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Boicote do Corinthians ao São Paulo gera revolta nos jogadores da base

A decisão do dono de estacionamento, e diretor das categorias de base do Corinthians, Fernando Alba, com evidente aval do presidente Mario Gobbi, de boicotar a Copa São Paulo de Juniores se o São Paulo dela participar, revoltou atletas corinthianos.

Uma decisão hipócrita, que visa holofotes, além de esconder a própria incompetência da gestão alvinegra.

Durante todos os anos em que Alba esteve no comando da categoria, atletas passaram por constrangimentos dignos de campos de concentração.

Desde os episódios de epidemia de sarna, devido a falta de higiene em equipamentos, passando pelo perigo dos dormitórios de “latão”, as denuncias de pedofilia, os campos indignos até para serem utilizados como pasto, e os balcões de negócios, envolvendo desde a alta cúpula, até o mais ralé “Fora Dualib”, não por acaso, representante de facção criminosa “organizada”.

Há anos, o Corinthians não revela, para a equipe principal, um jogador sequer digno de vestir sua gloriosa camisa.

Os poucos que se sobressaiam, foram transferidos antes mesmo de serem notados, em negociatas absurdas, que geraram grande prejuízo ao clube, como, por exemplo, o caso do garoto Marquinhos, ídolo do PSG.

“A gente espera o ano todo para jogar Copa São Paulo e esses caras que não entendem nada de futebol, para aparecer, nos tiram do campeonato… uma grande sacanagem… o São Paulo faz o que todo mundo faz… já vi jogador daqui bater na porta lá porque não aguentava mais a ser humilhado… as condições aqui são muito ruins… não tem estrutura e só joga quem é amigo de gente importante… eu mesmo, se não tivesse empresário amigo do Joaquim Grava, estava fora…”, relatou, com enorme sinceridade, um jogador da base alvinegra.

Muitos são os relatos semelhantes.

Reclamar que o São Paulo, infinitamente, hoje, mais capacitado na gestão de jogadores jovens, seja procurado por quem vive situação deplorável no exercício do aprendizado na profissão, tratando não apenas a procura, mas a posterior aceitação do clube, como “aliciamento”, é tentar tapar com a peneira o Sol da própria incapacidade.

O pior é que, não se sabe ao certo, segundo se comenta no Parque São Jorge, se o tal “boicote” será realmente levado a cabo – constituindo novo vexame na retroação – ou se, em sendo cumprido, não seria uma maneira, na verdade, de impedir a exposição de uma geração de atletas que não teria condições técnicas de participar do torneio, evitando escancarar, publicamente, mais um pouco da incompetência da pior gestão, em todos os tempos, da base alvinegra.

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