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Coluna do Fiori

fiori - dicunto

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.

http://www.navegareditora.com.brEmail:caminhodasideias@superig.com.br

apito limpo

“Enfrentar preconceitos é o preço que se paga por ser diferente”

Luiz Gasparetto – é psicólogo, médium espirita e escritor brasileiro

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Exultação

É o que passei a sentir após leitura do inserido na página A20, do Estadão, abrangendo esportes, dentre estes o espaço intitulado “EUA recebem novos dados sobre cartolas brasileiros”: Participando que os procuradores americanos receberam novas provas relacionadas aos dirigentes do futebol brasileiro, no âmbito do processo que irá julgar em Nova York o ex-presidente da CBF, José Maria Marin e outros, por corrupção.

Solidário

1

Dentre os indiciados estão Ricardo Teixeira e Marco Polo Del Nero, atual presidente da CBF, a quem, na época das primeiras denúncias, logo após seu correr do FBI, em retorno ao Brasil, Arthur Alves Junior, presidente do SAFESP, seu contínuo e antigo subserviente, na maior cara dura, fez uso do site da entidade sindical para prestar-lhe solidariedade, afiançando ser conhecedor de sua inteireza. Melhor rir kkkkkkkkkkkk e muito desta piada

Inconsequentes

São os componentes do MP, sequencialmente, os julgadores, que teimam fazer parte dos diversos setores da CBF, federações, em especial, a Federação Paulista de Futebol e clubes a ela filiados, sabedores das falcatruas cometidas por seus dirigentes

Suspeita

Este comportar fez-me desconfiar de suas reais intenções no exercício do cargo púbico, quando do julgamento de um dos seus pares de diretoria ou conselho deliberativo, vez que: mesmo não os julgando, através amizade, pode exercer influência sobre seu confrade

Varrição

Continuo entendendo que necessitamos e urgentemente que a parte descomprometida dos integrantes do MP, assim como, do Judiciário Federal, principie Operação Lava Jato nas administrações de todas as entidades ligadas ao futebol profissional; se possível, dedicando máxima atenção na diretoria das entidades dos árbitros nos últimos 20 anos

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26ª Rodada da Serie A do Brasileirão – 2016

Sábado 17/09

Corinthians 0 x 2 Palmeiras

Árbitro: Heber Roberto Lopes (FIFA-SC)

Item Técnico

Deixou passar batido e inverteu a sinalização de faltas, movido por Carlos Berkenbrock (SC) assistente 02; marcou um impedimento inexistente, assim como, um existente e não marcado

Item Disciplinar

O mais grave!  Não ter expulsado do campo de jogo, o corintiano Vilson, quando da mal-intencionada cotovelada no oponente Roger Guedes

No Todo

Como sempre quis aparecer e muito, para tanto, faltou pendurar melancia no pescoço

Domingo 18/09

Atlético-PR 1 x 0 São Paulo

Árbitro: Anderson Daronco (FIFA-RS)

Itens Técnico/Disciplinar

Trabalho aceitável do principal representante das leis do jogo, igualmente como, dos assistentes

Copa do Brasil – 2016

Quarta Feira 21/09

Corinthians 1 x 0 Fluminense

Árbitro: Rodolpho Toski Marques (ASP-FIFA-PR)

Árbitro Assistente 01: Bruno Boschilia (FIFA / PR)

Árbitro Assistente 02: Ivan Carlos Bohn (ESP-PR)

Quarto Árbitro: Edivaldo Elias da Silva (CBF-2-PR)

Item Técnico

Impedimentos:

– Nos primeiros minutos da contenda ocorreram dois lances de impedimentos do atleta Cicero, defensor do Fluminense, corretamente sinalizados pelo assistente-02, que terminaram com a redonda no fundo da rede corintiana, gerando as primeiras reclamações

– Bruno Boschilia, assistente 01, marcou impedimento do atleta Douglas, da equipe carioca; no ato, entendi acerto do assistente, pós-reprise, acomodado em uma cadeira, observei ser lance legal, mesmo assim, tenho consciência de lance dificílimo a olho nu

– mais a frente, apesar da tardança, Bruno Boschilia apontou e corretamente a posição de impedimento do atacante Richarlison, do Fluminense, cuja redonda, terminou no fundo da rede corintiana

Pênalti

Em meu entender ocorreu penalidade máxima quando esperto e leve toque do corintiano Fagner no oponente Richarlison

Item Disciplinar

Conforme súmula, o árbitro advertiu com cartão amarelo dois defensores do Fluminense: Cicero Santos e Marco Antonio de Mattos Filho (Marquinho) por terem desaprovado suas determinações, com palavras e gestos

Dá um tempo

Ao relatar que tirou o cartão vermelho do bolso e o mostrou diretamente para o atleta Marco Antonio de Mattos Filho (Marquinho), que o contestou com gestos, como também, com a palavra “vai se fuder” no momento que houvera sofrido falta não sinalizada; o árbitro Rodolpho Toski Marques, demonstra querer ser mais realista que o rei, ou, que, queira, agradar ao todo “poderoso” Sérgio Correia da Silva e semelhantes que comandam a CA-CBF, vez que, tivesse o mínimo de bom senso, discerniria que não foi ofensa, foi desabafo

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Politica

O tamanho da podridão

2

A prisão do ex-ministro da Fazenda Guido Mantega, ainda que apenas por algumas horas, significa que o escândalo da Petrobrás alcançará mais gente e gente muito mais graúda do que os notórios operadores do PT que hoje amargam a prisão. Já se sabia que o propinoduto que ligou a máquina do Estado aos cofres do PT era o pilar de um método de governo, sendo o ex-presidente Lula o “chefe supremo” do esquema de corrupção, como autoridades já denunciaram. Mas as suspeitas que recaem sobre Mantega, se comprovadas, mostrariam a extensão do contágio por grande parte do primeiro escalão da administração, passando o próprio governo a ser visto como uma organização criminosa.

Mais longevo ministro da Fazenda da história brasileira, Mantega tornou-se, ao lado da presidente cassada Dilma Rousseff, o grande símbolo do jeito petista de governar. Enquanto Dilma, em seu dialeto peculiar, agredia a realidade de sua desastrosa administração com frases desconexas, Mantega, sempre com ar professoral, tratava de insultar a inteligência alheia com dados sem sustentação e retórica vazia para comprovar o acerto da famigerada “nova matriz econômica” – aquela que quase quebrou o Brasil. O ministro da Fazenda era a face mais conhecida da impostura do PT na condução da economia, um obediente executor das fantasias nacional-desenvolvimentistas de Dilma. Nada, porém, indicava que ele tivesse feito uso de seu cargo e de seu poder para fazer algo além de destruir as finanças do País.

Tudo isso mudou ontem. O juiz Sergio Moro aceitou pedido do Ministério Público Federal para que Mantega fosse preso, sob acusação de que o petista, em novembro de 2012, quando era ministro, solicitou ao empresário Eike Batista recursos para o pagamento de dívidas de campanha do PT. A informação foi prestada pelo próprio Eike em depoimento ao Ministério Público em maio passado.

Em 2012, o Grupo OSX, de Eike, integrava um consórcio que havia obtido um contrato de US$ 922 milhões com a Petrobrás para a construção de plataformas. Suspeita-se de que Mantega tenha pedido a propina como compensação por esse contrato. Sem experiência na área, o consórcio contemplado não conseguiu entregar as plataformas.

Em seu depoimento, Eike disse que Mantega solicitou R$ 5 milhões para o PT. O dinheiro, depositado no exterior, foi entregue por meio de falsa prestação de serviços pela empresa de João Santana, o marqueteiro do PT. Para Eike, não estava claro que se tratava de uma contrapartida por seu contrato com a Petrobrás, mas não é preciso grande perspicácia para desconfiar dos reais motivos de Mantega – afinal, como disse Eike, “o ministro da Fazenda me pediu, o que é que você faz?”. Além de ministro da Fazenda, Mantega era presidente do Conselho de Administração da Petrobrás.

Eike e Mantega, segundo o depoimento do empresário, trataram a propina como “doação eleitoral”. Em seu despacho, Moro lembra que não cabe a um ministro de Estado “solicitar doações eleitorais ao partido do governo, ainda mais doações sub-reptícias”, feitas “através de contas secretas mantidas no exterior e com simulação de contratos de prestação de serviço, meio bem mais sofisticado do que o usual mesmo para uma doação eleitoral não contabilizada”.

Para Moro, está clara a “similaridade com o modus operandi verificado no esquema criminoso da Petrobrás”. Eis o que realmente importa a essa altura. São muitas as evidências de que o grande sistema de corrupção implantado pelos petistas pode ter tido entre seus operadores o mais importante ministro de Estado tanto de Lula como de Dilma. Terá sobrado um canto que seja de seus governos que não tenha sido conspurcado?

É claro que os petistas, sem ter como defender o ex-ministro, apelam à já tradicional vitimização, pois Mantega foi detido quando estava num hospital acompanhando a mulher, que se tratava. Ao decidir revogar a prisão – pedida porque, segundo os procuradores, havia risco de destruição de provas –, Moro disse que ele, os policiais e o Ministério Público desconheciam a situação familiar do ex-ministro. Mas Lula, sempre ele, já andou dizendo que a prisão de Mantega prova que “qualquer tese de humanitarismo foi jogada no lixo”. Sobre a grave acusação que pesa sobre o ex-ministro, nem um pio.

Editorial do Estadão – Publicado na página A3 da Sexta Feira 23/09/1026

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“Se houver lucro na mentira, prefiro a perda por dizer a verdade”

Helgir Girodo – pensador

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Chega de Corruptos e Corruptores 

Se liga São Paulo

Acorda Brasil

SP 24/09/2016

*A coluna é também publicada na pagina Facebook:  “No intervalo do Esporte”

*Não serão liberados comentários na Coluna do Fiori devido a ataques gratuitos e pessoais de gente que se sente incomodada com as verdades colocadas pelo colunista, e sequer possuem coragem de se identificar, embora saibamos bem a quais grupos representam.

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2 comentários sobre “Coluna do Fiori

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