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Palmeiras sinaliza com armação contra o clube na arbitragem

Este espaço sempre manteve o ceticismo com relação às insinuações referentes a esquemas articulado de arbitragem para prejudicar equipes “A” ou “B”.

Acreditamos que o nível de nossos juízes, péssimo, alimentam, por vezes, essas teorias.

Porém não é o que pensam, e dizem, nos bastidores, alguns dirigentes palmeirenses.

Alegam que, com o afastamento do paulista Sergio Corrêa da Silva da comissão de arbitragem, até hoje mal explicado, seu sucessor, o baiano Manoel Serapião Filho, estaria acertado para prejudicar clubes alinhados ao atual comando da CBF.

Dizem que a maioria de árbitros alinhados ao dirigente da arbitragem estaria apitando jogos de clubes de São Paulo, prejudicando-os, excetuando-se o Corinthians.

Seriam juízes das Federações “rebeldes”, contrarias a gestão de José Maria Marin na entidade, e que sequer foram convidadas ao “vôo da alegria”, nas Olimpíadas de Londres.

Entre elas, Rio Grande do Sul, Paraná, Rio de Janeiro, Bahia e Minas Gerais.

O fato é que uma pesquisa foi realizada, no início da semana, relacionando todos os jogos de equipes paulista nos torneio, e seus respectivos árbitros e resultados.

Nosso espaço teve acesso ao material.

A conclusão é de que o Palmeiras, de fato, foi o clube com maior número de partidas apitadas por árbitros desses estados “rebeldes”, 61%.

Nesses jogos, o clube de Palestra Itália obteve apenas 5 pontos (20% de aproveitamento, o menor entre os clubes).

Em 13 jogos, o Palmeiras teve apenas uma arbitragem de um estado considerado “neutro”, enquanto as outras equipes (Corinthians, São Paulo, Santos, Ponte Preta e Portuguesa) tiveram quatro.

Por consequência, enquanto o Palmeiras teve os já citados 20% de aproveitamento, São Paulo, com 55%, Corinthians, 46%, Santos, 27%, Portuguesa e Ponte Preta, 26%, tiveram desempenho melhores.

Tirando partidas disputadas entre equipe paulistas, os árbitros que apitaram jogos do Palmeiras, na sequência, foram:

Marcelo de Lima (RJ), Leandro Vuaden (RS), Marcio Chagas (RS), novamente Leandro Vuaden (RS), Francisco Carlos (AL), único de estado não rebelde (partida que o Palmeiras venceu o Figueirense por três a um), Ricardo Marques (MG), Edivaldo Elias (PR), Antonio Schneider (RJ) e Fabricio Neves (RS).

Teoria da conspiração ou verdade ?

Hoje, por exemplo, Manoel Serapião Filho, dirigente máximo da arbitragem, disse, em entrevista a radio Bradesco, que a comissão toma cuidado em “não repetir árbitros em jogos de mesmas equipes”.

Afirmação desmentida pela pesquisa, que mostra o gaúcho Leandro Vuaden, escalado em duas oportunidades, quase sequenciais, contra o Palmeiras, neste mesmo Campeonato Brasileiro.

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