Covardia habitual
O papel lamentável dos dirigentes corinthianos ao convocarem uma entrevista coletiva de Ronaldo apenas para fugir dos questionamentos originados pela pífia campanha no paulistinha já era esperado.
Gente que só age nas trevas tem imensa dificuldade em discutir a verdade.
Ronaldo, sincero, disse taxativamente que realmente estava lá para que o foco fosse desviado.
Enquanto isso, Mario Gobbi, preocupado com a investigação que aponta irregularidades cometidas por ele no DETRAN e Andres Sanches, tomando whisky com o amigo iraniano, escondiam-se da torcida, temerosos por questionamentos que não poderiam responder.
Quero só ver quem se habilitará para alguma coletiva em caso de insucesso na Libertadores.
