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94 gols, Corinthians, Rogério Ceni e a polêmica dos “aspirantes”

A revelação, após pesquisa do Blog do Paulinho, de que faltam apenas seis gols para o Corinthians balançar as redes de Rogério Ceni pela centésima vez ocasionou grande discussão nas redes sociais.

http://blogdopaulinho.wordpress.com/2013/05/03/por-seis-gols-corinthians-esta-muito-proximo-de-marcar-o-centesimo-gol-em-rogerio-ceni/

Gente importante, como o historiador tricolor Michael Serra, embora tenha reconhecido a existência das partidas que ficaram de fora das estatísticas anteriores, não aceitam incluí-las na contagem.

Já o conselheiro corinthiano Roque Citadini vem tirando onda com os números, postando-os frequentemente em seu twitter.

A discussão principal se baseia em critérios, não na veracidade da informação, já confirmada por todas as partes.

Há quem diga que gols de “aspirantes” não podem valer nas estatísticas.

Porém, o próprio São Paulo tem algumas liberdades tomadas em sua história de números que acabam por refutar o argumento.

Foi exatamente com um time formado por aspirantes, juniores e juvenis que o clube venceu a Copa CONMEBOL, numa equipe tratada como “expressinho”.

E se tivesse perdido ?

Diria que foi derrotado por não estar com a equipe principal ?

O próprio Rogerio Ceni, em sua contagem dos mil jogos pelo clube, incluiu um que foi anulado, pelo STJD, no Brasileirão de 2005, e que, oficialmente, nunca existiu.

A Taça João Jorge Saad de 1993, Campeonato Paulista de Aspirantes, era disputada por profissionais com idade até 23 anos, e que defendiam as cores de suas respectivas agremiações, de maneira oficial.

Houve um caso, por exemplo, do já consagrado atacante Viola, voltando de contusão, ter jogado uma das partidas desse torneio, marcando quatro gols contra o Santos, que, evidentemente, estão computados em suas estatísticas.

Ignorar esse torneio é querer jogar contra a história.

Critérios sempre geram polêmica, e os adotados em nossa pesquisa utilizaram-se de todos os dados, até então, conhecidos sobre a disputa entre o Mito tricolor e seu principal adversário.

Não há partidas retiradas ou desconsideradas.

É, no mínimo, a mais completa contagem já realizada sobre o assunto, dando sequencia, evidentemente, ao brilhante trabalho anteriormente realizado pelo já citado Michael Serra, e pelo não menos competente Celso Unzelte.

Um ingrediente a mais para divertir o torcedor nos próximos Majestosos que estão por vir.

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