STJD, CBF e os bastidores da “marmelada” jurídica que rebaixou o Campinense/PB
Fransico Mussnich e sua esposa Verônica, irmã de Daniel Dantas
Muito foi falado, na última semana, sobre mais uma barbaridade cometida pelo STJD, ao referendar a “marmelada” ocorrida na partida entre Fortaleza e CRB, que tratou de rebaixar o Campinense/PB.
Foram seis votos de cabresto, conduzidos pela CBF, contra um, do Dr. Rubens Approbato Machado, que tratou de qualificar a partida como “criminosa”, em seu discurso.
Disse também ter ocupado cargos que o fazem reconhecer estelionatários de longe, e que no caso em questão, não tinha a menor dúvida da fraude, mas que sabia já ser voto vencido.
Soubemos detalhes, de bastidores, que nos fazem entender melhor o comprometimento dos pouco transparentes auditores do Tribunal com a turma de Ricardo Teixeira.
Temos o exemplo de Francisco Mussnich, um dos votantes, que é advogado pessoal do presidente da CBF, presta também serviços a entidade, além de ser um dos representantes do COL, também gerido por Teixeira.
Tem ainda no rol de sua clientela, o “ilibado” banqueiro Daniel Dantas, seu cunhado, velho conhecido da Polícia Federal.
Mussnich trouxe o voto pronto de casa e, ao lê-lo, disse estar pouco se lixando para a opinião pública e também para o que diz a imprensa.
Entre algumas bobagens, como falar que o Campinense tinha a obrigação de fornecer provas contra os acusados, esquecendo que o clube paraibano também era parte no processo, o “doutor” disse que as câmeras de televisão estavam “longe” das jogadas, impedindo um julgamento correto.
Talvez seja melhor, daqui por diante, colocar cinegrafistas dentro do gramado, facilitando assim a vida dos nobres auditores do STJD.
Outro votante foi o Dr. José Mauro Couto de Assis Filho, que, por “coincidência”, é também advogado de Ricardo Teixeira, na recente ação movida contra o jornalista britânico Andrew Jennings.
Fica evidente não apenas o comprometimento do STJD com a CBF, mas também a falta de seriedade nas decisões tomadas pelo órgão.
É um Tribunal em que se analisa primeiro as implicações políticas de determinado assunto, para só depois, se nada “prejudicar” a casa e seus representantes, cuidar da parte jurídica das denúncias.
Pobre das equipes mais humildes, como o Campinense/PB, fadadas a serem eternamente prejudicadas em julgamentos contra àqueles que, além de considerados grandes do futebol brasileiro, estão sob as sujas asas da CBF.
Você pode pular direto para o fim e deixar um comentário. Pings estão desativados.


