Caso da “maracutaia” do “Reverendo Moom”: Audax reclama para inglês ver

A equipe do AUDAX, claramente prejudicada por uma partida pra lá de suspeita, que levou o Atlético Sorocaba, administrado pelo desprezível “Reverendo Moon”, à elite do futebol paulista, demonstra temor ao reivindicar seus direitos.

Sabedores que são da ligação do “líder espiritual” com o presidente da Federação Paulista, Marco Polo Del Nero, entrarão, hoje, com uma daquelas reclamações que ninguém lerá, e, se tanto, será colocada em arquivo.

Perde a oportunidade de escancarar, pelo menos publicamente, a indignação pela evidente “maracutaia”, solicitando, no mínimo, uma investigação mais consistente.

Mesmo que não desse em nada, teríamos, ao menos, um protesto de verdade, não o documento incipiente que será levado à entidade.

Reclamar com a FPF de uma ação em que, tudo indica, seu dirigente maior possui envolvimento, é como pedir a Fernandinho Beira Mar indenização por ter comprado droga adulterada.

Estranha-me também o silêncio do comando do AUDAX, que tem como proprietário o bilionário Abílio Diniz.

Este sim com poder suficiente para movimentar mundos e fundos para, ao menos, escancarar a imoralidade.

Embora, tudo indique que suas relações comerciais estão acima do comprometimento com o clube, e elas, em caso de colisão, certamente seriam afetadas.

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