Ação Judicial expõe promiscuidade entre dirigentes do Santos e a DIS

Tramita na Justiça um processo de cobrança entre o Ipuarana Centro de Formação de Atletas, contra o Santos Futebol Clube, alegando que teria direito a receber valores referentes aos contratos assinados pelo atleta Tiago Alves.

Há um contrato, aparentemente rompido unilateralmente pelo atleta quando da assinatura de contrato com o Peixe, que garantiria a empresa 40% dos rendimentos do jogador.

Embora a referida comissão tenha tudo, até pelo despacho preliminar do judiciário, para ser considerada abusiva, com indícios claros de vitória do jogador, não é este o fato que mais chama a atenção na ação.

Nas alegações da empresa, há um trecho que expões publicamente o aliciamento do atleta, por dirigentes do Santos, para que rompa contrato com o empresário anterior e assine com a DIS, que tantos problemas ocasionou ao clube.

Sabe-se lá a que preço, ou motivação.

“(…) passados alguns meses após a assinatura do contrato assinado com o Santos FC, o atleta passou a não atender os telefonemas do seu representante legalmente constituído, evitando qualquer contato pessoal. Alega que apurando os fatos, tomou conhecimento que o referido atleta teria sido motivado financeiramente por representante da empresa de agenciamento – DIS, ora influenciado pelo vice-presidente de futebol da época dos fatos, Norberto e um diretor de nome Roberto, a se emancipar com fim de assinar um novo contrato profissional sem a participação do autor.”

O “Norberto” citado na ação trata-se de Norberto Moreira da Silva, ligado ao “garoto propaganda e conselheiro do Santos, Milton Neves, que mantém negócios com o Grupo SONDAS, empresa que financia a DIS.

Evidentemente, a denúncia é grave e precisa ser apurada pelos conselheiros do Peixe, até porque, tudo indica não ter sido um caso isolado.

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