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A despedida de Mario Travaglini e a ingratidão dos jogadores da “Democracia Corinthiana”

travaglini

Ontem, o velório do cemitério do Araçá estava tomado por amigos e admiradores do treinador Mario Travaglini, este jornalista, inclusive.

Quase a totalidade das pessoas era formada por gente que viveu o futebol do passado.

Desde treinadores, como Candinho e Rubens Minelli, até ex-jogadores, alguns, já bem senhores, que jogaram com Travaglini em seu tempo de atleta.

Porém houve também destaques negativos, marcados pela ausência.

A imprensa, de maneira inacreditável, praticamente ignorou o evento, enviando, quando muito, um ou dois fotógrafos “Free-Lance”, que sequer conheciam  quem registravam.

Além do Blog do Paulinho, compareceu um ou outro, mais conhecedor da história do futebol, ente eles, Acaz Felleger, assessor de Luis Felipe Scolari na Seleção Brasileira.

Do Corinthians, um vexame.

Ninguém da atual diretoria, somente os dirigentes do período da “Democracia Corinthiana”, como Valdemar Pires, Sergio Scarpelli e Adilson Monteiro Alves.

Saltou aos olhos, porém, a ausência quase total de ex-jogadores alvinegros do referido período, sinal absoluto de ingratidão com aquele que, no mínimo, permitiu que as coisas acontecessem, desde a instauração do movimento, até a formação da fantástica equipe que conquistou os Campeonatos Paulistas de 1982 e 1983 (este já sob comando de Jorge Vieira).

Diferente foi a atitude, por exemplo, dos ex-jogadores do Palmeiras, campeões de 1966 e 1967, que fizeram questão de homenagear o treinador.

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