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Torero, 50

Por ROBERTO VIEIRA

As crônicas brasileiras são belas.

As crônicas brasileiras de futebol são únicas.

Tão belas quanto o futebol do Flamengo de Zico.

Do Cruzeiro de Tostão.

Do Santos de Pelé.

E foi justamente uma crônica sobre o Santos de Pelé.

Das crônicas mais belas deste século.

Publicada na Folha de S. Paulo em novembro de 2006.

A tal crônica continha saudade e esperança.

Amor e memória.

Perfeita do começo ao fim.

Como as tabelinhas do Rei com Coutinho.

O título da crônica era ‘O Dia Em Que Me Tornei Santista’.

Falava da despedida de Pelé.

Descrevia a chegada do sucessor de Pelé na Vila Belmiro.

Um sucessor tão inesperado quanto bíblico.

Pois criança.

Hoje?

A criança da crônica completa 50 anos.

Ainda brincando de ser Torero.

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2 Responses to “Torero, 50”

  1. Jonny Santista Says:

    Eu li esse livro dele, e o dicionário santista, mas o da versão antiga…

  2. H@milton Says:

    TORERO É A VERSÃO COXINHA LIGHT DE ASQUEROSOS COMO aldir funha e milcon breves !

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