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Sócrates Brasileiro: O Outro Lado da Bola (Imperdível !)

Da REVISTA BOEMIA

Por RODRIGO BRANDÂO

http://www.revistaboemia.com.br/Pagina/Default.aspx?IDPagina=148

Recentemente, em sua coluna na Folha, o jornalista Juca Kfouri, grande incentivador da Democracia Corinthiana, arriscou uma seleção composta por jogadores inteligentes: Rogério Ceni; Paul Breitner, Elias Figueroa, Beckenbauer e Sorín; Falcão, Sócrates e Cruijff; Cazely, Tostão e Valdano.

Sócrates é posterior ao elegante e diplomático Franz Beckenbauer, tricampeão europeu com o Bayern de Munique (1974, 75 e 76), campeão mundial com a Alemanha dentro e campo (1974) e fora dela (1990). Também é posterior ao irreverente e descolado Johann Cruijff, tricampeão europeu com o Ajax (1971, 72 e 73) e cérebro da Laranja Mecânica de Rinnus Mitchells. Aliás, Cruijff e Sócrates têm algo em comum além da inteligência: jamais ganharam uma Copa, mas suas seleções encantaram o mundo.

Cronologicamente, Sócrates pertence à geração dos argentinos Daniel Passarela, Mario Kempes e Diego Maradona (“na única vez em que nos encontramos numa Copa, eu ganhei”, relembra), do alemão Rummenigge, do francês Michel Platini, dos italianos Dino Zoff, Bruno Conti e Roberto Bettega, do polonês Boniek, do soviético Dasaev e dos brasileiros Júnior, Falcão, Cerezo e Zico.

Mas Sócrates Brasileiro tem orgulho mesmo é de pertencer à geração de Zé Maria, Juninho, Wladimir, Biro-Biro, Zenon e Casagrande. “Nenhum ambiente, nem o de 82, me fez tão bem como o da Democracia Corinthiana. Não troco a alegria de ter sido capitão daquele Corinthians por nada”. Orgulha-se ainda de integrar o time daqueles que lutaram pelas Diretas-Já, como os artistas Fafá de Belém, sua conterrânea, e Chico Buarque, as atrizes Fernanda Montenegro e Regina Duarte e os políticos Franco Montoro e Dante de Oliveira, cuja emenda em favor do movimento levava seu nome. Coincidência: o primeiro comício das Diretas-Já em São Paulo foi em frente ao estádio do Pacaembu, onde o Corinthians mandava seus jogos.

O futebol, para Sócrates, só tem importância se existe um contexto social. “As minhas vitórias políticas são infinitamente superiores às minhas vitórias como jogador profissional. Um jogo acaba em 90 minutos. A vida prossegue. E ela é real”.

Em 1984, Sócrates transferiu-se para a Fiorentina. Um gesto de oposição à derrota das eleições diretas. Na Itália, sofreu com o frio e com a solidão. “Para você ter ideia, meu melhor amigo era um argentino [Daniel Passarela]. Ainda bem que ele era gente boa”. Quando rompeu o contrato com a equipe de Florença, deixou de receber algo em torno de um milhão e meio de dólares. “Eu não queria o dinheiro. Queria felicidade”. Língua afiada e um calcanhar único. Preciso. Desafeto público de Ricardo Teixeira, presidente da Confederação Brasileira de Futebol, Sócrates não se importa de comprar brigas com adversários fortes e implacáveis. Dentro de campo, lembro que evitava o contato porque não tinha vantagens físicas. Fora dele, porém, eu compro, e vou comprar sempre, todas as brigas que julgo importantes para o meu país. Os principais gols de minha vida nada têm a ver com o futebol”.

Eu percebo que você evita falar sobre futebol.

Não é que eu evito. É que o futebol, para mim, antes de tudo, tem um contexto social. Se você falar assim, “ah, o cara chutou a bola, cruzou a bola”… Isso não é nada para mim. É mais ou menos como caminhar. O verbo caminhar não vale nada. Agora, se você caminhar do Palácio do Planalto até o Congresso Nacional para levar uma medida provisória que mude o país, aí é diferente. O conteúdo tem de ser diferente.

Então, diante disso, a Democracia Corinthiana foi mais importante do que fazer parte do inesquecível time de 82?

Sem dúvida. Nem se compara. Aquele time [da Copa de 82] era muito legal. Mas era uma coisa futebolística. E só. Tínhamos os melhores caras da época, tínhamos a melhor seleção. E eu era o capitão. Ou seja, uma bela de uma homenagem e também uma grande responsabilidade. Mas era futebol. Só futebol. Apesar de a linguagem futebolística ser aquela que une nosso país, nós precisamos de muito mais. Precisamos de educação, de conhecimento, de informação. E, de repente, você conseguir provocar, por meio dessa linguagem, algum tipo de mudança, isso é do caralho.

E como funcionava a Democracia Corinthiana?

Na verdade, de tudo que eu li na vida, de tudo que vivi, não há nada parecido com a Democracia Corinthiana. Vamos imaginar que você tenha se casado com uma mulher, tenha filhos, tenha uma funcionária. E que todos decidam, por exemplo, a que horas almoçar. Todos! Não apenas você. E que o voto da sua funcionária tenha o mesmo peso que o seu. Isso é democrático. O resto é figuração. O voto do nosso roupeiro tinha o mesmo peso que o dos diretores de futebol do Corinthians.

Como foi a repressão ao movimento? Vivíamos o governo Figueiredo, que era um militar.

Na realidade, não houve repressão. Houve reação. Reação ideológica. E era até ótimo. Quanto mais discussão houver, mais você cresce. Vai melhorando o seu sistema com o olhar externo. Burro daquele que se acha sábio. Em qualquer coisa que se faça na vida, mais você reflete sobre aquilo que você é, que você faz. E então melhora aquilo que está pretendendo fazer. Se for unânime, é uma porcaria. Nelson Rodrigues disse que toda unanimidade é burra. E é verdade. Porque você fica burro. Nós estamos num meio, falando em futebol, popular. Ninguém mexe com isso. É a maior força. Não é um indivíduo. É uma multidão que está atrás de você.

Quais os legados da Democracia Corinthiana?

Vou citar um só. Temos um presidente metalúrgico.

Como a mídia jornalística reagiu à Democracia?

Em qualquer proposta ou filosofia diferenciada, você cria adesões e cria defecções. Aliás, é muito pertinente defecções. Lembra merda. Boa lembrança! Não só para um lado. Para o outro também. Seres humanos são criados para criar. Triste do homem que não cria. Que não cria diferenças, não cria novidades, que não discute nem provoca reflexões. Infelizmente, todo processo humanístico da metade do século passado até hoje é para que o homem vire uma rês. Seja vaca, seja boi ou seja touro. Uma rês. Infelizmente. E toda discussão que tivemos dentro do processo corinthiano era que, ali dentro, cada ser humano fosse respeitado como tal, como indivíduo. Que tivesse suas responsabilidades. Que fosse tratado como cidadão. Porque o jogador de futebol, o roupeiro menos ainda, o massagista também menos ainda, são tratados como meros coadjuvantes num processo que deveria ser humano e não é. É econômico, financeiro, político. É manipulado de todas as formas. A crise econômica que a gente passa hoje, por exemplo, é uma quebra dos tabus da virtualidade em que a economia foi apoiada. Cadê o humano? Cadê o trabalho? Cadê a profissão? Karl Marx, há quase 200 anos, escreveu basicamente isso que está acontecendo agora. Se você reler O Capital hoje, vai dizer: “pô, isso é uma mentira, o que vale é o ser humano, é o homem, é o produtor, é o cara que tá lá com a mão na massa, não é essa porcaria de bolsa de valores”. Isso é tudo virtual. Uma hora explode mesmo. E o pior é que o ser humano não aprende.

Naquele time, todo mundo aderiu? Como era sua relação com o Leão, por exemplo?

Uma merda. O Leão não é um ser humano. Estamos falando de seres humanos. O Leão, na verdade, é uma distorção da geração que Deus imaginou. Mas eu não tenho nada contra ele. As pessoas são o que são. Agora, ele é uma figura que carrega dentro de si alguns grandes defeitos humanos. Todos nós temos defeitos, ele tem múltiplos. Mas não é uma culpa dele, não. Ele nasceu com isso. Não é algo que foi emprestado pela sociedade. Está na genética.

Isso contradiz sua análise marxista.

Não quero mais falar sobre o Leão.

E sua relação com o resto da equipe? Todo mundo aderiu? Eram pessoas que discutiam também?

Aquilo só funcionou porque, de alguma maneira, iniciou-se uma convulsão. Juntaram-se várias pessoas no mesmo ambiente, na mesma época. Foi um acidente. Revoluções não acontecem na hora em que você quer. Che e Fidel não se juntaram por acaso. Alguém colocou os dois juntos. E com mais 14 ou 15 pessoas, eles fizeram aquela porcaria funcionar e a realidade social de Cuba ficou a coisa mais linda do mundo. Um monte de gente se juntou em determinado momento e criou-se a condição para que se tivesse uma revolução. As pessoas, no começo, tinham muito medo. Mas tinham alma. Isso era o mais importante. Tinham medo porque nunca foram estimuladas a participar de nada, a ter voz ativa e, de alguma forma, a participar das decisões. Todo mundo tem medo disso. Até hoje. Qualquer sociedade é assim, qualquer empresa. Tem um dono que impede as pessoas de tomarem suas decisões antes de imaginar quais sejam. Ali, não. Ali era do caralho. As pessoas foram estimuladas o tempo todo a ter autonomia. Por isso que ninguém daquela turma está mal. Todo mundo virou gente, virou cidadão, conseguiu se entender como ser humano dentro de um processo social.

A mídia participou? O Juca Kfouri participava? Quais jornalistas eram mais próximos?

Existiam dois grupos. Um, que era de esquerda, liderado pelo JB [Jornal do Brasil] e Folha, que apoiava. O Juca era um dos jornalistas que apoiava. Do outro lado havia Estadão e O Globo. É natural. Mas todos eles, de algum modo, foram importantes no processo. O debate era fundamental. Nós chegamos a um ponto, num país que estava há quase 20 anos sem votar para presidente… Foi demais. A primeira campanha do Lula, em 1982, nós bancamos dentro do Corinthians. Fizemos um jogo de manhã, um churrasco à tarde e um show à noite. Reunimos toda a galera para gerar recursos. É por isso que eu falo: se temos um metalúrgico na presidência é culpa nossa também.

Que avaliação você faz do governo dele?

Eu adoro fazer analogia. Namorar uma mulher e ela gozar cinco vezes é pouco. Governo Lula é isso. Mas é muito melhor do que não gozar.

Magrão, fale sobre o Cauim, que é um projeto de cunho social.

O Cauim é um sonho. Eu sou novato no Cauim. Primeiro, descobri o Kaxassa [Fernando, fundador do Cauim]. Um cara que eu pus o nome de Kaxassa com “k”, “x” e dois “esses”. Ele foi o genitor do cinema, que não tem bilheteria, com propostas educativas para um público que nunca teve acesso. Tem gente, meu amigo, que não tem como pagar R$ 50,00 para ir ao cinema, assim como não tem para ir ao teatro, a um show de R$ 200,00. Se eu fosse dono desta merda [provavelmente alguma área pública], e eu não sou e não vou ser nunca, eu ofereceria um espaço público para o Chico Buarque vir cantar. Quem tem condições, paga R$ 150,00. Mas ele tem obrigação, e ele toparia, de fazer um show para o povão, de graça. Porque o espaço é público. Todo mundo paga. Uns pagam mais, outros pagam menos, porque existem as castas. No meu sonho, todos têm as mesmas oportunidades. Mas não temos porque esta merda é voltada para a exploração do homem pelo homem. Lembrei agora da Revolução dos Bichos, de George Orwell. Qualquer criança tinha que aprender a ler com aquilo.

Vou voltar um pouco para o futebol. Quem foi o cara no Corinthians: Rivelino, Sócrates, Neto ou Marcelinho Carioca?

Cláudio [Cristóvão do Pinho, campeão paulista pelo Corinthians em 1954]. Tem uma história ótima dele. Eu só estive uma vez com o Cláudio, ele já tinha 60 e tantos anos. Foi num jogo, numa festa que fizeram no Pacaembu. Corinthians inglês, um time amador, contra os antigos jogadores do Corinthians brasileiro. Na hora que terminou o jogo, o Cláudio conversou com o Juca: “agora eu descobri por que o Magrão foi campeão pelo Corinthians. Porque ele joga com a gente”. Foi a maior homenagem que eu recebi na minha vida.

E a relação com a Fiel, já que você tem uma vocação popular e a torcida traduz muito isso? Tinha conversa, diálogo?

Outro dia me perguntaram a mesma coisa. Não sei se eu tinha vocação popular. Quem me fez ser o que eu sou foi a Fiel, que é a cara do Brasil, a cara do brasileiro. Eu sou o que sou por causa da Fiel. Eles me fizeram assim. Eu sou um cargo de mandato sem mandato. Pô, cara!, vou brigar com este povo que me deu tanta coisa, me ensinou e ensina tanta coisa?

Magrão: qual foi o jogo e qual o gol da sua vida?

O maior jogo da minha vida está para acontecer ainda. Agora, em cima da sua pergunta, a emoção maior que eu tive na vida até hoje, como profissional de futebol, foi ouvir o Hino Nacional brasileiro, em Sevilha, no primeiro jogo da Copa do Mundo de 82, como capitão, representante da geração. Uma coisa é ter um filho. E eu sei, sou apaixonado por eles todos. Outra coisa é você ter milhões de filhos naquele momento.

Sua consciência também foi levada para o grupo da seleção?

Nós tínhamos um grupo em que todo mundo era ídolo nos seus clubes. Naquela época, quem era o melhor jogador do Brasil? Na verdade, existiam quatro grandes jogadores: um gaúcho, o Falcão, que jogava em Roma; o Zico, no Rio; eu, em São Paulo; e o Cerezo, em Minas. Se você deixa a rivalidade correr nos bastidores, não consegue formar uma equipe. Porque vira competição. A gente saía e dizia em público: o melhor jogador do Brasil é o Zico. E era mesmo.

Melhor do que o Falcão?

Tá de sacanagem, cara?!!! Era melhor do que todo mundo, porra! Melhor do que eu. O Zico era foda. O Zico decidia, velho. E, sendo o melhor, ele era o rei. Quando há um rei, o resto briga para chegar perto do rei. Quando não há rei, todo mundo se mata. Vira tudo súdito. Em qualquer sociedade é assim. Você briga para chegar até ele. Se deixar sem líder, ninguém faz nada. Não é uma visão minha, é uma visão filosófica da sociedade. Não é minha, é maquiavélica. O Príncipe dizia isso. Eu só usei.

Muitos dos de 82 estiveram em 86, que foi um grande time e também chegou perto.

Desculpe, mas não existe essa comparação. É aquela coisa: você conquista a mulher da sua vida. Em 82 era isso. Em 86 podia até ser uma mulher muito mais gostosa e bonita. Para os outros, não para você. Não era a mulher da sua vida.

Quando o Raí ganha a Copa em 1994, houve uma sensação de complemento?

O Raí é muito diferente de mim. Ele é tímido pra caramba. Eu também sou, mas ele é o tímido que não briga. Ele é articulador, mas não briga. Ele é mais polido, eu sou mais agressivo. Em 1994, eu jamais sairia do time. Eu falo para ele: “porra, Raí, caralho, capitão do time não sai. Briga. Põe a merda pra correr”. Eu jamais sairia. Até porque era injusto. Se viesse jogando mal, tudo bem. Mas ele não merecia sair. Ele era o capitão. E um capitão sair durante a Copa do Mundo, eu não lembro de nenhum. Agora, tem coisa mais linda? Ele aceitou, ficou no banco, tudo pelo coletivo. E foi campeão. Eu não aceitaria. No mínimo, no mínimo, eu pegaria um voo de volta. Se você é o capitão da seleção, você é o representante mor daquela porra. Representante do time e da nação. Isso não muda em uma semana. É uma conquista que tem uma história. E ninguém pode pisar na sua história. Pisaram na história dele. Se fosse um jogador comum… Não, ele era o capitão. Sacanearam o Raí.

O que eu quis dizer foi o seguinte: o Raí foi campeão mundial com o São Paulo em 1992 e, logo, deu, digamos assim, um título mundial ao Telê. Depois, foi campeão mundial com a seleção. É essa sensação de complemento a que me refiro. Foi um cala-boca nos que cobram vitória?

Sinceramente, eu não vejo assim. Em 82 existia um sonho de jogar bola bonito. O Telê preservava isso. Agora, eu não acredito em vitória. Nem em sucesso. É tudo especulação. Nós somos frágeis, somos fracos, somos carentes. Todos nós. Existem sobrevidas. Mas a maior parte da vida é de carência, sofrimento, dor, de ir buscar um monte de coisa que a gente não conquistou. E conquistar não quer dizer ganhar, não quer dizer ter sucesso. Conquistar é aquilo que lhe dá prazer, que lhe faz bem, que lhe dá felicidade. Eu não acredito nesse discurso da sociedade contemporânea, tudo voltado para a Ilha de Caras. Falsidade do caralho. Mostram coisas muito bonitas, muito ricas. Se você pegar a maior parte das pessoas que tiram foto naquela revista, elas não estão em casa. Na casa delas é muito mais difícil. A vida é muito maior do que o sucesso. A vida é real, cara. A casa delas é que vale, é onde elas choram.

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51 comentários sobre “Sócrates Brasileiro: O Outro Lado da Bola (Imperdível !)

  1. umlouco

    grande achado Paulinho. mandou mto bem.

    posso não concordar com tudo q ele falou mas se tivesse mais caras assim no Brasil sinto que as coisas poderiam ser diferentes. e imagine se fosse no Corinthians…

    o Timão que era o time o Sócrates virou o time dos ficha-na-polícia.

    sei

  2. umlouco

    grande achado Paulinho. mandou mto bem.

    posso não concordar com tudo q ele falou mas se tivesse mais caras assim no Brasil sinto que as coisas poderiam ser diferentes. e imagine se fosse no Corinthians…

    o Timão que era o time o Sócrates virou o time dos ficha-na-polícia.

    sei q o mundo muda e evolui, mas não posso aceitar direção composta por andres, andrés, coxinhas, jaças da vida de evolução. temo pelo futuro do timão..

  3. EDNALDO TORRES FELICIO

    O melhor post deste Blog. Evoé Doutor Sócrates Brasileiro da Silva!

  4. Eduardo Aquino

    Que balde de água fria. Tinha outra imagem do Sócrates. Que decepção…

  5. Marcelo

    Muito boa a materia, mandou bem Paulinho 🙂
    e continue pressionando os ladrões dentro do nosso Corinthians.
    Abraços de Los Angeles,CA

  6. PAULO MOURA

    SIMPLESMENTE SENSACIONAL. A GENTE PRECISA DE MAIS GENTE ASSIM NO PAÍS… OS GRANDES LARÁPIOS DO DINHEIRO PÚBLICO DEVEM ESTAR RINDO PRA CACETE COM ESSA ENTREVISTA, PENSANDO: “OLHA O TROUXA VISIONÁRIO”…

    SE HOUVESSEM MAIS HOMENS (NA ACEPÇÃO CORRETA DA PALAVRA) PÚBLICOS QUE AGISSEM COM A ALTIVEZ DE SÓCRATES, TALVEZ O BRASIL FOSSE UM PAÍS MAIS DIGNO.

    REPITO: SENSACIONAL

  7. Luiz carlos Guerreiro

    Olá Paulinho , tudo bem?
    Naão sei se vc notou,mas sempre entro neste espaço para falar do Corinthians ou de Cuba (meus dois amores) descontando a familia , claro!
    Tenho 60 anos, sou de Jacarei/SP e sou geneticamente corinthiano,pois meu pai era português e corintiano (sempre digo que existem portugueses inteligentes rs..)
    Quanto ao Dr. Socrátes, se antes ele já era meu idolo, imagine agora ele demonstrando todo seu conhecimento sobre a mais linda ilha do mundo (CUBA).
    Estive em Cuba 4 vezes , fiquei 135 dias, nunca fui como turista, mas para conhecer a cultura , a forma de viver daquele povo maravilhoso.
    A dita solidariedade que dizem existir no povo brasileiro é insignificante diante do amor que o cubano tem pelos outros povos.
    Paulinho , esse topico valeu!!!!
    um abraço

  8. Eliel Gomes

    O que diria Karl Marx em relação ao nosso presidente metalúrgico que tenta comparar a tecnologia do pré-sal com o resgate do 447. Terá que receber ajuda do submarino francês. Isso é o que aconte quando não se tem um acessor por perto.

    Uma coisa é dar o direito de ignorantes votarem para escolher um presidente, outra e votar em um ignorante para ser presidente.

    Admiro muito o Sócrates, mas não concordo com a tese do pouco conhecimento ter o mesmo poder do maior conhecimento.

  9. Mr. albert

    Esse é o Magrão…fantástico… por isso sou fã dele desde os tempos de curingão…

    todo corintiano que se preza deveria tentar aprender um pouco com as sabedoria do Magro…
    abç

  10. RafaelPeixoto

    Não tem nem o que falar!!! É por isso que o Sócrates é o maior jogador q eu ví jogar no Corinthians; não basta saber jogar, tem que saber pensar!! Ele não é igual à esse bando de “craques” acéfalos q andavam e andam por aí, achando que é a conta bancária que define a qualidade de um atleta……..bando de trouxas!!!

    SÓCRATES É O CARA!!!

  11. Alberto - O Original

    Paulinho, fantástica a matéria da revista, melhor ainda a entrevista do Socrátes.
    Em tempo, na época em que o Sócrates jogava, eu frequentava muito estádios. Tínhamos um grupo de amigos que torciam para diversos times e para irmos aos jogos com o nosso grupo de amigos, nós frenquentávamos jogos quem nem sempre eram do nosso time. O prazer era estar entre amigos e ver o bom futebol.
    Nos jogos do Corinthians, me impressionava a aversão que alguns torcedores do Timão tinham contra o Sócrates. Muitos dos que escrevem aqui, me lembram, em muito, o perfil daqueles torcedores.
    Seria coincidência que muitos que apóiam hoje o bebum e sua quadrilha fossem contra o Sócrates naquela época?

  12. Ricardo Cerdeira

    “Eu não aceitaria. No mínimo, no mínimo, eu pegaria um voo de volta. ”

    Belo exemplo de profissionalismo, hein? Se o Sócrates tivesse um mínimo de isenção, saberia que o Raí estava afundando o time do Brasil naquela Copa – vale lembrar que ele vinha de sua primeira temporada no PSG, que foi pífia.

    Mas como esperar profissionalismo de um sujeito que tomava cerveja até altas horas da madrugada na véspera de partidas? Mas claro, como o Sócrates é da “turma do bem”, tudo é relevado.

  13. Marcelo Pereira da Silva

    O Sócrates é muito foda, excelente entrevista.

    A história da Democracia Corintiana é muito interessante. Mas é curioso notar como ela aparentemente não contribuiu para o surgimento de mais jogadores engajados e atuantes.

    Quer dizer, num momento tínhamos esse grupo de atletas preocupados com questões políticas, envolvidos nos rumos do país. Era de se pensar que mais jogadores se espelhariam em suas atitudes, levariam essa postura adiante. Mas não foi o que aconteceu.

    Em que ponto da história exatamente se perdeu essa preocupação, essa consciência? Foi um caso isolado, uma fagulha que se apagou quando a época deles passou, ou simplesmente não há espaço – ou causa – para ideologias no futebol de hoje?

    PS: o Zico merecia o lugar do Cruyjff na seleção do Juca.

  14. Peruibe, o salvador

    Mandou mto bem Paulinho… um dos melhores posts que ja li nesse blog..

    Sócrates muito bom!! Cara… ídolo para sempre…

    Democracia corintiana… exemplo que deveria ser seguido por essa diretoria atual que fede!

    Abcs

  15. Luís Carlos

    Até que enfim apareceu uma pessoa que dá pitacos sobre o comunismo e leu a obra de Karl Marx. A maioria dos comunistas e anti-comunistas não sabem nem o que é comunismo. Que comunismo é uma coisa bem diferente do que se vê na China ou mesmo em Cuba.

    Muitos veem o atraso econômico em Cuba como um sinal de fracasso do comunismo. Eu vejo esse atraso por conta do embargo econômico imposto pelos EEUU.

    Nunca houve um país com regime comunista propriamente dito. Houve sim pessoas que se aproveitaram dos ideais comunistas com o propósito único e exclusivo de se alçarem ao poder irrestritamente.

  16. ADVOGADO do DIABO

    Cuba é uma maravilha? pra turista pode ser. Pro povo…

    Cuba é “bom” pra duas coisas. Esporte, para o governo fazer propaganda de seu regime, e na saúde, com muitos avanços,
    mas também usada pelo mesmo fim.

    Não têm liberdade pra expressar o que pensam. Isto é uma maravilha?

    Não têm DIREITO de ir e vir, ISTO É UMA MARAVILHA??????

    O povo é solidário e alegre. Mas, vai fazer o que? Não podem nem reclamar, senão são TORTURADOS e MORTOS.

    Na época de escravidão, na senzalas, tinha festa com feijoada, batucada e dança de capoeira. Quer dizer então, que eles eram felizes????????????????????????????????????

    A pobreza da população é geral e vivem mal.

    Se liberassem as fronteiras, não ficava um.

    Realmente, Cuba é uma maravilha.

  17. Alviverde/SP

    O Sócrates é um caso à parte no meio futebolístico pela sua intelectualidade, personalidade e filosofia próprias, mas tem também as suas CONTRADIÇÕES que se opõem às suas convicções. Ressalte-se o seu julgamento em relação ao companheiro de equipe à época, o temperamental goleiro Leão…Sequer o considera como ser humano, e que seus múltiplos defeitos são INERENTES, NATOS à ele, contrariando frontalmente a afirmação marxista de que o “homem é um produto do meio”…a verdade é que ele NÃO GOSTA nem NUNCA GOSTOU do Leão PESSOALMENTE, um DIREITO que ele tem, lógico. Tudo bem que o Leão não é flor que se cheire e muitas vezes AINDA é INTRAGÁVEL e INSUPORTÁVEL, mas não acho certo o MODO como JULGOU a PESSOA do Leão. Profissionalmente ele era um Caxias, levava extremamente a SÉRIO a sua função, chegando até a ser um CHATO de galochas, talvez por isso incomodasse tanto assim ao Sócrates. Tanto que ele(Sócrates)terminou ABRUPTAMENTE o assunto Leão, não tendo mais nenhum argumento(ou mesmo podendo ter)à questão do entrevistador a respeito da contradição de suas convicções marxistas em relação à PESSOA do Leão…ou seja, é uma aversão extremamente PESSOAL, embora Sócrates ainda afirmasse que não tenha NADA(?)contra ele(outra contradição).
    Não defendo o Leão, nem critico a postura do Sócrates…isso é apenas um comentário pessoal a respeito dessa passagem da entrevista; uma opinião minha, assim como ele tem as dele…isso é DEMOCRACIA, certo??
    Para ilustrar um pouco sobre o pensamento marxista(que acho interessante, mas o qual não me direciona em alguns aspectos), retirado de um site:
    http://www.culturabrasil.pro.br/marx.htm

    E de onde destaco um parágrafo:

    “O que Marx mais critica é a questão de como compreender o que é o homem. Não é o ter consciência (ser racional), nem tampouco ser um animal político, que confere ao homem sua SINGULARIDADE, mas ser capaz de produzir suas condições de existência, tanto material quanto ideal, que diferencia o homem.”
    Numa leitura existencialista do marxismo, segundo Jean-Paul Sartre, a essência do homem é não ter essência, a essência do homem é algo que ele próprio constrói, ou seja, a História. “A existência precede a essência”; NENHUM SER HUMANO NASCE PRONTO, mas O HOMEM É EM SUA ESSENCIA, PRODUTO DO MEIO EM QUE VIVE, que é construído a partir de suas relações sociais em que cada pessoa se encontra. Assim como o homem produz o seu próprio ambiente, por outro lado, esta produção da condição de existência não é livremente escolhida, mas sim, previamente determinada. O homem pode fazer a sua História mas não pode fazer nas condições por ele escolhidas. O homem é historicamente determinado pelas condições, logo é responsável por todos os seus atos, pois ele é livre para escolher. Logo todas as teorias de Marx estão fundamentadas naquilo que é o homem, ou seja, o que é a sua existência. “O HOMEM É CONDENADO A SER LIVRE”.

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  19. Luís Carlos

    O Sócrates não gosta do Leão porque o Leão caguetava ele, o Chulapa e o Casão direto. Não é por outro motivo não.

  20. Fabio Assis

    Gostei da entrevista com o “Dotô”, realmente não existem mais jogadores com esse grau de intelectualidade, mas acho que ele foi muito intepestivo com o Leão, como bem falou o Alviverde.

  21. Rafael Costa

    Será que esse cara viu os campos de trabalho forçado destinados aos presos políticos e homossexuais (sim, homossexualismo não é tolerado em Cuba) em sua visita à ilha-prisão?

    E aqueles barcos improvisados cheios de cubanos tentando sair da ilha-prisão rumo ao EUA? Seriam eles masoquistas por fugirem de um lugar tão maravilhoso?

    Gostaria que todo “cubanófilo” ganhasse cidadania cubana e fosse morar por lá, com as mesmas restrições de um cubano comum.

  22. Rafael Costa

    O Sócrates tem mais de 50 anos é médico e ainda acredita no socialismo!
    Tem gente que não amadurece…

  23. Alberto - O Original

    Luís Carlos (espero que não seja o Prestes), também concordo com você. A Europa Ocidental pós-guerra usou muito bem o socialismo sem precisar recorrer ao autoritarismo imposto pelas ditaduras comunistas. Pena que alguns partidos socialistas na Europa venham tendo derrotas vexatórias nas urnas.

  24. PIPOCOW

    1 – SE ROGÉRIO CENI ESTIVESSE NO TIME DA DEMOCRACIA CORINTHIANA, NÃO SERA DA TURMA DO DOUTOR. COM TODA A CERTEZA, SERIA DA TURMA DO LEÃO.

    2 – SE ROGÉRIO CENI ESTIVESSE NO TIME DA DEMOCRACIA CORINTHIANA, SERIA RESERVA DE LEÃO.

    3 – PENSANDO BEM, ROGÉRIO CENI JAMAIS FARIA PARTE DO TIME DA DEMOCRACIA CORINTHIANA: FICARIA COM INVEJA O DOUTOR E PROPORIA UM BOICOTE A ELE; MAS, AO CONTRÁRIO DO QUE ACONTECEU NO SÃO PAULO, ELE É QUE SERIA QUEIMADO.

  25. lulapalestra

    Como o próprio Magrão disse, ninguém daquele time do Corinthians deu-se mal. Apologizados pela grande imprensa, até hoje são tidos como líderes de nosso povo. Acontece que, naqueles tempos, a redemocratização já estava em curso. Com tal falácia de que o Corinthians libertou o Brasil, todo mundo daquele time – além de outros alvinegros de caráter questionável como Neto – ocupam a maioria dos espaços na mídia. Outros grandes craques do passado tentam, em vão, pressionar o Governo a fim de descolar uma aposentadoria digna. O melhor comentarista do país, Gérson, está encampando sozinho essa batalha e ninguém diz nada.

    Sempre admirei o Sócrates por sua espontaneidade, mas nessa ele viajou – o que acontece sempre que se é incensado demais. O Maracanã, numa só voz, suplicou “Raí, pede pra sair!” e o Sócrates diz que o cara deveria abandonar a Seleção Brasileira? Só Jninho Paulista foi tão nocivo a um esquema tático numa Copa – e foi sacado por Felipão. E os dois fizeram o que deveria ser feito: sentar o rabo no banco.

    E é claro que essa esquadra de jogadores “inteligentes” nunca ganharia nada. Dentro de campo o que vale é o instinto.

  26. João Luis

    Paulinho:

    Sou torcedor do São Paulo (gosto de futebol, gosto do meu time, mas não sou um louco que coloca isso acima da minha própria vida). Sempre leio os blogs do Juca Kfouri e do Victor Birner, sendo que foi neste último que vi alguns escritos seus (aliás, já não tenho visto com frequência no blog do birner). Bem, continuando, hoje, sem qualquer pretensão, pela primeira vez, cliquei no ícone que dá acesso ao seu blog e comecei a ler algumas coisas que escreveu (gostei muito). Tive a grata surpresa de ler a entrevista do Sócrates. Que maravilha!!! Eu me lembro quando ele jogava e, como garoto fanático torcedor do São Paulo, não conseguia enxergar toda sua genialidade. Já adulto e mais consciente, vendo jogos e lances passados que ele protagonizava, tive a exata dimensão de toda sua genialidade. Tão ou mais genial que o jogador é o homem e cidadão Sócrates. Fiquei ainda mais fã do Dr. Magrão. Também gostei muito do seu blog e espero ter outras oportunidades de participar.

    Grande abraço

  27. lulapalestra

    Em relação a ser socialista, digo o seguinte: estou muito satisfeito ao saber que o excremento espanhol chamado Telefonica continua em colapso e que o excremento francês chamado Carrefour anda vendendo peixe podre aos brasileirinhos. Eu estatizaria os dois e chamaria o mercado de Cobal e a Telefonica de Telesp.

  28. lulapalestra

    E o mesmo cidadão que alega que Leão tem problema genético “brinca” que o Wladimir vive pendurado em cipó. Tomei nota…

  29. Carlos Gurgel

    Paulinho,

    o Sócrates dizer que o time de 82 ajudou a bancarcampanha do Lula nos anos 80, fazendo churrasco, jogo e show, mostra que a relação Lulla/Corinthians vem de tempos atrás?

    É hora do barbudo retribuir?

  30. Carlos Gurgel

    Paulinho,

    o Sócrates dizer que o time de 82 ajudou a bancarcampanha do Lula nos anos 80, fazendo churrasco, jogo e show, mostra que a relação Lulla/Corinthians vem de tempos atrás?

    É hora do barbudo retribuir?

    abraços

  31. João Luis

    Quem dera todos os ignorantes desse pais fosse como o presidente. Nem o mais radical integrante dos partidos de direita deixam de admirar a inteligência do cara. O ódio, o preconceito, impedem que usemos o raciocício. Tome cuidado com o significado da palavra ignorante, pois você pode acabar se encaixando nele.

  32. João Luis

    Antes de mais nada vocês deveriam saber como era Cuba antes da Revolução. Era uma base naval americana que servia prostitutas para os bravos marinheiros do Tio Sam. Ou seja, em que pese eu também não morrer de amores pelo regime de Fidel, certamente Cuba está melhor do que o capitalista “Haiti” (é o que seria se Fugêncio continuasse no poder).

  33. MARCIO , o xará!

    Uma ressalva à opinião do Sócrates: Raí nunca jogou nada na seleção! Estava ali porque o Parreira achava “charmoso” ter um cara legal, inteligente, de boa família no time. Se sacanearam ele, …quem foi? Duvido que o Dr. seja homen suficiente para dizer nomes, ao menos enquanto aquela comissão técnica estiver nesse mundo.

  34. SIDNEY

    Vou voltar um pouco para o futebol. Quem foi o cara no Corinthians: Rivelino, Sócrates, Neto ou Marcelinho Carioca?

  35. Alviverde/SP

    Caguetava a quem???? À própria diretoria corintiana, encabeçado
    pelo hoje EXECRADO “bingueiro” Adilson Monteiro Alves???
    Não era ele(Adilson) que havia aprovado, chancelado e aderido à Democracia Corintiana???
    Mas poderia ser até por esse motivo, mas não precisava chegar a dizer
    que o Leão não é humano…na minha opinião ele EXTRAPOLOU,
    só isso…apesar de tudo o Leão é humano, REPLETO de falhas, mas
    por isso mesmo, HUMANO…

  36. André

    Caro Doutor Eliel Gomes

    Por falar em ignorância, não existe a palavra “acessor”. Talvez por isso o Lula não tenha um.

    É ASSESSOR, meu filho. Como bem comentou o João Luiz, acho que você já se encaixou.

  37. Rafael Costa

    Desculpe-me, mas dizer que cuba seria como o “capitalista Haiti” é puro futurologismo. Além disso, o capitalismo não é apenas o direito à propriedade privada, vai muito além disso.

  38. Alviverde/SP

    Luís Carlos, um grande equivoco seu…você citou o Chulapa…???
    O Serginho Chulapa ainda jogava no SPFC justamente na época da Democracia e só chegou no Corinthians em 1985, quando há muito tempo a esse movimento havia se dissipado do clube…

  39. ADVOGADO do DIABO

    João Luis, Cuba era uma porcaria mesmo, como vc disse, antes da Revolução.

    O problema é que depois da Revolução continuou sendo uma porcaria DIFERENTE.

    Com certeza, pelos ideais, Che Guevara, não apoiaria o que o Fidel fez com o país.

  40. Luís Carlos

    Não me refiro especificamente à época da democracia. Soube que o Leão era caguetão quando jogava no Corinthians, mas concordo com você, todos somos diferentes, e isso é exatamente ser humano.

    Quanto ao Adilson, coitado, a “democracia” era que mandava nele.

  41. Luiz carlos Guerreiro

    olá Paulinho, tudo bem?
    Veja bem, quando se fala de Cuba no seu blog logo aparece um Rafael Bosta, quero dizer Costa a falar daquilo que não conhece.
    Estive em Cuba 4 vezes, fiquei muito mais tempo nas cidades menores, conheci a alegria e o sofrimento daquele povo, nunca dormi num hotel cubano , tenho amigos de Jacarei que viajam para Cuba e ficam hospedados na casa de amigos cubanos.
    Tem umas ” antas” que visitam seu blog que querem comparar a liberdade Cuba com a liberdade existente no Brasil no direito de “ir e vir “, só esquecem que se todo brasileiro pudesse sair fora daqui, não ficaria um para apagar a luz.
    Essas “antas” esquecem que somente uma minoria podem deixar seu país e viajar para outro,e acham que é uma obrigação viajar para outro país. Gostaria que essas pessoas comparacem a vida cubana com a maneira que vivem os mais pobres do PIAUI…SERGIPE…CEARÀ…ALAGOAS, enfim o nordeste brasileiro., Eles esquecem que o Brasil não é só SP..RJ..RS..SC..PR…
    Desafio alguém mostrar um cubano que pase necessidades no mundo…..Em Cuba não existe fome…..crianças descalças…mendigos, analfabetos, a saúde(melhor que a do Brasil) é totalmente gratuita.
    Não vou perder mais meu tempo com esses MALUFISTAS de plantão!
    Um abraço e viva o CORINTHIANS.

  42. ROBERTO

    NuaA resposta que esse cara deu em relação a pessoa do Leão revela beo seu caráter. Eu não tenho a menor dúvida que o Leão como ser humano é infinitamente melhor do que esse cara. Socrátes entende mesmo é de cerveja. Foi um péssimo atleta profissional, embora tenha nascido com talento para a prática do futebol. Como médico, nada se sabe a seu respeito. Jamais seria seu paciente. Socarates , vai tomar cerveja, nisso voce é bom. Quanto ao Leão, sua carreira vitoriosa fala por ele.

  43. Modesto Azevedo

    É interessante as respostas dos que não se conformam que Cuba que é um exemplo de resistencia as tentações do sistema capitalista e de povo solidarios entre si desde a tenra idade que qualquer elogio feito aquele País eles mandam morar naquela linda ilha.Dizem isto porque não tem argumentos diante dos fatos incontestaveis da vida saudaveis dos cubanos.Lá não precisa da Rede Globo fazer a campanha ¨ Criança Esperança¨ onde os trouxas contribuem para depois a emissora abater no seu imposto de renda. Democracia de merda que o capitalismo impoe aos seus adoradores. Viva o socialismo, como diz Zagalo. Vão ter que engolir Cuba triunfante !

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