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Negociações ‘trapalhonas” de Rodrigo Caio serviram para indispor o São Paulo com mercado europeu

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Por divergências de comissionamento, o São Paulo deixou de vender o jogador Rodrigo Caio, duas vezes na mesma semana, para equipes espanholas.

O Valência não gostou de saber que pagaria R$ 54 milhões ao Tricolor, mas que apenas R$ 40 milhões do montante entrariam nos cofres do clube, e, mesmo assim, diante do flagrante quadro de desvio de conduta (e dinheiro), o presidente do clube brasileiro, Carlos Miguel Aidar, exigia que outros R$ 5,4 milhões fossem desembolsados pelos espanhóis a título de comissão para intermediários.

Depois do desacerto, descobriu-se que, na tentativa posterior de negociação, em vez de vender o meio-campista ao Atlético de Madrid, conforme noticiado por aqui, a operação, na verdade, tratava-se de coloca-lo gratuitamente na equipe européia (como barriga de aluguel), com o empresário Jorge Mendes desembolsando R$ 40 milhões (em desconformidade com a leis da FIFA), para então, revendê-lo, a outros mercados ou até aos próprios espanhóis, por quantia superior.

O impasse se deu porque o agente queria pagar parcelado, mas Aidar, segundo informações, exigia, ao menos, metade a vista, além de R$ 4 milhões de comissões, pagos em conta de terceiros nos Estados Unidos.

Fato é que os impasses e desacertos serviram para expor o São Paulo, que sempre teve boa fama no exterior, como clube sujeito a negócios nebulosos, em que os dirigentes não poupam esforços para resguardar interesses pessoais em detrimento da instituição a que deviam defender.

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