Presidentes de Confederações beijarão a mão de Nicolas Leoz até que a morte os separe

O anuncio de que o cargo de presidente da Conmebol, ocupado há décadas pelo “Sir” Nicolas Leoz, se tornou vitalício em 1997, após acordo com as Confederações, demonstra o quando os bastidores do futebol são imundos.

Mesmo após ser flagrado em negociatas pelas câmeras da BBC, em trocas de votos nas eleições da FIFA, Leoz comandará o futebol sul-americano até morrer.

Ricardo Teixeira, outro que tentou se eternizar, foi participe ativo dessa aberração, evidentemente em troca de algum favorecimento.

É o fim da esperança, pelo menos até o Diabo resolver chama-lo para junto de si, de qualquer tipo de moralização do esporte no continente.

A Libertadores continuará a ser “terra de ninguém” e os desejos das seleções da América serão atendidos apenas se não conflitarem com os interesses do ditador.

Caberia aos representantes das principais Confederações, entre eles José Maria Marin, insurgirem-se contra essa verdadeira afronta ao futebol do continente, mas, não devemos esperar muito daqueles que, se pudessem, tomariam a mesma atitude.

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