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Delegado empurra limpeza do Corinthians para debaixo do tapete

O grupo que cerca o presidente do Corinthians, o delegado Mario Gobbi, tem como discurso que o atual mandatário está limpando o clube de figuras que há anos possuem os nomes ligados a práticas de corrupção no Parque São Jorge.

Trata-se, na verdade, de uma higienização de boca, para os olhos do público, porque a sujeira, de fato, permanece embaixo do tapete.

Se os ex-dirigentes André Negão e Mané da Carne hoje pouco dão palpite nas dependências do clube, fato comemorado por muitos, continuam suas práticas pouco transparentes longe dos holofotes.

Negão, com Andres Sanches, receberam como uma espécie de “cala-boca”, participar das obras do “Fielzão”, o que, convenhamos, não é pouca coisa.

Tenta-se, nessa ação, impedir que verdades envolvendo o atual presidente, enquanto “parceiro” de Mano Menezes no departamento de futebol, possam vir à tona, além de minimizar um pouco a clara animosidade entre os grupos que cercam Mario Gobbi e a “turma do apelido”, ligada ao ex-presidente.

Outro caso em que a “limpeza” foi capitalizada pelo grupo do delegado foi o afastamento de Luis Paulo Rosenberg, atual vice-presidente, então homem forte do marketing alvinegro.

Outra ação que, de pratica, não impediu que suas ações “lucrativas” continuassem a atormentar o Corinthians.

De que adianta o afastamento físico se as empresas do ex-dirigente continuam a ser as únicas autorizadas a revenderem produtos com a marca “Corinthians”, e a cadastrarem filiais para tal ?

Um negócio absolutamente milionário.

No futebol, então, o nível se sujeira é tão grande que não houve tapete no Parque São Jorge para dar conta de esconder.

Por enquanto, até para que sejam mantidas alianças políticas, as coisas continuarão como estão, expostas, sem o menor pudor.

Um bingueiro como diretor adjunto de futebol profissional, que teve prisão solicitda pela PF por compra de sentença de Juízes.

Hábito esse difundido do Parque São Jorge, em que até o presidente do CORI e o centroavante do clube foram acusados de praticá-lo.

Na categoria de base, então, o horror é completo.

Mané da Carne continua matando sua fome por lá, enquanto coniventes “Gaviões da Fiel” do grupo “Fora Dualib”, fingem nada ver, por vezes participando de uma ou outra “jogada”, para colocarem no bolso valores que nunca esperariam na vida possuir.

A farra de empresários é notória, com a subserviência do dono de estacionamentos que é responsável pela pior gestão da história da base alvinegra.

Em que até o filho adotivo do médico famoso, tratado como “Monstrinho”, faz negócios no setor, e demite funcionários com qualificação imensamente maiores do que a do próprio.

Pois é.

A tão decantada “limpeza” realizada pelo delegado no Parque São Jorge parece mais com as imundas incursões de policiais do Detran em inquéritos da corregedoria da Policia Civil.

Joga-se fora o lixo que ninguém utiliza, esconde-se o que todos precisam, mas ninguém pode saber, e expõe-se o que politicamente é importante demonstrar.

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