Coluna do Fiori
FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE
Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.
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“Existem pessoas que se dizem sinceras, mas dentro delas fervilha a mentira com que temperam a maldade que praticam”.
Autoria desconhecida
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Nova Fase para os Árbitros
Foto copiada do Facebook, referente postagem efetuada pelo blogueiro Marçal, sobre a entrevista do atual presidente da CA-CBF, Sérgio Correa da Silva, ao radialista e blogueiro pernambucano: Paulo Lira, responsável pelo Blog Noticias na Mira.
Na tarde/noite deste sábado 05/07, através internet procurei o radialista Paulo Lira perguntando se houve intermediário para que Sérgio lhe concedesse a entrevista; resposta:
“Não houve intermediário, gosto muito do Sérgio Correa, independente de como ele dirige a arbitragem nacional. Isso não quer dizer que concordo com tudo que ele faz.”
Depois do aclaramento, pergunto:
1º – O que Sérgio Correa da Silva, entende como moda antiga?
2º – Será que Sérgio Correa da Silva, conseguirá mudar seus métodos no tratamento para com os árbitros?
3º – Será que ele deixara de se aconselhar com seus superiores sobre quem e quando escalar?
4º – Será que Sérgio Correa da Silva ira se afastar do seu amigo Reinaldo Carneiro Bastos, o mesmo que mandava e tentava agredir os árbitros e, futuro presidente Federação Paulista de Futebol?
5º – Se tomar como espelho as arbitragens da Copa, principalmente, as do Japonês e, do espanhol; O que ira mudar?
Realidade
Para que ele faça mudanças na acepção da palavra, haverá necessidade que deixe sua prepotência e vaidades de lado; clareando: Ter a humildade de reconhecer que seus métodos são os mesmos de antigamente, ou seja, são escalados os árbitros com maior poder político. Este papo de ter “autonomia” é pura balela.
Concluindo
Quem tem boca fala o que quer; não nos esqueçamos que o papel aceita tudo, como também, na pratica a teoria é outra:
Quartas de Final da Copa 2014
Sexta Feira 04/07
França 0 x 1 Alemanha
Árbitro: Nestor Pitana (ARG)
Assistente 01: Hernán Maidana (ARG)
Assistente 02: Juan Pablo Belatti (ARG)
Item Técnico
Fosse árbitro orientado por dirigentes da Comissão Nacional dos Árbitros e sua filiada certamente teria soprado a latinha, por volta, do nono minuto da etapa inicial, quando da caída forçada de um alemão, após empurra-empurra entre os dois
O mesmo aconteceu aos 14 minutos da segunda etapa, desta feita no interior da área germânica, ocorreu leve segura na camisa de um Frances, que, malandramente, lançou seu corpo à frente, para tentar cavar a penalidade
Item Disciplinar
Cartões amarelos corretamente aplicados
Conclusão
Nestor Pitana, árbitro da contenda, bem como, seus assistentes, desenvolveu trabalho coerente e discreto.
Brasil x Colômbia
Árbitro: Carlos Velasco Carballo (ESP)
Assistente 01: Roberto Alonso Fernandes (ESP)
Assistente 02: Juan Yuste (ESP)
Item Técnico
O singular acerto: marcou a penalidade máxima cometida por Julio Cesar goleiro da seleção brasileira.
Item Disciplinar
Desprezou as leis do jogo desde o inicio da refrega por ter compactuado com a violência perpetrada por atletas dos dois lados,
– por não ter expulsado o goleiro Julio Cesar após cometer a penalidade máxima
– se Neymar sofreu diversas faltas;
– não podemos deslembrar que o mesmo ocorreu com o atacante colombiano James Rodrigues
Episódio Neymar
Após ver e rever o lance do escanteio favorável a Colômbia, cobrado da direita do ataque; liguei-me que o árbitro Carlos Velasco Carballo, estava fora da grande área e próximo da linha da meia lua; colocação que lhe dava condições normais para visualizar e avaliar o acontecimento do colombiano Zúñiga em cima do atacante Neymar.
Conclusão
Estou convencido que tanto quanto seus colegas, que o árbitro espanhol Carlos Velasco Carballo, tenha recebido orientações para evitar advertências com o cartão amarelo, e, por subserviência, como pagamento por sua entrada e permanência no quadro FIFA: Mas que rapidamente, concordou.
Resumindo
Tudo dominado por interesses políticos e comerciais
Observação
No ato, havendo sinceridade, sou convicto que somado a mim, maioria dos que assistiam à partida x Colômbia, sobretudo, os árbitros/analistas das emissoras televisivas e rádios, assim como dos jornais, blogs e demais meios de comunicação, não podem afirmar que o árbitro tenha visto a falta praticada pelo atleta colombiano.
Sábado 05/07
Argentina 1 x 0 Bélgica
Árbitro: Nicola Rizzoli (ITA)
Nos itens técnico/disciplinar os representantes das leis do jogo não foram muito exigidos. No todo da refrega, trabalho normal
Holanda 0 x 0 Costa Rica
No tempo normal, idem na prorrogação
Na decisão por penalidades máximas
Holanda 4 x 3 Costa Rica
Árbitro: Ravshan Irmatov (UZB)
Item Técnico
Deixou de marcar penalidade a favor da Costa Rica quando um dos defensores da Holanda, usando de força desproporcional, fez uso do ombro, para tirar um dos atacantes costarriquenhos da jogada, no momento que se encontrava de frente para a meta, próximo da pequena área e, com clara possibilidade de chutar a redonda pro fundo da rede da seleção holandesa
Item Disciplinar
Aceitável
Política
Edição do Alerta Total
Por Jorge Serrão
O Desgoverno Petralha e a Seleção Brasileira
A chuteira da humildade, da marca Kichute, não sai da minha cabeça. Portanto, em meio ao nacionalismo ludopédico, faria gol contra se não falasse de futebol. No dia 13, tudo acaba. Aliás, um jogador com o número 13 já acabou com a Copa do Neymar Jr. O partido com o número 13 continua acabando com o Brasil – embora sua propaganda minta no sentido contrário. Coisas de um País subdesenvolvido que parece uma linda arena superfaturada, para alegria dos cartolas da oligarquia financeira e dos craques da politicagem…
A Seleção Brasileira tem condições de conquistar o Hexacampeonato? Claro que tem. Mesmo que não jogue o futebol idealmente desejado. A imensa torcida a favor empurra qualquer time. O nosso tem algumas limitações que vêm comprometendo. É lento na saída de bola da defesa para o ataque. O meio de campo não arma jogadas com eficiência para a brazuca chegar rapidamente aos atacantes que podem fazer gols. Erramos muitos passes. No entanto, nossa defesa é muito boa. Os zagueiros até se apresentam no ataque e conseguem fazer gols. O goleiro passa confiança.
Dos quatro finalistas (Alemanha, Holanda e Argentina), somos os menos eficientes taticamente. Porém, na hora da decisão, pode falar mais alto a garra para segurar a pressão do adversário e fazer gol. A Seleção Brasileira é emocional. A Argentina, passional, focada no Messi e agora seriamente desfalcada pelo meia Di Maria. A Holanda, embora muito técnica e racional, também sente a pressão (como mostrou o jogo contra a Costa Rica – “campeã moral”, porque não perdeu um jogo sequer e ainda teve a defesa menos vazada do torneio). A Alemanha (Deutschmengo ou Flalemanha, por causa daquela camisa rubro-negra) exagera na dose de racionalismo calculista. E a imprensa alemã ainda considera o eficiente time deles “defensivo demais”… Imagina se fosse ofensiva…
Outra pergunta: a saída de Neymar Jr – considerado nosso “principal jogador” – inferioriza e inviabiliza a Seleção Brasileira? A resposta concreta é: Não! (Um não rotundo, como diria o Leonel Brizola da Dilma Rousseff). Pelo contrário, o time dirigido por Felipão, que jogava em função do Neymar, agora terá de jogar em equipe, na busca do título de campeão – que interessa aos jogadores e aos apostadores na continuidade do desgoverno petista. Se o time conseguir passar pela Alemanha, fica enorme a chance de conquistar a taça no Maracanã, dia 13.
Mais uma pergunta de resposta fácil sobre esta final: Se a Presidenta Dilma Rousseff for ao estádio para entregar o troféu ao campeão, ela será alvo de vaias e xingamentos – como ocorreu no jogo de abertura da “Copa das Copas”? Claro que vai… Dilma é candidata a perder a reeleição. Também é muito cotada para “tomar no TCU” (terá de explicar no Tribunal de Contas da União as besteiras que autorizou quando foi “presidente” do Conselho de Administração da Petrobras, nos tempos em que Lula da Silva era o presidente de fato do Brasil – hoje ele é apenas o “Presidento”).
A torcida (novamente a tal elite branca?) não perdoará Dilma e seu colega Josef Blatter (que comanda a FIFA). Lula que também não ouse aparecer no Maracanã… Se a Seleção Brasileira vencer, Dilma toma a vaia, mas poderá tirar proveito político, posterior, do clima psicológico de vitória. Se ocorrer o contrário – coisa inimaginável para a petralhada -, o jogo reeleitoral se complica…
A ficção tem dons premonitórios. O 16º episódio da 25ª Temporada de “Os Simpsons”, que fala da Copa de 2014, previu até uma lesão ao Neymar. No filme, “Você não tem que viver como um árbitro”, Homer é indicado para apitar a final entre Brasil e Alemanha. No jogo, o craque brasileiro “El Divo” (que lembra Neymar Jr) toma uma porrada feia, depois de vários dribles nos adversários, e Homer nada marca. O craque sai do campo machucado… No filme, mafiosos tentam subornar Homer para garantir a vitória do País do Futebol…
O Homer Simpson tem o perfil do eleitor do PT: um cinismo egoísta que tem a crença idiota de sempre se dar bem no final das contas, custe o que custar. Este é o arquétipo do imbecil coletivo que se transforma em um caso patológico, agravado e sem cura, quando entra o componente do fanatismo ideológico. O fundamentalismo petista combinado com a corrupção petralha dos valores gera um monstro politicamente canceroso – capaz de destruir o tecido social, na consolidação do regime Capimunista (o aparelhamento do Estado e a parceria de negócios com grandes empresas, daqui e de fora, para enriquecer a companheirada na cúpula do poder).
O Brasil precisa expulsar de campo o time da petralhada. O aumento do custo de vida, a sensação psicológica de inflação, os juros altos para pegar e pagar empréstimos, a redução do poder de compra ou de consumismo, o endividamento da classe média e a vontade subjetiva de que algo precisa mudar para melhor (sensação que parece cristalizada no eleitorado brasileiro), além da bronca com a corrupção e a injustiça, tendem a ser elementos fatais para derrotar o PT na eleição.
Promessa de cura
A Seleção Brasileira pode até ganhar a Copa do Mundo. Mas o regime do PT não pode continuar no mundo do poder.
Finalizando
No meio de um povo geralmente corrupto a liberdade não pode durar muito.
Edmund Burke
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Chega de Trapaceiros, de Corruptos e Corruptores
Se liga São Paulo
Acorda Brasil
SP-06/07/2014
*Não serão liberados comentários na Coluna do Fiori devido a ataques gratuitos e pessoais de gente que se sente incomodada com as verdades colocadas pelo colunista, e sequer possuem coragem de se identificar, embora saibamos bem a quais grupos representam.






