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O orelhudo

asno

Adriano faltou, novamente, a um treino do Flamengo.

Na primeira vez, após fazer um gol em sua estréia, deu-se um desconto ao deslize.

Mas desta vez, após uma atuação pífia contra o Sport, o torcedor flamenguista, e seus dirigentes, começam a acordar para a besteira que fizeram.

Enquanto seus companheiros treinavam para tentar reverter o atual quadro da equipe, o Imperador da Favela divertia-se na praia.

Demonstração clara de que pouco se importa com a equipe que tenta retirá-lo da lama.

Não dá para ajudar quem, aparentemente, não quer ser ajudado.

Suas orelhas são maiores do que o talento dentro de campo.

O destino dessa gente costuma ser triste.

E não será por falta de oportunidade.

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25 comentários sobre “O orelhudo

  1. Evandro Meireles

    Quando vi o burro, pensei em outra pessoa, apesar que depois da última dele, seria uma ofensa ao burro comparar a ele.

  2. Tassio

    e o romario que ia treinar 3 vezes por semana

    e ninguem punia o cara

    era dono de todos os times que passou, vasco, flamengo, fluminense…

    kkkkkkkkkkkkkkkk

    mas o adriano nao tem essa moral vai ter que ralar muito !!!

  3. Marcos

    Fazendo-se de vítima, saiu da Inter sem ter que pagar multa, dizendo que iria parar de jogar. Rapidamente assinou com o Flamengo. Isso é atitude de alguém sério? Segundo o presidente do São Paulo, em sua passagem por lá, Adriano vivia bêbado. Acho que os torcedores do Flamengo logo verão a enorme cagada que foi a sua contratação. Gordo e sem inspiração alguma, ele se arrasta em campo. Patético.

  4. Renato

    O flamengo faz questao de se fazer pequeno. Encobre todos os erros desse orelhudo e cobra a galera que ta correndo e suando. Parabens flamengo, continue assim, rumo a segundona…

  5. Mr. albert

    HHAHAAHAHHAHAHAH tava demorando… só que lá do Menguinho pode tudo…é a casa da mãe Joana… deixa o imperadorzinho lá mesmo…
    do maracana pra favela….e menguinho lgo, logo jogando a série B..
    aguardem

  6. heinhô batista

    em breve no mengão novo reforçaço, roberto carlos, o mascarado entregador de copas.

  7. Maikon Braga

    Paulinho,

    gosto do seu trabalho, acho legal. Mas em alguns comentários há um exagero exacerbado, entras no campo até de julgar os outros. Note o motivo alegado, o horário em que ele estava na praia, o horário da audiência, e tire suas conclusões de uma forma, digamos, um pouco mais atenciosa.
    Não estou aqui defendendo o Adriano, pelo contrário, sua conduta ao longo de sua carreira fala por ele mesmo, questiono a maneira como abordastes o assunto. Apenas isso.

  8. Luís Carlos

    Paulinho, lasque a madeira no Adriano quanto quiser ou puder, mas tire o termo “favela” do meio. Soa sempre como preconceito. É muito baixo isso.

    Você deve concordar que ser morador de favela não constitui desvio de conduta de ninguém por si só.

    Quem conhece o Rio de Janeiro sabe que o tráfico corre solto e livre nos calçadões e nas boates. Nesses lugares rola prostituição infantil também, a exemplo de muitas cidades litorâneas do nordeste.

    E muita gente de São Paulo que mora em bairros de “classe média” e que se julgam melhores que os outros, se tivererem que morar no Rio de Janeiro irão obrigatoriamente para os morros porque não têm cacife para comprar uma casa ou apartamento à beira-mar. No Rio de Janeiro, se alguém quiser morar em pontos centrais da cidade, ou mora em baixo ou mora no morro. Quase não há bairros de “classe média”.

  9. ADVOGADO do DIABO

    O Romário, erradamente, fazia as mesmas coisas.
    Mas, não podemos comparar Adriano com Romário.
    E nem também, com Ronaldo.

    Adriano é mais um de muitos e muitos bons jogadores do Brasil.
    Não está no Rol dos Grandes craques da história do futebol.

    Existem certas comparações que vou te falar.

  10. Luís Carlos

    Duvido que um dos dois ganhe mais que 2 mil reais. Com esse salário no Rio de Janeiro vai morar na favela na certa.

  11. Rafael Costa

    Luis Carlos,
    Você tentou ser politicamente correto, mas acabou de mostrar um viés altamente preconceituoso. Quer dizer então que no Rio só há bairros de ricos e bairros de favelados? Não há classe média, jura?

  12. Marquinhos

    Como eu sempre disse: Para o Juvenal não querer nem de graça um cara no nivel do Adriano que é bom no campo e no marketing é porque algo tinha…..

  13. PIPOCOW

    UÉ…….

    QUER DIZER QUE A PASSAGEM PELO CENTRO DE RECUPERAÇÃO DO JARDIM LEONOR NÃO DEU RESULTADO????????

  14. MARCIO , o xará!

    Romario tinha esquema com os dirigentes dos clubes na época, ganhava um salário altíssimo, porém devolvia uma parte aos bolsos corruptos dos presidentes e demais cartolas. E O Juca Kfouri ama o “baixinho” báh!

  15. Danilo Salmito

    “Não dá para ajudar quem, aparentemente, não quer ser ajudado. O destino dessa gente costuma ser triste.”
    Perfeito o raciocínio, ele não quer ser ajudado, ou então já quer se aposentar. Existe vários exemplos de jogadores que se perdem na vida, quando tentam se corrigir, às vezes é tarde demais.

  16. Michel

    Paulinho, vc está enganado. O orelhudo não é o Adriano. Aliás, ele foi o esperto da história. O orelhudo é o FLAMENGO que contrata o jogador que tá fim de passear e curtir a noite……

  17. Luís Carlos

    Aí é que está, eu sou preconceituoso contra preconceituosos.

    E no Rio de Janeiro não há classe média não, mas nas regiões centrais.

    Se quiser morar perto do trabalho, ou é morro ou é praia. Se eu tivesse que morar lá era favela na certa, mas por falta de opção, não por ser marginal, entende a diferença?

    Por isso que faço a ressalva da utilização da palavra “favela” como sinônimo de “marginal”. Ninguém sabe o dia de amanhã. É só o meu alerta.

  18. Renato Lima

    Independente de qualquer coisa …

    Para quem só precisa atravessar a rua (cerca de 30 metros) para estar na praia e comprar uma agua de coco … ressaltar o fato praia como fosse uma ida a outra cidade é complicado.

    Tomar uma agua de coco nesse caso é como tomar um cafe na padaria da esquina, esquina essa no mesmo quarteirão da sua casa.

    Vivemos em um Pais enorme com muitas diferenças culturais e geográficas … para quem mora em brasília ir a praia é bem diferente de quem mora em uma cidade litorânea …

    Para quem nunca viveu em frente a praia saibam que é apenas atravessar a rua ao caminho do trabalho … nada alem disso … quanto ou que ele fez durante o resto do dia , isso talvez seja um problema realmente.

    Mas não o fato de atravessar a rua e tomar uma agua de coco.

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