Corinthians de Mano Menezes dá vexame na inauguração do “Fielzão”

torcida fielzão

O Figueirense, até então último colocado do campeonato, surpreendeu ao vencer o Corinthians, por um a zero, numa partida indigna da beleza do “Fielzão”, estádio inaugurado, oficialmente, hoje, menos de um mês da abertura da Copa do Mundo.

Vale lembrar que o Timão conseguiu não marcar gol numa zaga formada por Marquinhos e Thiago Heleno, o que, por si, é uma proeza.

Mais um vexame, dos tantos, na carreira do empresário Mano Menezes, também treinador da equipe.

Na primeira etapa, absolutamente nada aconteceu no gramado, obrigando os torcedores a se divertirem mais com postagens de fotos na internet do que com o que se via de ambas as equipes.

Somente Guerrero, quase sem ajuda, teve algum destaque.

Antes da virada, uma chuva de granizo fortíssima acabou por ser um teste inesperado, entre tantos, que o estádio alvinegro superou.

De se lamentar, apenas, uma espécie de “alambrado” improvisado, e feio, num estádio projetado para não ter divisões, colocado pela diretoria do clube, com medo óbvio de ver a torcida adversária ser agredida por animais das “organizadas”.

Logo no início do segundo tempo, após receber bola da direita, Giovanni Augusto, para perplexidade da Fiel, bateu cruzado, assinalando o primeiro gol oficial do “Fielzão”.

Sem dúvida, apesar de amargo para o Timão, um momento histórico.

Por pouco não saiu o segundo gol, na sequencia, quando Wellington, de carrinho, colocou a bola no fundo da rede de Cassio, mas a arbitragem, acertadamente, marcou impedimento.

Tendo que partir para cima na tentativa de evitar o vexame, o Corinthians criou sua primeira chance aos 9 minutos, com Guilherme concluindo cruzamento de Fagner sobre o travessão.

Na pressão, aos 15 minutos, Jadson arriscou da entrada da área, mas Thiago fez grande defesa.

Um minuto depois, novamente o arqueiro do Figueira se portou bem em batida de Guilherme.

Com o passar do tempo, o ímpeto alvinegro, inexplicavelmente, foi caíndo, facilitando a vida do Figueirense, que nem precisava se esforçar muito para garantir o resultado.

Se a arbitragem tivesse expulsado o zagueiro Cleber, após mais um de seus atos de pouca inteligência, ao dar uma cotovelada no avante catarinense caido no chão, as coisas teriam ficado ainda mais complicadas.

No final, frustrados, muitos dos mais de 36 mil pagantes tiveram a certeza de que, apesar da realização do sonho do estádio, falta ao Corinthians um time de futebol digno de representar o clube na nova casa.

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