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Marin comprou briga que não pode vencer

Se no início da gestão Marin, o deputado Romário ainda arriscou dar voto de confiança ao presidente da CBF, talvez tomado pela felicidade ocasionada pela queda de Ricardo Teixeira, daqui por diante, será tão ou mais implacável ao apurar seus desmandos quanto na época em que era o principal atacante do mundo.

O tempo, e as pesquisas, mostraram um passado de Marin, escabroso, embora histórico, até então desconhecido do parlamentar.

A esses fatos, foram acrescidos hábitos recentes do dirigentes, entre eles a cleptomania, ou o desejo incontrolável de roubar.

Medalhas e até energia eletrica não nos deixam mentir.

Pior do que isso, além da submissão a um par de índole mais perigosa, como é o presidente da FPF, Marin se viu preso a um indecente acordo com o antecessor, Ricardo Teixeira, que recebe mais de R$ 100 mil mensais da CBF.

Romário, até então implacável com a fiscalização à entidade, não apenas pediu CPI para os desmandos, como também demonstrou poder que Marin erroneamente desdenhou, assumindo a Comissão de Esporte da Câmara dos Deputados.

E, logo de cara, disse o que pensa sobre o mandatário da CBF.

“Ladrão !”, entre outros adjetivos desonrosos.

Marin, de passado indecente, dias antes, em declarações à Rede TV, comprou uma briga impossível de ser vencida.

Enfrentará agora um deputado que dignifica seu cargo com ações corajosas e que vão ao encontro dos desejos populares.

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