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Corinthians assinou 2.500 Notas Promissórias como garantia de pagamento do estádio

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Fala-se muito, nos bastidores, do quanto amarrado foi o contrato de intermediação da Caixa com o Corinthians para que o clube conseguisse êxito no empréstimo de R$ 400 milhões do BNDES, que ajudou, se tanto, a quitar parte dos juros da Arena em Itaquera.

Há clausulas importantes, que, em caso de descumprimento (falta de pagamento), podem não apenas levar à perda do estádio, mas também do restante do patrimônio alvinegro, incluindo o Parque São Jorge.

Mas as loucuras para construção do empreendimento não cessaram por ai.

Por ordem do deputado federal Andres Sanches (PT), os presidentes subsequentes, Mario Gobbi e Roberto “da Nova” Andrade, amparados em aval do diretor financeiro Raul Correa da Silva (todos assinaram), amarraram o clube com 2.500 Notas Promissórias em favor do Fundo que administra as contas da Arena (gerido pela BRL Trust, ou seja, a Odebrecht).

Em resumo, a Odebrecht tem o Corinthians nas mãos.

Funciona assim: a cada R$ 500 mil amortizados da pendência do estádio, a BRL devolve uma Nota para o Corinthians, que dá fim ao documento.

A dívida total ultrapassa R$ 1,3 bilhão (sem contar juros e correções).

Poucas, até o momento, foram eliminadas.

Nesses sistemas, aprovados e assinados pelos dirigentes alvinegros, se o Corinthians não conseguir honrar os compromissos do estádio poderá perder todo o patrimônio (para a CAIXA), sem reduzir um centavo das dívidas adquiridas (que terão que ser pagas à construtora).

Enquanto isso, aparentemente sem dar importância à gravidade da situação, os responsáveis pela irresponsabilidade seguem “negociando” no Parque, posando de bons moços, com discurso sem verdade.

Andres Sanches e André Negão enriqueceram e continuam a retirar dinheiro do estádio na contratação de empresas fajutas (ligadas a torcedores “organizados”), como as recentemente reveladas, envolvidas na construção de uma creche (R$ 4 milhões) e até na pintura do muro da Arena (R$ 150 mil).

Gobbi sumiu, Andrade permanece dando cobertura à sacanagem e Raul Corrêa bancando reuniões (quase todas realizadas na sede da BDO – sua empresa) em que tenta se promover como alternativa ao poder, enganando alguns, aliando-se a outros enganadores ou simplesmente sendo ajudado por quem finge se enganar, no intuíto de atingir o poder a qualquer custo.

O estádio de Itaquera é belíssimo, mas o negócio para viabilizá-lo trata-se de um dos maiores crimes já realizados contra os cofres do Corinthians, com os autores identificados, mas ainda atuantes, longe da punição ou mínima investigação sobre seus atos.

Pelo menos do Corinthians, porque a Polícia Federal, através da Operação Lava-Jato, avança sobre os atos de corrupção das pessoas envolvidas no negócio (Lula, Andres Sanches, André Negão, etc.),  que, tudo indica, estão próximos da prisão, podendo, em consequencia de seus atos, ampliar ainda mais a conta do Corinthians (vítima dos citados, mas, judicialmente, participe da sujeirada, com aval dos dirigentes).

EM TEMPO: além das 2.500 Notas Promissórias assinadas pelo Corinthians em favor da Odebrecht, o clube já havia assinado outras 40, para viabilizar o empréstimo do BNDES, conforme informamos em dezembro de 2013. Confira no link abaixo:

Gestores do “Fielzão” tiveram que emitir 40 notas promissórias para a CAIXA intermediar empréstimo no BNDES

andres e lula

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