comentários na Coluna do Fiori devido a ataques gratuitos e pessoais de gente que se sente incomodada com as verdades colocadas pelo colunista, e sequer possuem coragem de se identificar, embora saibamos bem a quais grupos representam.


Política

A tragédia e a ópera bufa                                      

                                       

Polichinelo, um dos personagens centrais na Commedia dell’arte.

O eleitorado poderá optar pelo bom senso. Que ainda não tem nome nem rosto

Duas insistentes questões estão postas.

Primeira: há cinco anos, a tese processual sobre o foro da Lava Jato foi levantada. Por que ressurgiu, logo agora? A decisão do ministro Edson Fachin, invocando-a, ocorreu quando o seu colega Gilmar Mendes já se preparava para relatar, na Segunda Turma do STF, o que fez ontem, a ação que contesta a imparcialidade do juiz Sérgio Moro no julgamento dos processos do ex-presidente Lula.

Fachin atropelou Gilmar. Aproveitando uma sonolenta tarde de segunda-feira, 8 de março, o surpreendeu com sua decisão monocrática. Precipitou-se para não perder a chance de ser o autor da última palavra.

Na concepção do seu voto, Lula ganha a vantagem de reaver seus direitos políticos, com a possibilidade de se candidatar, graças à anulação das sentenças proferidas em Curitiba. E Moro se livra do julgamento da parcialidade. Já na linha de Gilmar, ao votar pela suspeição de Moro, são beneficiados, além de Lula, parlamentares e empresários condenados pelo juiz.

A segunda questão: ao contrário da primeira, não terá resposta imediata. O que significam estas decisões para os que propõem uma alternativa ao confronto Lula-Bolsonaro na sucessão de 2022?

Os dois candidatos caracterizam o confronto radical. A polarização já está nas ruas e nas redes, mas ainda não está na política. A conjuntura é nova, mas não definitiva. Um quadro em processo de construção, portanto, ainda instável.

O centro é uma hipótese com quatro ou cinco nomes. Terá mais trabalho, agora, para se colocar e arrebatar o eleitorado. Quem sabe, num cenário otimista, pode-se descobrir, ao longo da campanha, que os brasileiros estão saturados da intransigência eleitoral que explora o ódio e a rejeição.

Na eleição disputada por Collor e Lula, em 1989, nenhum dos dois era protagonista. No início, as apostas se concentravam nos grandes e conhecidos nomes da política, como Ulysses Guimarães e Leonel Brizola. Na eleição de 2018, Jair Bolsonaro contava que, depois de 30 anos como deputado do baixo clero, sua candidatura a presidente era uma forma de sair de cena bem, transferindo espaço político aos filhos.

O subconsciente do eleitor, como se diz, é indevassável. Até que surja o nome mágico.

Lula tem condições de atrair parte do centro se o PT raivoso deixar. Dominado pela ala Gleisi Hoffmann, o lulismo primitivo tem aversão a empresários, imprensa e partidos. Como se dará com o centro? Bolsonaro ainda pode mitigar o negacionismo com que trata a pandemia, e reconquistar apoiadores que perdeu pela crueldade na gestão da atual catástrofe sanitária. Terá de abandonar o papel macabro de “presidente de cemitério”, como definiu com precisão o jurista Miguel Reale Júnior.

O centro terá sobrevida, também, se os extremos, ao partirem para a guerra de extermínio, assustarem o eleitorado. A disputa da rejeição depende de como Lula será considerado. Pela amostra da repercussão internacional da decisão de lhe restituir os direitos políticos, é possível ter uma ideia. Voltará como um injustiçado e perseguido? O eleitorado pode achar pouco a devolução da elegibilidade para quem ficou preso mais de um ano?

Por outro lado, Bolsonaro está sendo rejeitado até por movimentos de direita. Tentará esgotar sua reserva de cinismo para se transformar em garoto propaganda da vacina, que renegou com sarcasmo?

Não há fórmula pronta para os destinos do centro. Esta história a que estamos assistindo não se desenvolve como um roteiro de cinema, em que os papéis do mocinho, do vilão, do juiz e do promotor são carimbados. A realidade política mistura tudo. O eleitorado, entre a tragédia e a ópera bufa, poderá optar pelo bom senso. Que ainda não tem nome nem rosto.

Rosângela Bittar: Jornalista – Publicado no Estadão do dia 10/03/2021

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Finalizando

Que é a maioria? A maioria é tolice.

O bom senso sempre tem sido de poucos.

Convém pesar os votos e não contá-los.

Friedrich Schiller: foi um dramaturgo, poeta, filósofo e historiador alemão

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Chega de Corruptos e Corruptores

Se liga São Paulo

Acorda Brasil

SP-13/03/2021

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