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Coluna do Fiori

fiori4 

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.

http://www.navegareditora.com.br   Email: caminhodasideias@superig.com.br

apito

CONAF – SEM CRITÉRIO NAS PUNIÇÕES

SÉRIE A – 35ª RODADA

Partida antecipada:

Palmeiras x Sport

Árbitro: Elmo Resende Cunha (GO) 

CONTROVÉRSIA

Pela TV percebe-se que o goleiro do Sport fica meio parado enquanto a bola caminha para o fundo de sua meta.

Os espectadores mais atentos, associados a quem militou ou milita na arbitragem observaram que o árbitro levou o apito à boca caracterizando jogada irregular do ataque palmeirense.

Ligaram-se também na boa colocação do árbitro e seu hesitar quando deu o passo em direção ao local da “infração”, neste instante, percebemos que com o olho o árbitro se liga no assistente João Fabrício de Araújo, validando o lance, portanto, deu o gol.

ERRO

A partida tem inicio após o trilar do apito, toda paralisação é determinada através o som do principal instrumento de trabalho para que as leis do jogo sejam acatadas, os demais são os cartões.

Na jogada, foi visível à postura do árbitro marcando lance ilegal, o som de seu apito foi ouvido pelos atletas do Sport e por alguns militantes da imprensa que estavam atrás da meta, na verdade o árbitro deveria ter dado bola ao chão e continuar.

SUMULA

Ao que consta, Elmo Resende Cunha, lamentavelmente omitiu seu proceder.

Pelas informações Elmo é correto, ao excluir o ocorrido, me faz deduzir que deva ter atendido pedidos.

A aleivosia fartamente propalada que nenhum árbitro colocou ou venha colocar na sumula algo que defina erro de direito não condiz com a verdade, ao inicio de minha caminhada na arbitragem de futebol arbitrando partida oficial pelo Campeonato Amador da FPF, cometi erro, coloquei em sumula.

PUNIÇÃO

Rapidamente os dirigentes da CBF tornaram publico o abduzir do árbitro Elmo Resende Cunha até o fim do campeonato.

 

 

AFASTAMENTO DE CARLOS EUGENIO SIMON

Fluminense x Palmeiras

Depois da lambança anulando lance de gol legitimo de Obina, originado de uma jogada após escanteio não ocorrido, vez que antes da saída da bola pela linha de fundo o ultimo a tocá-la foi o próprio Obina e, faltando somente quatro rodadas a Confederação Brasileira de Futebol, afirma que Carlos Eugenio Simon permanecera afastado até o término da temporada em virtude da repetição de erros durante a competição.

Entendo que Simon poderia e deveria ser punido anteriormente.

Por terem retardado o corretivo os dirigentes consentiram que fizéssemos varias ilações dentre estas, o famigerado: Toma lá, dá cá.

Anterior a contenda Fluminense x Palmeiras, Carlos Eugenio Simon, cometeu “erros” inadmissíveis por ser árbitro FIFA.

Árbitros com menos nomeada foram punidos de pronto.

Caso 01

Rodrigo Braghetto (SP) que atuou na partida Palmeiras x São Paulo, não mais arbitrou.

Caso 02

Evandro Rogério Roman (FIFA-PR) arbitrou Cruzeiro x Palmeiras, observei que se encontra afastado.

INDAGAÇÃO

No caso do árbitro Carlos Eugenio Simon, gostaria que respondessem:

O que explica três Copas seguidas?

O que explica as constantes oportunidades que lhe foram dadas para passar nos testes físicos que lhe deram o direito de permanecer na disputa para a escolha do árbitro que representara o Brasil na Copa de 2.010?

Se o afastamento se deu pelos erros constantes por qual motivo não o puniram anteriormente?

Ressalto que Simon passou no teste físico realizado na Argentina, outros testes serão realizados, a definição sobre o árbitro brasileiro que estará na Copa 2.010, devera acontecer entre março e abril, até lá muitas mãos serão beijadas.

APADRINHAMENTO

Quando uso da palavra apadrinhamento, me refiro ao exemplo acima, em igual o caso de Guilherme Cereta, escalado pela CONAF em uma terça feira na Bahia, no sábado à tarde em Campinas e no domingo a tarde trabalhou como quarto árbitro no Morumbi.

Neste mesmo domingo conforme escala divulgada pela CEAF-SP, Guilherme Cereta, atuou pela 2ª Divisão do Campeonato Paulista, na cidade de Leme, trajeto de três horas.

EM TEMPO:

Em Leme a partida iniciou as 10h00, terminando por volta de 12h00, no Morumbi a contenda teve inicio as 16h00.

Se olharmos para o relógio o período é exato, seguindo determinação, os árbitros escalados devem estar no palco uma hora antes.

TUDO SE COPIA

Lembrando o falecido comunicador Chacrinha o comportamento dos dirigentes continua o mesmo: Nada se cria tudo se copia.

Após o término da partida Juventude x Portuguesa, pela Série B do Campeonato Brasileiro, alguns componentes da delegação da lusa, correram em direção ao árbitro dizendo que o mesmo havia sofrido ameaça partida do gerente de futebol da equipe gaúcha, Fernando Luiz Rech.

Em sua sumula o árbitro afiança que foi ofendido pelo técnico Benazzi e por alguns atletas da Portuguesa.

Seguindo seu relato o árbitro confirma que no intervalo da partida sofreu pressão proveniente de dirigente da equipe da casa.

A admissão do árbitro no item ameaça, comprova que este proceder é antigo, os dirigentes lusitanos são cientes que no Canindé as agressões aos árbitros são contumazes, fatos idênticos acontecem na maioria das praças futebolísticas, lembro que em uma disputa interestadual ocorrida no segundo qüinqüênio da década setenta, inicio de oitenta, entre São Paulo x Botafogo (RJ), no intervalo o árbitro Bráulio Zanotto foi agredido dentro de seu vestiário com uns dois socos deferidos pelo torcedor da equipe da Ponte Preta, conhecido por Brandão.

Na época os boatos diziam que Brandão fora contratado para agir caso houvesse necessidade, no intervalo, Brandão foi ao vestiário da arbitragem com o propósito de servir café ou refrigerante, conclusão:

Zanotto tremeu, São Paulo venceu.

POLITICA

Aguardamos que o STF anule a tomada de posse dos indesejáveis sete mil vereadores distribuídos pelos diversos municípios do país.

Acorda Brasil

SP-13/11/09

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21 comentários sobre “Coluna do Fiori

  1. André Azevedo

    No livro ele usa o verbo como substantivo, que nem ele faz aqui?

    Ele escreve com esse proceder?

  2. euclydes zamperetti fiori

    caro senhor

    André Azevedo,

    O conteudo do livro é verdadeiro, os erros debito a meu despreparo, penso em 2ª edição, antes procurarei seus prestimos, assim, eliminaremos estas aberrações.

    Grato pela leitura e pelas correções.

    zamperetti fiori

    ciedadão e,
    ex-árbitro de futebol

  3. ANDRADE NETO - SOB AMEAÇA DE MORTE.

    PERFEITO, SENHOR FIORI.

    MAIS UMA VEZ ME ESPANTO COM A ACUIDADE DE SEUS COMENTÁRIOS.

    HÁ DE SE LEMBRAR, NO ENTANTO, QUE SOMENTE OS MAIS HONROSOS HOMENS DE MORAL CONSEGUEM RECONHECER ERRO PRÓPRIO EM SÚMULA, CASO CITADO PELO SENHOR EM SUA CARREIRA.

    ANDRADE NETO, SUSTINE ET ABSTINE.

  4. ANDRADE NETO - SOB AMEAÇA DE MORTE.

    MAIS UMA COISA, SENHOR FIORI.

    NESTA SEMANA FUI AMEAÇADO DE ESPANCAMENTO E DE MORTE POR FACÍNORAS QUE NEM GOSTO DE CITAR O NOME.

    E ISTO POR CONTA DA DEFESA EM TEU NOME QUE PROFERI AQUI NO FÓRUM.

    PEÇO AO SENHOR QUE SE MANTENHA ALERTA, POIS ALGUNS DESSES BANDIDOS SE DEMONSTRARAM MUITO PERIGOSOS E VIOLENTOS.

    ANDRADE NETO, SUSTINE ET ABSTINE.

  5. Alberto - O Original

    Fiori, sei que isso não é um procedimento correto com o árbitro, mas naquele jogo São Paulo e Botafogo, eu estava lá, e o Zanotto estava numa costumeira arbitragem pró-carioca, em pleno Morumbi.
    O São Paulo reclamou de 3 pênaltis não marcados pelo árbitro no primeiro tempo. Acredito que pelo menos dois tenham sido, mas ele acabou dando um no Serginho, para mim, inexistente, ou pelo menos o que menos foi.
    No intervalo, o São Paulo fazendo valer o seu ‘direito’ de mandante (diga-se de passagem, era o jogo de volta de um mata-mata, aonde no Maracanã, na quarta, a arbitragem já tinha sido pró Botafogo, pelo Manuel Serapião Filho, e perdermos de 1 a 0), mandou dois brucutus para intimidar o árbitro no vestiário.
    Dizem que eles bateram no árbitro. Para mim, se foi isso que aconteceu, foi bem feito o serviço, pois o trio voltou apitando direitinho, não erraram mais nada e até a violência e o anti-jogo do Botafogo no primeiro tempo foi coibida.
    Curiosamente, o gol supostamente ilegal do São Paulo, foi no primeiro tempo, antes dele apanhar. Os outros dois gols foram legalíssimos e não tiveram influência da arbitragem.
    Nos jogos seguintes, nas finais contra o Grêmio, tivemos dois árbitros cariocas apitando os dois jogos. Advinha quem eram os árbitros? Arnaldo em Porto Alegre e Wright em São Paulo (a famosa dupla da Globo). Advinha quem ganhou? o Grêmio. Como foi a arbitragem deles? Claro, ninguém lembra, mas eles nem precisaram prejudicar abertamente o São Paulo, apenas marcaram todas as faltas possíveis contra o São Paulo (aquelas faltinhas bobas de meio de campo), ao menor esbarrão do jogadores do São Paul. Nas mesmas jogadas dos jogadores do Grêmio não usaram o mesmo critério. Justamente, o São Paulo um time de velocidade com dois pontas rápidos, jogou contra um adversário com 12 jogadores: 11 + um árbitro com sede de vingança.
    Entretanto, todo mundo lembra desse jogo e do Braúlio Zanotto. Sabe por que? Porque o adversário era o chorão do Botafogo, um dos times mais favorecidos por arbitragem e bastidores de todos os tempos, mas que tem a cara-de-pau de sempre se fazer de vítima.
    Ademais, me diga quando você viu um time carioca ser verdadeiramente prejudicado por um time paulista em um jogo importante?

  6. euclydes zamperetti fiori

    Caro senhor
    Alberto

    Verdade, Zanotto e outros árbitros de ontem e do hj “erram” citei este caso q. foi verdadeiro, com tb pderia ter postado o ocorrido no Parque São Jorge com o então árbitro Silvio Acácio Silveira, invasão e agressão de torcedores iniciada com o “cutucão de Rivelino, salvo engano.

    O diferencial éq Brandão era de Campinas, ao que sei nunca foi servidor de café e refrigerante, em Campinas no campo da Ponte, ele e um outro q. me foge o nome quem ameaçavam os árbitros e incentivavam agressões.

    Provaste q. acompanha futebol, citou os contratados pela Plim, Plim; Arnaldo e Wright.

    Quanto a favorecimentos aos cariocas tens toda razão, meu objetivo foi demonstrar q. as agressõs e ameaças aos componentes da arbitragem é antigo, ocorre em todos os lugares.

    Grande abraço, tudo de ótimo.

    zamperetti fiori

    cidadão e,
    ex-árbitro de futebol

  7. Sergio

    15 de novembro de 2009 | N° 16156AlertaVoltar para a edição de hojeNA MARCA DA CAL
    Árbitros roubam a cena
    Duas suspensões, ameaças e erros decisivos dos donos do apito marcaram a semana no Campeonato Brasileiro. Os árbitros se defendem e sofrem pressão por todos os ladosSemana polêmica para a arbitragem, essa que passou. Começou com Carlos Simon crucificado pelo Palmeiras, teve a ameaça do gerente do Juventude, Fernando Rech, a Péricles Bassols Cortez, e terminou com Elmo Alves Resende Cunha sitiado pelo Sport. Provou que, na alegria ou na tristeza, no erro ou no acerto, apitar no Brasileirão é tarefa das mais complicadas.

    Simon e Elmo, suspensos pela Comissão de Árbitros da CBF, que o digam. Verão pela TV as agruras dos colegas. Escaparão daquele frio na barriga antes de qualquer jogo começar, como afirma sentir Leonardo Gaciba, 38 anos, e na ativa desde 1991, eleito o melhor do país nos últimos quatro anos.

    Sim, juiz de futebol sofre bastante. Não dorme direito depois de errar. Como sublinha Wilson Seneme, responsável pelo último Gre-Nal, pior do que a pressão do estádio cheio, só a da mídia, seja por meio de jornalistas, dirigentes, técnicos ou jogadores. Trata-se de um incômodo salve-se quem puder nas páginas e microfones, garante o paulista de 39 anos, desde 2000 na Série A.

    – Não é questão de se chatear, mas da falta de direito de resposta. Gostaria de poder responder, dar minha versão da interpretação da jogada – desabafa.

    Como sustenta Arnaldo Cezar Coelho, ex-árbitro e agora comentarista, as pressões fazem parte do jogo. Incluem contestação à autoridade e suposições sobre incapacidade ou má-fé. Passam, claro, pelo famoso coro da torcida ofendendo a mãe do árbitro, sem contar as manhas e simulações dos jogadores, muito piores do que na Europa, assinala Senene.

    – No Brasil, é a lei do mais esperto. Se enganar o juiz, melhor ainda – ironiza.

    Os apertos batem no peito do juiz e de seus auxiliares, e entra aí uma comparação feita por Gaciba:

    – A proporção que existe do sentimentos do árbitro em relação às críticas é a mesma dos jogadores. Você vai saber sentir, mas a maneira de absorver diferencia um grande árbitro. Esse é o cara que vai longe.

    Demora mesmo para chegar àquilo convencionado como “padrão de arbitragem”: em torno de 200 jogos. Como um iniciante faz perto de 30 partidas por ano, dá cerca de seis anos. Segundo Gaciba, neste período, predomina o aprendizado, a oscilação e até sair de camburão no final de um jogo.

    A primeira vez dele aconteceu em 1994, quando apanhou de um roupeiro do Guarany, de Garibaldi. Como prestou queixa e fez exame de lesões, perdeu o ônibus que o levaria a Pelotas, onde morava. Deu sorte: escapou de um acidente com morte envolvendo o veículo.

    Aqui, um parêntese: Gaciba também estaria no voo da TAM que matou 199 pessoas em Congonhas, numa terça-feira de 2007. Adiou a viagem porque sua escala foi trocada da quarta para a quinta-feira.

    O exemplo, mesmo trágico, mostra as incertezas na rotina do árbitro. Parece algo óbvio, porém nem tanto se lembrarmos que auxiliares e juízes são amadores. Exercem outras profissões, como Gaciba, dono de uma academia em Porto Alegre.

    Na semana passada, ele ficou fora de segunda a sábado. Apitou na terça e na sexta pela Série B, em Natal. Decidiu que não valia atravessar o Brasil para ficar um dia em Porto Alegre e voltar ao Nordeste. Sorte que a mulher o ajuda nos negócios ou, como sorri, “é melhor do que eu”.

    – Esse é o problema do amadorismo na arbitragem. Seria bom ter calendário, programação – lamenta.

    Há também o lado do prazer. Juiz apita porque gosta. Os top do Brasileirão fazem do trabalho uma espécie de hobby – guardadas as proporções da responsabilidade e das críticas. Até porque, como a classe gosta de dizer, um árbitro tem segundos de fama, horas de críticas e anos de suor.

    JORNAL ZERO HORA
    CARLOS GUILHERME FERREIRA

  8. Sergio

    3/11/2009 | 19h58min
    Projeto de lei que profissionaliza árbitros será votado início de 2010
    Presidente da Conaf não quis comentar o caso
    Em meio à crise causada pelos seguidos erros de arbitragem no Brasileirão, os homens de preto têm algo a comemorar: o sonho em ter seu ofício reconhecido voltou a ter tons de realidade. Há sete anos na Câmara dos Deputados, o projeto de lei que regulamenta a profissão de árbitro de futebol deve ser levado a votação no início de 2010.
    A retomada foi fruto da união entre a Associação Nacional dos Árbitros de Futebol (Anaf) e o deputado federal Edinho Bez (PMDB-SC). Se aprovada, a lei protegerá legalmente os juízes, garantindo, entre outros direitos, carteira assinada e acesso à Previdência Social.
    Para Jorge Paulo Alves, presidente da Anaf e ex-auxiliar do quadro da Fifa, a mudança dará a segurança de que os árbitros precisam:
    – Hoje, ele é um mero prestador de serviços para a CBF. Ele pode estar atuando em um dia; no outro, não mais. Não se pode ter uma vida programada em termos profissionais, mesmo trabalhando em um futebol altamente rentável.
    O presidente da Comissão Nacional de Arbitragem (CONAF), Sérgio Corrêa, não quis comentar o projeto. Segundo o assessor da CBF, Rodrigo Paiva, “a entidade desconhece essa situação.”
    O estranhamento à notícia tem explicação: o deputado Bez fez questão de não procurar a CBF. Segundo ele, a entidade ainda não mereceu o contato por conta de seu descaso com a arbitragem brasileira.
    – Ouvi todo mundo, menos a CBF. Ela não participa de nada na arbitragem, não orienta, não dá instrução. Só escolhe. Ela não está preocupada. É uma vergonha. Somente depois irei procurar a CBF – disparou.
    Presidente do Sindicato dos Árbitros Profissionais do Estado do Rio de Janeiro (Saperj), Jorge Rabello, alertou para outros problemas além do reconhecimento da profissão.
    – Não é por causa disso que, amanhã, os árbitros não irão mais errar. É preciso criar uma estrutura. Aí está o grande problema da arbitragem. Precisamos de um projeto – opinou.

  9. Sergio

    O goleiro Rogério Ceni não escondeu seu descontentamento com o árbitro Carlos Eugênio Simon depois de ter recebido o cartão vermelho no clássico contra o Santos, dia 25 de outubro. Na ocasião, o capitão do São Paulo disse se sentir perseguido pelo gaúcho, que acabou afastado pela CBF depois de ter anulado um gol de Obina no jogo do Palmeiras contra o Fluminense.
    O goleiro tricolor concordou que o lance envolvendo o palmeirense foi mal interpretado por Simon, mas evitou novas críticas ao árbitro.
    “Dei entrevista depois do clássico contra o Santos e aquilo é o que penso. No jogo do Palmeiras, na minha opinião, o gol foi legal e deveria ter sido validado, mas não vou ficar batendo só porque o cara está passando por momento difícil. Minha visão pela TV é uma, mas a do árbitro pode ser diferente em campo. Não vou ficar falando se a pessoa não está aqui”, argumentou.
    Além de evitar comentários sobre o afastamento de Simon até o fim do Campeonato Brasileiro, o capitão ainda minimizou o aumento das reclamações ao nível de arbitragem do futebol brasileiro.
    “Os erros vão existir no ano que vem também, mas temos que destacar que há muita gente jovem e boa apitando. Há alguns mais experientes também, como (Leonardo) Gaciba, (Leandro) Vuaden, Paulo César (Oliveira) e alguns do Distrito Federal, que vêm muito bem”, elogiou.
    Rogério Ceni poupou de críticas até mesmo a Jaílson Macedo Freitas, que expulsou Borges, Dagoberto e Jean na partida contra o Grêmio. “Ele expulsou três jogadores nossos, mas não podemos reclamar”, finalizou.
    http://www.abril.com.br

  10. Sergio

    ANTES DO JOGO
    Diego Souza aprova escalação de Símon no Rio
    Gazeta Press
    Tamanho do textoA+A-
    Como ocorre em todos os anos, a arbitragem é alvo de questionamentos na reta final do Campeonato Brasileiro. Mas o palmeirense Diego Souza está tranquilo para o jogo contra o Fluminense, domingo, no estádio do Maracanã. Ele gostou da indicação do gaúcho Carlos Eugênio Símon.
    Na visão de Diego Souza, a fase final do Brasileirão requer a presença de apitadores experientes. Símon é integrante do quadro da Fifa e deve representar o Brasil em mais uma Copa do Mundo no ano que vem.
    “O Símon é experiente, já apitou grandes jogos, nos deixa tranquilo, vai estar ali para apitar independentemente da pressão de torcida”, afirmou o camisa 7 alviverde.
    Apesar da “choradeira” generalizada entre aqueles que brigam por título, vaga na Libertadores e contra o rebaixamento, Diego Souza não acredita que os equívocos da arbitragem tenham o poder de mudar radicalmente a classificação do Brasileirão-2009.
    “(o campeonato) Não chega ao ponto de ser resolvido fora de campo. Sabemos da pressão deste momento, mas os árbitros têm condições de trabalhar”, opinou o meio-campista alviverde.

  11. Sergio

    O paranóico Campeonato Brasileiro
    10/novembro/2009 por Luís Carlos Quartarollo
    Está demais e vai piorar nas últimas quatro rodadas do Campeonato Brasileiro.
    Cada dia é uma acusação contra tudo e contra todos. O futebol brasileiro está paranóico.
    Se o São Paulo for campeão pela quarta vez consecutiva vão dizer que de novo foi comprado.
    Mas que comprador bom é esse, não? Conseguiu comprar os últimos três e ninguém fez a mesma coisa, nem fez uma proposta diferente? Quanta incompetência, não?
    Se o Palmeiras ganhar vão falar que houve arrumação para um time que não ganha há muito tempo. Dirão até que a ligação política de Belluzzo ajudou. Outra grande bobagem.
    Lembram-se quando o Verdão ganhava e se falava do Esquema Parmalat.
    O vencedor é sempre o mais visado. Para o bem e para o mal.
    Se o Corinthians ganha é porque tem o tráfico de influência do seu mais ilustre torcedor, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que pelo jeito não teria mais nada para fazer. Só trabalhar pró-Corinthians.
    Se o Atlético Mineiro ganhar o Campeonato é porque é preciso premiar um time que não ganha desde 71 e também para ajudar na campanha do Aécio Neves, que nem sei se é atleticano ou cruzeirense.
    Se o Internacional ganhar é para devolver o título que ficou com o Corinthians, depois do caso Edílson Pereira de Carvalho, em 2005, quando 11 jogos foram repetidos e na verdade em nenhum deles ficou comprovado influência nefasta da arbitragem.
    Se o Flamengo ganhar é porque arrumaram para um time carioca voltar a vencer e premiar a cidade que será sede da final da Copa e dos Jogos Olímpicos.
    Se o Sport cai é porque há um notório preconceito contra os nordestinos. Mas estamos falando do mesmo time que ganhou uma Copa do Brasil em cima do Corinthians, no ano passado. Aí o preconceito não existia.
    Se o Náutico cair é a mesma cantilena. Só que é o time que está para cair já há pelo menos duas temporadas. Gosta de viver na zona do rebaixamento.
    Se o Grêmio ganhasse era para devolver o que aconteceu no ano passado quando liderou o Campeonato por muito tempo e não ganhou.
    Se o Botafogo se safar da segunda divisão é porque é forte nos bastidores, mas os mesmos bastidores não conseguiram fazer uma campanha melhor e há muito tempo o Fogão não ganha nada.
    O Fluminense é o time do Tapetão e se arrastou o Campeonato todo na zona do rebaixamento. Foi assim também no ano passado. O tapetão está escorregadio demais para ele.
    Que há coisas estranhas no futebol é uma verdade.
    Que em um jogo ou outro é possível acontecer coisas inexplicáveis por vontade própria de alguns ou coincidência mesmo, também é verdade.
    Mas manipular 38 rodadas acho impossível.
    O Campeonato de pontos corridos tem o condão de diluir os erros dos times e das arbitragens.
    O que está acontecendo é que há times que não jogam bem e passam a responsabilidade para o árbitro. Ele é um alvo mais fácil e acaba embalando o torcedor também. A pressão é muito forte.
    No domingo, no Maracanã, o Palmeiras foi prejudicado por Simon que vem mal há muito tempo. Não dá para entender como vai à mais uma Copa do Mundo.
    Mas o mesmo Palmeiras jogou muito mal e se tivesse confirmado o gol de Obina poderia vencer, é verdade, mas não merecia.
    Mas um time que no segundo tempo todo não dá um chute a gol e vive de ligação direta da defesa para o ataque, terá dificuldades para vencer sempre.
    E o mais engraçado é que o atacante mais adiantado do Palmeiras era Vagner Love com os seus quase 1,70 de altura. O mais alto e que conhecia melhor o Maracanã entre os dois, era Obina, que no entanto mais uma vez foi sacado no segundo tempo.
    Simon errou e prejudicou o Palmeiras. Ponto. Mas o Palmeiras ainda está disputando o título e precisa melhorar urgentemente o seu futebol.
    Do jeito que está jogando nem com a ajuda do juiz vai chegar lá.

  12. Sergio Luiz Rosa

    A CBF está aberta ao debate
    OESP, Segunda, 08 de Novembro de 2009, 00h00
    O futebol brasileiro vive um momento de afirmação e maturidade perseguido há muito tempo por todos nós. O anseio de toda a comunidade esportiva finalmente foi atendido com o cumprimento de obrigações naturais para quem tem a incumbência de organizar o esporte mais popular do mundo no País que o transformou em principal paixão e motivo de orgulho de seu povo.No Brasil, o futebol ostenta, já há algum tempo, um calendário definido com antecedência maior do que o prazo estabelecido em lei. O Campeonato Brasileiro, nas suas quatro séries, a Copa do Brasil e a Copa do Brasil de Futebol Feminino – as competições promovidas pela Confederação Brasileira de Futebol – têm suas tabelas divulgadas com tempo suficiente para permitir a elaboração de uma agenda definitiva por todo o universo de interessados no esporte.O torcedor sabe, com meses de antecedência, o domingo de maio em que seu clube faz o primeiro jogo no Campeonato Brasileiro e o domingo de dezembro no qual se despede, realidade há algum tempo inimaginável. As quartas-feiras de fevereiro a junho são destinadas à Copa do Brasil. A data do início e do fim das férias, o tempo de disputa dos estaduais, tudo, enfim, está devidamente contemplado no calendário.O Campeonato Brasileiro, formatado no sistema de pontos corridos, em turno e returno, é comprovadamente sucesso crescente de público, conforme comprova recente pesquisa, e de interesse esportivo pela justiça que confere ao seu legítimo campeão. O modelo atual, com 20 clubes, valorizou notadamente a Série B, competição que, com orgulho, vejo disputada em estádios lotados, arrastando uma imensa legião de apaixonados torcedores pelos mais variados e longínquos cantos do país.A presença maciça dos torcedores nos estádios, aliás, nos remete a uma urgência que se impõe no horizonte. Grande consumidor do produto futebol, o torcedor precisa ser atendido e respeitado em todas as demandas – da facilidade na compra de ingressos à acessibilidade, passando pela segurança dos assentos numerados nos estádios. Nunca é demais lembrar que essa é a regra do jogo.Trata-se de uma questão por resolver, em meio ao painel de notícias positivas. As conquistas, incontestáveis, devem também servir como norte para o futuro que sinaliza 2014 – mas que na verdade deve começar agora. Ou, como se diz: é para ontem.Se muito foi feito, resta igualmente muito por fazer na busca de uma constante evolução. Temos, por exemplo, na arbitragem, uma agenda evidente, reconhecida à unanimidade. Não tenham dúvida: a CBF está ciente da necessidade premente de uma correção que resulte na melhoria da qualidade de nossos árbitros. Atrás desse objetivo não temos poupado esforços – só em 2009 a entidade gastou R$ 1 milhão em investimentos na melhoria da arbitragem, quantia que inclui cursos de campo e seminários que contaram com a participação de árbitros de todos os estados do País.O problema, ainda que detectado e devidamente atacado, permanece do tamanho que permite chamá-lo de impasse. Os argumentos da falibilidade humana e o fato de equívocos acontecerem em escala mundial, ainda que plausíveis, não podem definitivamente servir de justificativa à omissão. Queremos, e vamos insistir, na busca de uma arbitragem de melhor nível.A evolução do futebol no Brasil não pode passar, no entanto, por aspectos apenas pontuais. Proponho e sugiro uma ampla discussão, de caráter nacional, para que as soluções atendam às expectativas da sociedade da maneira mais abrangente possível.Foi essa uma das pautas que me levaram a recente conversa, em Brasília, com o presidente Lula, um apaixonado como todos os brasileiros pelo futebol, mas também legitimamente disposto a dar importante contribuição ao debate. Com o presidente, interessado em encontrar uma forma de deter o crescente êxodo de nossos craques, argumentamos que não se pode recorrer tão-somente a um artifício legal isolado.O problema começa na má gestão administrativa e financeira de alguns clubes, que os deixam – e mais ainda aos jovens talentos que revelam – à mercê de ofertas a maioria das vezes irrecusáveis de países com economia e moedas mais poderosas. Devemos discutir também, e olhar com muita atenção, onde se insere a participação de “empresários de jogadores de futebol” nesse processo.Por fim, reafirmo a convicção de que a solução para as questões levantadas, mais do que a análise de aspectos isolados, exige uma ampla e democrática discussão por toda a nação de amantes do futebol. A CBF está aberta ao debate.* Presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF)

  13. Luzo

    e o que Gaciba fez contra o Náutico no engenãho quando enfrentava o Botafogo, concorrente direto ao descenço? nem um ai! nem afastado foi, na verdade foi premiado com a escalação para mais jogos de equipes cariocas, é só conferir. Tb não tem como alegar que ele errou pq n viu, errou pq quis, pq sabia que iria agradar alguém assim.

  14. Luiz

    Sergio: Não li, mas concordo em tudo. No retangulo gramado onde se pratica o denominado futebol, o assoprador de latinha é autoridade máxima, inclusive com poderes mortais sobre os atletas descumpridores dos seu deveres com as leis do nobre esporte Bretão. E quando se abrem as cortinas do espetáculo e entra Vsa. o árbitro, todo reluzente na sua roupinha preta, quase uma dama da noite, a mesma deveria receber aplausos e não saudações a sua amada genitora. Por isso eu grito: Mamãe!!!!!! Mamãe!!!!!!!!

  15. euclydes zamperetti fiori

    Senhores,

    O papel aceita tudo, pura teoria na pratica grande maioria vive de arbitragem, profissionalizar é palavra q. ouço desde 1.971/2, não esqueçamos q. os politicos são profissionais e nos roubam descaradamente.

    Agradeço a participação do senhores:

    Sergio, Sergio Luiz Rosa, Luso, luiz e Andrade Neto

    Grande abraço

    Acorda Brasil

    zamperetti fiori
    cidadão e,
    ex-árbitro de futebol

  16. euclydes zamperetti fiori

    Caro leitor

    Af Sturt

    Tudo de bom, valeu.

    zamperetti fiori

    cidadão e,
    ex-árbitro de futebol

  17. euclydes zamperetti fiori

    Antes que venham interpretações descabidas, quando disse que os polticos nos roubam, afirmo q. fazem em todos os sentidos.

    Os árbitros não devem errar + como todo ser humano e profissional de qualquer área estão sujeitos em cometer.

    Estes erros dividem-se em erros q. chamo normais, ou seja, sem intençaõ, e “erros” direcionados, aproveitando-se da regra se escoram na interpretação.

    Todos os erros agridem a entranha dos torcedores e dos q. gostam do futebol, se fizermos estatistica dos erros cometidos pelos árbitros,
    sou convicto q. alguns árbitros erram sempre a favor do + forte direta ou indiretamente.

    Sempre defendi e defendo os árbitros, jminha luta foi e será:

    Do árbitro, pelo árbitro, para o árbitro.

    Estou convencido q. parte dos árbitros q. estão nas diretorias das diversas entidades “classista” , nas CEAFs e CONAF, ñ são merecedores.

    zamperetti fiori

    cidadão e,
    ex-árbitro de futebol

  18. Carlinhos Gaucho

    http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default2.jsp?uf=1&local=1&source=a2718976.xml&template=3916.dwt&edition=13535&section=1097

    SAI DO APITO – Os próprios árbitros jogaram a toalha. Eles mesmos articulam a mudança do chefe da Comissão Nacional de Arbitragem, Sérgio Corrêa da Silva. Não suportam mais as escalas de colegas novatos e inexperientes em jogos decisivos e a falta de transparência na hora de tomar decisões internas. Os árbitros também se queixam das punições, às vezes sem critérios, e quase sempre intempestivas.

    ENTRA NO APITO – Para o lugar de Sérgio Corrêa da Silva, o velho Antônio Pereira da Silva. Pereirão retornou de um curso fora do país e está cotado para assumir a chefia da comissão de arbitragem. Sua indicação tem a simpatia do presidente da CBF, Ricardo Teixeira, cuja paciência diante dos erros frequentes em jogos decisivos do Brasileirão já se esgotou há muito.

    DÚVIDA NO APITO – Para não repetir Elmo Resende, o árbitro protagonista da lambança no empate entre Sport e Palmeiras, ontem Sandro Meira Ricci improvisou uma consultoria de urgência em campo para anular o gol do Náutico sobre o Flamengo. Fica a eterna dúvida: faria o mesmo se fosse contra o Náutico?

  19. euclydes zamperetti fiori

    Carlinhos gaucho,

    Grato, saiba q. minha luta contra a cerimonia do beija mão e outras piores , nunca foram levada a sério pelo fato destre ex-árbitro dizer publicanebte tudo que pensava e penso de grande parte dos dirigentes da arbitragem, bem como dos árbitros.

    zamperetti fiori

    cidadão e,
    ex- árbitro de futebol

  20. euclydes zamperetti fiori

    Carlinhos Gaucho,

    Aquém do + ter simpatia do “ilibado” Ricardo Teixeira, pode significar ligações perigosa com tudo de podre q. ocorreu e ocorre no imundo bastidor do futebol.

    zamperetti fiori

    cidadão e,
    ex-árbitro de futebol

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