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Justiça e policia bolivianas dão exemplo e lutam contra lobby para soltar líder dos Gaviões da Fiel

Numa luta absolutamente descomunal contra diversos poderes brasileiros, entre eles o Itamaraty, tanto a Justiça boliviana quanto a polícia local, através da valente delegada Abigail Saba, resistem, e dão exemplo de como tratar os tais marginais “organizados”.

Não se sabe até quando, mas já são dignos de aplausos pela força demonstrada.

Fazem parte ainda da “Força Tarefa”,  alguns deputados, como Walter Feldman (PSDB), o Corinthians, a Rede Globo e os Gaviões da Fiel, estes fomentados pelo PCC.

Decididamente, não há “santos” entre os detidos, como muita gente tenta deixar transparecer por aqui.

Todos, os 12, já participaram, em diversas ocasiões, de atos lamentáveis de suas referidas “torcidas”.

Um deles, o que querem soltar a todo custo, o Tadeu, além de líder dos Gaviões da Fiel, é homem do crime na “organizada”.

Os outros, se não mataram o garoto boliviano, certamente sabem quem o fez, e se calam, demonstrando conivência, num código de silêncio típico das facções criminosas.

Está de parabéns a delegada boliviana, dura, como tem que ser, mesmo recebendo, diariamente, o lobby de gente importante da política brasileira.

Políticos que estão escancarando a que lado servem, convocados que foram para retribuir os “favores” daqueles que lhes garantem alguns votos.

Uma vergonha brasileira, que a mídia vendida e promiscua tenta transformar em martírio de inocentes, mesmo sabedora do quão bárbaros são os detidos em Oruro.

Enquanto isso, por aqui, quem deveria estar aprendendo com o exemplo que vem da Bolívia, continua se acertando com os “organizados” para permitir livremente o tráfico de drogas, roubo de cargas e outros crimes, que abastecem o caixa dessas facções criminosas.

Pior ainda é notar que no próprio Corinthians, clube emancebado com os Gaviões, e que mantem em cargos importantes líderes da “organizada’, há a existência de um delegado de polícia, como presidente, e diversos desembargadores, juízes e promotores, incapazes de exigir o rompimento com os criminosos.

Todos, sem exceção, deveriam viajar até Oruro e assistir ao menos uma palestra das autoridade bolivianas, para ver se pelo menos a vergonha na cara aflorava, absorvendo ensinamentos que deveriam fazer parte da essência dos cargos que ocupam.

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