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Coluna do Fiori

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.

http://www.navegareditora.com.brEmail:caminhodasideias@superig.com.br

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Vigésima Oitava e Vigésima Rodada da Série A do Brasileirão – 2013

Sábado 12/10

Santos 2 x 1 Ponte Preta

Árbitro: Marcelo Aparecido R de Souza (SP)

Expulsão do santista Cicinho por ter retardado a reposição da bola ao jogo, foi correta, vez que em lance anterior, recebeu o primeiro amarelo. Os representantes das leis do jogo desenvolveram trabalho aceitável

Vitória 2 x 1 Coritiba

Árbitro: Francisco de Assis Almeida Filho (CE)

Cartão amarelo: dois pro Vitória- três pro Coritiba, corretamente, aplicados; no todo, trabalho admissível dos representantes das leis do jogo

Domingo 13/10

São Paulo 0 x 0 Corinthians

Árbitro: Wilson Luis Seneme (FIFA-SP)

Item Técnico

Por volta do quadragésimo terceiro minuto da segunda etapa, Seneme viu e marcou a penalidade máxima cometida por Diego Macedo, atleta corintiano, no momento exato que tocou no joelho do são paulino Reinaldo;

– penalidade máxima batida pelo goleiro Rogério Ceni, defendida por Cássio, goleiro Corintiano

Item Disciplinar

Cartão amarelo: 03 São Paulo – 01 pro Corinthians, corretamente aplicados, no entanto, deixou de aplicá-lo, pro sempre indisciplinado, Emerson Sheik, reclamou demais, e, tentou cavar penalidade máxima

Conclusão

Trabalho desenvolvido com tranqüilidade; fosse outro árbitro, possivelmente, teríamos outra apreciação

Atlético-PR 1 x 0 Portuguesa

Árbitro: Dewson Fernando Freitas da Silva (PA)

Trabalho natural, não teve influência no resultado

29ª Rodada da Série A do Brasileirão – 2013

4ª Feira 16/10

Grêmio 1 x 0 Corinthians

Árbitro: Sandro Meira Ricci (FIFA-PE)

Os representantes das leis do jogo desenvolveram trabalho natural

Cruzeiro 1 x 0 Fluminense

Árbitro: Paulo Henrique Godoy Bezerra (SC)

Os representantes das leis do jogo não tiveram influência no resultado; trabalho normal

Imprensa nos bastidores do futebol

Com muita tristeza, leio, ouço e vejo nos meios de comunicação o constante bajular de alguns jornalistas aos dirigentes, empresários e políticos desprovidos de honestidade que atuam direta ou indiretamente na CBF, federações, clube

Ética

Ao distorcer acontecimentos o profissional do jornalismo me faz acreditar que aufere benefícios com entidades ou pessoas a quem defendeu, contudo, com o passar do tempo, será mais um dentre os múltiplos com má reputação

Arremate

O jornalista não pode estar atrelado a interesses; deve ser independente

EM TEMPO

Aos cultores da imoralidade que assola o periodismo segue matéria inserida no jornal “O Estado de São Paulo” tendo como responsável:

Carlos Alberto Di Franco é doutor em Comunicação pela Universidade de Navarra e diretor do departamento de Comunicação do Instituto Internacional de Ciências Sociais (IICS). E-mail: difranco@iics.org.br

Jornalismo

A democracia reclama um jornalismo vigoroso e independente. A agenda pública é determinada pela imprensa tradicional. Não há um único assunto relevante que não tenha nascido numa pauta do jornalismo de qualidade. As redes sociais reverberam, multiplicam, agitam. Mas o pontapé inicial é sempre das empresas de conteúdo independentes. Sem elas a democracia não funciona. Por isso são tão fustigadas pelos que costuram projetos autoritários de poder.

Arthur Sulzberger Jr., chairman e Publisher do The New York Times, em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, sublinhou a importância de uma marca de credibilidade, independentemente da plataforma informativa: "A tradição é a maior qualidade do nosso jornalismo. É a maneira como as coisas são vistas, é a precisão de investigar, são os core values com que trabalhamos. Queremos continuar fazendo algo no qual se pode confiar. Mudar para o mundo digital significa apenas contar com novas ferramentas para fazer exatamente o mesmo. A experiência diária do jornalismo não muda, é essencialmente única".

É isso aí. Num momento de crise no modelo de negócio, evidente e desafiante, o que não podemos é perder o norte. E o foco é claro: produzir conteúdo de alta qualidade técnica e ética. Só isso atrairá consumidores, no papel, no tablet, no celular, em qualquer plataforma. E só isso garantirá a permanência da democracia. Por isso governos autoritários, apoiados em currais eleitorais comprados com o preço da cruel perenização da ignorância e, conseqüentemente, da falta de senso crítico, investem contra a imprensa de qualidade e contra os formadores de opinião que não admitem barganha com a verdade.

A crise do jornalismo está intimamente relacionada com a perda de qualidade do conteúdo, com o perigoso abandono de sua vocação pública e com sua equivocada transformação em produto mais próprio para consumo privado. É preciso recuperar o entusiasmo do "velho ofício". É urgente investir fortemente na formação e qualificação dos profissionais. Sem jornalismo público, independente e qualificado, o futuro da democracia é incerto e preocupante.

A sobrevivência dos meios tradicionais demanda foco absoluto na qualidade de seu conteúdo. A internet é um fenômeno de desintermediação. E que futuro aguarda os meios de comunicação, assim como os partidos políticos e os sindicatos, num mundo desintermediado? Só nos resta uma saída: produzir informação de alta qualidade técnica e ética. Ou fazemos jornalismo de verdade, fiel à verdade dos fatos, verdadeiramente fiscalizador dos poderes públicos e com excelência na prestação de serviço, ou seremos descartados por um consumidor cada vez mais fascinado pelo aparente autocontrole da informação na plataforma virtual.

Os diários têm conseguido preservar o seu maior capital: a credibilidade. A confiança da população na qualidade ética dos seus jornais tem sido um inestimável apoio para o desenvolvimento de um verdadeiro jornalismo de buldogues. O combate à corrupção e o enquadramento de históricos caciques da política nacional, alguns sofrendo o ostracismo do poder e outros no ocaso do seu exercício, só foram possíveis graças à força do binômio que sustenta a democracia: imprensa livre e opinião pública informada.

A revalorização da reportagem, pautas próprias e o revigoramento do jornalismo analítico devem estar entre as prioridades estratégicas. É preciso atiçar o leitor com matérias que rompam a monotonia do jornalismo de registro. Menos aspas e mais apuração. Menos Brasília e mais País real. O leitor quer menos show político e mais informação de qualidade. O prestígio de uma publicação não é fruto do acaso. É uma conquista diária. A credibilidade não se edifica com descargas de adrenalina.

Apostar em boas pautas – não muitas, mas relevantes – é outra saída. É melhor cobrir magnificamente alguns temas do que atirar em todas as direções. O leitor pede reportagem. Quando jornalistas, entrincheirados e hipnotizados pelas telas dos computadores, não saem à luta, as redações se convertem em centros de informação pasteurizada. O lugar do repórter é na rua, garimpando a informação, prestando serviço ao leitor e contando boas histórias. Elas existem. Estão em cada esquina das nossas cidades. É só procurar.

Quem tem menos de 30 anos gosta de sensações, mensagens instantâneas. Para isso a internet é imbatível. Mas há quem queira, e necessite, entender o mundo. Para esse público deve existir leitura reflexiva, a grande reportagem. Antes os periódicos cumpriam muitas funções. Hoje não cumprem algumas delas. Não servem mais para contar o imediato. As empresas jornalísticas precisam assimilar isso e se converter em marcas multiplataformas, com produtos adequados a cada uma delas.

Há um modelo a ser seguido? Nas experiências que acompanho, ninguém alcançou a perfeição e ninguém se equivocou totalmente. O perceptível é que os jornais estão lentos para entender que o papel é um suporte que permite trabalhar em algo que a internet e a rede social não fazem adequadamente: a seleção de notícias, jornalismo de alta qualidade narrativa e literária. É para isso que o público está disposto a pagar. Também na internet. A fortaleza do jornal não é dar notícia, é se adiantar e investir em análise, interpretação e se valer de sua credibilidade. Não é verdade que o público não goste de ler. Não lê o que não lhe interessa, o que não tem substância. Um bom texto, para um público que adquire a imprensa de qualidade, sempre vai ter interessados.

Política

Toga

Após contratar e dispensar os “médicos” estrangeiros da obrigatoriedade de provarem seus conhecimentos através exames junto aos CRM, a Presidente deste anárquico e corrompido Brasil, brasileiro, deveria contratar magistrados de outros países, não deixa de ser uma ótima idéia, vez que:

Devido ao longo tempo necessário para o Judiciário julgar os casos de corrupção, por uma evidente falta de juízes, a presidenta poderia agir como fez com os médicos:

Contratar juízes estrangeiros, dispensando-os do exame de Ordem e do exame de admissão à Magistratura.

Certamente:

Seriam ótimos os juízes chineses, japoneses, árabes, que até cobram as balas para fuzilamento de condenados, cortam as mãos de ladrões, etc. E mandá-los para as regiões mais carentes como Brasília, Maranhão, Alagoas, para avaliar e julgar os gastos da Copa, mensalões, dólares na cueca, verbas e demais desvios, dos quais Lula e Dilma nunca sabem de nada.

O que acha da idéia?

Finalizando

2

Chega de Mentiras, de Corruptos e Corruptores

Se liga São Paulo

Acorda Brasil

Sp-19/10/2013

*Não serão liberados comentários na Coluna do Fiori devido a ataques gratuitos e pessoais de gente que se sente incomodada com as verdades colocadas pelo colunista, e sequer possuem coragem de se identificar, embora saibamos bem a quais grupos representam.

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