Independência ou morte: hora de socar a mesa
Arnaldo Tirone está sendo bombardeado por todos os setores políticos no Parque Antártica.
Perdeu o apoio do grupo que o elegeu e não conta com a confiança daqueles que estavam no poder.
Suas dificuldades foram criadas pelo próprio, ao se comprometer a fazer o que não poderia, ou não teria coragem de efetuar.
Manteve nos cargos quem jurou mandar embora, e deixou de fazer a auditoria que era uma de suas promessas de campanha.
Nem no futebol, que Felipão segura com mão de ferro, independente de quem está no poder, consegue ter paz, acossado que vem sendo pelos empresários, muitos ligados aos dirigentes que antes o apoiavam.
Só há uma solução para que o presidente palmeirense consiga não sucumbir nesse verdadeiro inferno de traições.
Esquecer a política, não trabalhar pela reeleição, tomando atitudes que acredite ser corretas, mesmo que amigos e inimigos sejam atingidos.
Empresários têm que ser tocados do futebol, apadrinhados demitidos, e satisfações de sua gestão dadas publicamente à imprensa.
Dessa maneira conseguiria trazer a opinião pública para seu lado, e faria o torcedor, que hoje teme sua gestão, apoiá-lo pela demonstração de transparência.
Do contrário, será derrubado pelo sistema viciado dos cartolas que visam apenas garantir o benefício de seus próprios grupos.
Isso se a intenção de Tirone for realmente a de ajudar o Palmeiras, não a de também se utilizar do cargo para outros fins.
Você pode pular direto para o fim e deixar um comentário. Pings estão desativados.

