A falsidade do delegado Mario Gobbi
Em recente encontro de cartolas, momentos tensos foram protagonizados pelos presidentes de São Paulo e Palmeiras.
De maneira compreensível, Paulo Nobre se recusou a cumprimentar Carlos Miguel Aidar, que, meses antes, desandou a falar bobagens e deselegâncias sobre o Verdão.
Porém, a ação mais desqualificada da noite envolveu o presidente do Corinthians, delegado Mario Gobbi.
Amigo intimo de Aidar – inclusive nas sessões “delivery” de religiosas fornecidas por taxistas – o mandatário alvinegro abraçou, beijou e elogiou o dirigente palestrino pelo gesto de ignorar o são-paulino, a quem tratou como “imbecil”.
Horas depois, como de hábito, confabulava com o mandatário Tricolor, para quem, no passado, trabalhou como estagiário no escritório de advocacia.
É fato que Gobbi agiu com a falsidade que lhe é peculiar – basta ver os abraços públicos que protagoniza com Andres Sanches, seu desafeto – resta saber a quem, de fato, enganou.
Tudo indica que ao presidente do Palmeiras, já que, para o do São Paulo, até de algumas facilidades adquiridas enquanto policial civil, Gobbi deve favores.

