Gasolina, comida e bebida. Conselheiros não pagavam nada no Palmeiras

Continuando nossa série de esclarecimentos ao torcedor palmeirense dos motivos que levaram o clube a enfrentar a triste situação em que se encontra falaremos agora da cara de pau de alguns conselheiros em se apropriarem até de dinheiro que deveria ter sido utilizado para pagar contas ínfimas, como o combustível.

Sem dúvida, o cúmulo.

O “Vale-Gasolina” foi utilizado desde a gestão anterior, perdurando ainda pela atual, por gente renomada da vida palestrina, passando também por alguns inexpressivos.

Palaia, Busico e Gualtieri foram alguns que usufruíram bastante da “vantagem”.

Enchiam seus tanques, ou não, levavam “notinhas” e retiravam a despesa direto do caixa palestrino.

Gualtieri, então, segundo informações, era dos que mais extrapolavam.

O carro da família vivia de tanque cheio.

Chegou até a ser ressarcido por notas de restaurante, demonstração clara de quem aproveitou-se, e muito, da “moleza”concedida.

Acreditando ainda que comer e andar de carro às custas do clube era pouco, Gualtieri tratou também de incluir o “happy-hour” na jogada, bebendo nos bares do Palmeiras, sem pagar, enviando posteriormente a “notinha” para o financeiro, que tratava de não quitar a pendencia, deixando o prejuízo para o comerciante.

Uma zona.

Participavam também de hábitos semelhantes outras personalidades do mundo palmeirense, entre eles o já citado Sr. Busico, além de Palaia, Luis Bertanha, Cirillo, Corcione e Domênico Carone.

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