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Juvenal em reunião pelo Mundial

 

O presidente do São Paulo, Juvenal Juvêncio, encontra-se hoje com o Comitê de Candidatura de São Paulo a Copa de 2014.

Formado por Claury Alves Ferreira, secretário estadual de esportes, Bruno Caetano, secretário estadual de comunicação, Walter Feldman, secretário municipal de esportes e Caio Luiz de Carvalho, presidente da São Paulo Turismo.

O motivo da reunião é discutir o cronograma de obras para adequação do Estádio do Morumbi a fim de atender às exigências e especificações da FIFA para que o estádio tricolor possa ser o escolhido como uma das sedes do mundial.

Notícias de bastidores indicam que o Cícero Pompeu de Toledo já estaria acertado.

A outra vaga, se é que ela existirá, terá grande disputa.

Palmeiras e Corinthians lutam por ela.

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32 comentários sobre “Juvenal em reunião pelo Mundial

  1. Tricolaço

    Vcs. estão se pelando de medo do Morumbi abrir a copa de 2014.

    podem continuar se pelando porque já abriu.

    Porque naum pedem dinheiro pro Kia.?

    ahahahahahahahahah

  2. Denilson Martins

    Para falar a verdade, preferia que o SPFC não fosse sede de Copa não.

    Gostaria que fosse o SCCP, aí iria me divertir muito, quando chegasse a Copa e o estádio ainda estivesse na maquete.

  3. Gubber Carvalho Bittencourt

    Grande disputa aonde? a fazendinha? mas facil o canindé. Ou tá falando um projeto que niguem sabe um dia sera apovado muito menos comprido.

  4. Teofillus

    Paulinho, faca um favor a sociedade e procure a relacao dos nomes citados com o conselho e diretoria tricolor, vai descobrir o real motivo do Morumbi ser escolhido, so cuidado pra nao se assustar com tanta sujeira, eles deixam ate o SCCP pra tras no quesito corrupcao.

    E outra, o Morumbi vai sediar 4 jogos – 3 da selecao (1 nas 4as) e uma semi final. Enquanto o Palestra ja renovado sediara 4 jogos 3 da Italia e um das quartas ou oitavas. Ja esta tudo acertado nos bastidores….

  5. Carlos Almeida

    Segundo entrevista do Ricardo Teixeira, ontem, publicada no blog do Juca K, respondendo se o Engenhão também faria parte da Copa 2014, ele afirmou, que não, pois as cidades teriam apenas um estádio e o do Rio seria o Maracanã. Dai…..

  6. alessandro

    Clubismo a parte..

    Acho que pela grandiosidade e representatividade o estado de São Paulo deveria ter duas sedes…
    Uma já é o Morumbi, a outra, os outros clubes como TRAFFIC, Guarani, America de Rio Preto que se matem para conseguir. Corinthians não conta pq não tem estádio..hahaha

  7. DONIZETE

    Corinthians luta por ela ? Paulinho vc cada dia mais hilário !!!!!!!!!!!
    ha ha ha ha ha ha ha ha ha

  8. Alexandre

    Corinthians?

    Com qual estádio entrará na disputa?

    É muita pretensão corintiana, não?

  9. geraldo lina

    Bom, eu jah venho avisando a tempos que o MORUMBI eh sede pra 2014.
    Espero que agora corinthianos e palmeirenses tenham os animos menos exaltados e “conformados”…

    Uma saudacao especial para o CITADINI e a ONG MORUMBI CIDADANIA:
    “C H U P A !!!”

    *** *****
    SAUDACOES TRICOLORES

  10. sergio murilo

    Paulinho,corrigindo,Bruno Caetano,é Secretário de Comunicação e não de Educacação.Quer dizer então que o alto escalão dos Governos Estadual e Municipal,estarão reunidospara dar mais uma vez dinheiro para o clube mais moderno do planeta ,para reformar o melhor estádio do mundo?até quando o contribuinte Paulista e paulistano vai pagar a conta do maior clube do planeta?até qdo vamos bancar patrimonio ,para depois aimprensa amiga resaltar as qualidades da administração tricolor?´té qdo multas de T.A.C’s descumpridas serão perdoadas?ta na hora de de dar um basta,uma história marcada pela boa vontade dos Governantes,O poderoso Real Madrid,sempre contou com a mão amiga de Franco…..o Benfica sempre fi ajudado por Salazar…e aqui é essa festa em pról do spfc…..Quer sediar Copa do Mundo ,banque as custas,não tem cabimento tirar dinheiro de Metro,Saúde etc….e tal pra dar pro spfc ficar arrotando competencia…é o fim do mundo!

  11. Marcos Rogério Cabral

    Olha a turma da vila Sônia. Os engomadinhos se dizem corretos. Imagine se não fossem…

  12. Fabio Barbano

    Disputa? Mas se só o Palmeiras tem estádio… vai disputar contra o vento a possível 2ª vaga.

  13. Marcia F. Klaus

    ahuahuahauhaua, A França, Itália ou a Alemanha vão jogar na fazendinha???? essa foi boa. hahahahahaha

  14. celso

    Realmente o Morumbi é perfeito para a Copa. Só estou preocupado com os turistas que tiverem que assistir o jogo das cadeiras inferiores do panetone. Coitados. De lá só dá pra ver apenas um ângulo da arquibancada e nada mais. Só de baixo pra cima. Na linha reta eles vão ter que se contentar em ver seguranças e cachorros da PM. Sem contar no estacionamento. Vou dar uma dica. Deixa que o Baiano cuida. Pra quem não sabe o Baiano é um cidadão brasileiro que ganha a vida guardando os carros dos torcedores que vão até o morumbi. O Problema é que os carros tem que ficar em frente da garagem dos moradores do bairro. Ele tem de ficar de prontidão o tempo todo. Os carros são furtados a cada minuto. Restaurantes nem pensar. Vão ter que se contentar com a carne de gato da Tia Cida. MORUMBI 2014 – AQUI É BRASIL.

  15. Sten

    Como falam besteira, tem gente aqui que ja definiu que a Italia ira jogar tres jogos no Palestra. Ninguem nem sabe se a Italia, Holanda ou quem quer que seja ira se classificar e muito menos em que grupo ira ficar.
    Falta de assunto da nisso, o campeonato precisa voltar logo.

  16. Alviverde/SP

    Olha, siceramente PARA MIM, se a Arena Palestra Itália se transformar em REALIDADE mesmo, já me darei por satisfeito, assim como aconteceu quando se transformou de um gramado ao nível do solo em um JARDIM SUSPENSO, que PARA A ÉPOCA em 1964-65, o projeto arquitetonico foi considerado REVOLUCIONÁRIO…INDEPENDENTEMENTE de ser uma das sedes ou não, PARA MIM isto é secundário…não vale evocar a história da raposa e as uvas, pois é assim mesmo que eu penso…

  17. Julio

    Muito tem se debatido sobre o local de abertura da Copa do Mundo de 2014.

    Vamos ser racionais:

    A questão da abertura da Copa é menor.

    O que deve ser o foco principal de discussão é o local da grande final da Copa do Mundo.

    A CBF, espertamente, defendendo os interesses dos cariocas, definiu o Maracanã como palco da final, e deixou em aberto o local de realização da Copa.

    Não há argumento que sustente a realização da final da Copa no Maracanã, tendo em conta que:

    – a cidade de São Paulo é maior, mais importante, melhor estruturada (e com maior potencial) para o evento do que o Rio de Janeiro.

    – o futebol paulista é mais importante do que o carioca; constitui-se, aliás, há algum tempo, no centro hegemônico do futebol brasileiro.

    – o Maracanã já foi palco de uma final de Copa do Mundo: o célebre “Maracanazo” de 1950. Não tem sentido falar em “revanche” porque, se o Brasil chegar à final, jogar no Maracanã só aumentaria a pressão natural de ter a obrigação de ganhar um título disputado em casa.

    Chegou a vez, portanto, da cidade de São Paulo sediar uma final de Copa.

    É óbvio que o Morumbi não é o estádio adequado para o evento. E não há reforma nem mágica que baste para transformá-lo em palco à altura da grande decisão.

    As paixões clubísticas precisam ser deixadas de lado. É preciso que se decida logo pela melhor solução para São Paulo e para o Brasil: a construção de um grande e moderno estádio na cidade.

    Foi assim na França, com o Stade de France. Foi assim na Alemanha, com o Allianz Arena. Aqui pode e deve ser assim. Se a França e a Alemanha mereceram, o Brasil também merece. Se Paris e Munique mereceram, São Paulo também merece, e precisa.

    Quanto à abertura, aí sim, o Maracanã seria o lugar ideal. O Rio é a “porta de entrada” do Brasil, uma cidade que, apesar de todos os pesares, retrata o “Brasil romântico”. O Rio foi a cidade mais importante do Brasil (além de capital), e por isso foi a sede principal da Copa do Mundo de 1950. Fazer a abertura de 2014 simbolizaria uma “saudação aos velhos tempos”, e sinalizaria, localmente, em direção à retomada do antigo espírito de “Cidade Maravilhosa”.

  18. geraldo lina

    JULIO, voce tem razao e nao eh pouca. Eu se fosse dirigente do SAO PAULO FC, abriria mao do projeto de ter o Morumbi como palco de abertura em prol de ter “A FINAL DA COPA” em SAO PAULO.
    Isso eh nosso direito de PAULISTAS ( bairrismos a parte ).
    O problema eh que a realidade eh bem diferente. Hoje nos temos a CBF e seu presidente ( LADRAO E SAFADO ), dirigindo a entidade maxima e querendo eh logico a decisao lah. Mais uma CARIOCADA como tantas outras que nos jah estamos acostumados.
    Outro ponto eh que HOJE, a realidade eh o MORUMBI em SAO PAULO.
    Os outros clubes tem apenas maquetes.
    Te juro cara que eu concordo com voce, mas entre viver o que temos e construirmos um estadio a altura de uma final e convencer UM LADRAO BAIRRISTA que nos temos o direito a final, vai uma distancia muito grande…

    Mas ainda faltam 6 anos, e essa eh uma possibilidade que agradaria a todos, nos uniria como estado e principalmente acabaria com as guerras entre torcidas e interesses.

    Hoje, minha posicao seria, se a final for em SAO PAULO um novo estadio. Se a final for no Rio a abertura no MORUMBI.
    A gente nao sabe, mas tudo isso jah deve ter sido definido entre os mandatarios… Com a palavra os jornalistas investigativos…

    *** *****
    SAUDACOES TRICOLORES

  19. Rodollfo Bernini

    Eu desisto de discutir com a imprensa.

    Que façam 5 arenas no Rio e em São Paulo, além da do Palmeiras.

    VOcê acha que a Arena Palestra, do jeito que está projetada, uma vez fora do papel perderia lugar na copa para um Serra Dourada que seja?

    O morumbi dificilmente conseguirá se adaptar à copa do mundo, e se o fizer quero ver da onde vão tirar dinheiro: se for dinheiro público acho que todos os torcedores de todos os times deveriam se manifestar.

    Podem construir metrô na porta do cícero pompeu, podem criar 20 linhas de ônibus, 30 hospitais à frente, 10 escolas. Tudo isso é para o bem da POPULAÇÃO. É tendencioso? É. Mas ajuda a POPULAÇÃO.

    Agora, reformar arquibancada, colocar banco decente.

    O que a população ganha com isso?

    Se você respondeu algo diferente de ‘nada’ agora pense: o que a população ganha com isso SE NÃO TEM LIVRE ACESSO, POIS É PARTICULAR?

    Entende ?

  20. ronan

    kkkkk!! Quer dizer então que seu movimento + Morumbi Cidadania não surtiu o efeito desejado??? kkkkkkkkk!!! Perdeu “prayboy”….

  21. ronan

    Ah, a outra disputa fica entre palmeirenses e corintianos… Pra quê? Para ver quem fica com o posto de flanelinha do novo estacionamento… kkkkkkkk!!!

  22. Ricardo

    Essa história de gastar uma fortuna para remendar o que é ruim, ao invés de construir uma coisa boa, não faz o menor sentido.
    O mais estranho é a imprensa não denunciar e o Ministério Público não investigar que motivos ocultos estão por trás dessa candidatura absurda do Morumbi como estádio da Copa do Mundo.

  23. Ricardo Lopes

    COPA DO MUNDO

    O Palmeiras pretende ser a segunda sede de jogos da Copa do mundo de 2014 da cidade de São Paulo e possivelmente, abrigar uma das semifinais do torneio.

    Tecnologia, capacidade e vocação a Arena Palestra Itália terá, com certeza.

    A Arena não foi projetada para sediar a abertura ou encerramento da Copa do Mundo, mas sim, para abrigar um público coerente para eventos multi-uso, tanto relacionados a futebol, quanto a shows, musicais, eventos, peças, etc.

    A Copa de 2014 coincide com o ano do centenário da Sociedade Esportiva Palmeiras e abrigar a seleção da Itália, na futura Arena, é o grande sonho do clube e de seus torcedores. Toda a estrutura para receber uma seleção como a Itália na Copa estará disponível.

    Agora ficou claro Geraldo cabeção.

  24. Thiago

    Atenção para o capítulo EXIGÊNCIAS do texto de Joás Ferreira intitulado “BRASIL PRECISA FAZER A LIÇÃO DE CASA”, publicado em O Empreitero Online (07/08/2007):

    “No caso da Copa do Mundo, de acordo com as exigências da Fifa, a preferência é por estádios sem pista de atletismo. São os chamados estádios-arena, que colocam as arquibancadas a até seis metros do campo de jogo. Diferentemente dos estádios olímpicos que, por serem dotados de pista, mantêm a torcida a uma distância mínima de 15 ou 20 metros.

    Para Eduardo de Castro Mello, a parte considerada mais complicada das normas da Fifa é a exigência de cobertura de toda a área da arquibancada: “Isso representa a introdução de uma estrutura dispendiosa, adicionando um peso muito grande no custo final da obra. No caso dos estádios já construídos, a cobertura ainda tem de se adaptar às condições do que já existe na edificação”.

    Entre as candidaturas já declaradas, estádios como Mineirão, Mané Garrincha e Beira Rio ainda têm potencial para serem adaptados para o evento mundial. Já o Morumbi, em São Paulo, e o Maracanã, no Rio, dificilmente conseguiriam satisfazer aos requisitos da Fifa. “O Morumbi tem um aspecto negativo que é o fato de estar confinado dentro das ruas circundantes. Ele precisaria ter, no mínimo, uma faixa livre de entorno de uns 15m de largura, para a circulação de torcedores. Hoje, o público sai pelas rampas do estádio e vai direto para a rua, interrompendo o tráfego de veículos e provocando muito transtorno para o bairro”, explica o arquiteto.

    Segundo ele, não há condição de criar essa área de circulação e muito menos de construir o estacionamento exigido pelas normas da Fifa. Para um estádio com capacidade de 60 mil lugares, por exemplo, prevê-se um estacionamento para 10 mil veículos, o que demandaria uma área de cerca de 250 mil metros quadrados. A outra questão, no caso do Morumbi, é a dificuldade de se realizar a cobertura de toda a arquibancada do estádio, conforme exigem os organizadores da Copa: “A arquibancada superior já está praticamente sobre a rua, impossibilitando a implantação de apoios para sustentar a cobertura, sem diminuir a capacidade do estádio”. “

  25. geraldo lina

    RICARDO LOPES, olha a minha posicao acima atualizada meu amigo.
    Se a final for em SAO PAULO, eu fecho com os paulistas a construcao de um novo estadio.

    NOS SOMOS O ESTADO DO FUTEBOL NO BRASIL !!!!

    Nao tem mais motivo pra discutir esse assunto.

    CELSO, panetone eh a tua casa.

    *** *****
    SAUDACOES TRICOLORES

  26. Ricardo Lopes

    Muito ja se discutiu nessa comunidade, e em outras, a fantasia de que o São Paulo teria tentado “roubar” o Parque Antarctica…

    Já se falou muita coisa, mas não ninguem escrevia algo de concreto sobre o tema. A ferida foi aberta em outro tópico então achei por bem abrir este…

    Primeiro precisamos saber o contexto histórico da época, começando a demonstrar como o Palmeiras era dirigido naquela época:

    “Era, porém, bastante significativo que o Palestra Italia só tivesse botado um preto no time depois de Pearl Harbour.

    Nao podia haver duvida que o Brasil, mais dia menos dia, ia entrar na guerra contra as potências do Eixo, uma delas a Itália. E o que explica a pressa da contrataçãoo de Og Moreira, preto de cabelo esticado, ja careca.

    Antes ninguem reparara nos times sempre brancos do Palestra. Talvez porque nao eram tao brancos. Ou eram brancos à maneira brasileira. E um pouco, quem sabe, à italiana, com os descendentes dos seus ‘Otelos’ e suas ‘Desdêmonas’.

    Pearl Harbour, assim, apressava o abrasileiramento do Palestra, ainda muito italiano. Fazendo, inclusive, questão de ser italiano. Como se isto o enobrecesse.

    Era a vaidade de raça que tornara possível o fascismo, o retorno a Roma, dona do mundo. E que justificava a invasão da Abissinia pela superioridade da raça branca sobre a negra.

    Os italianos do Palestra, quase todos enobrecidos no Brasil peto trabalho, tinham a fraqueza, bem forte nos novos ricos, pelos títulos de nobreza. Aqui a fonte de tais títulos tinha secado com a proclamação da República. Restavam as comendas. Como italianos, ou filhos de italianos, os palestrinos preferiam as da Italia. Dadas pelo Papa ou pelo Duce. Podiam, inclusive, ser condes.

    Daí a subserviência que demonstravam muitos deles, avidos de servir a Itália, ou ao fascismo, que Ihes podia retribuir com honrarias. Mesmo quando o serviço que deles se esperava fosse um desserviço ao Palestra.
    Pretendesse um clube brasileiro um jogador do Parque Antartica: todos os italianos do Palestra se ofendiam. Todos, italianos e brasileiros. Mais, porém, os italianos e filhos de italianos que, pela dupla nacionalidade, italianos eram. Ou se sentiam. Por orgulho de raça e de dinheiro.

    Bastava, contudo, um cIube italiano namorar um jogador do Palestra, para que, pelo menos os mais importantes italianos do clube do Parque Antárctica, mesmo os ja de comenda ao peito, se considerassem honrados. Como se um conde legítimo lhes pedisse a filha em casamento.

    Tudo isto, depois de Pearl Harbour, colocava o Palestra Itália numa delicada.

    O que passara despercebido até então, o racismo emigrado do clube do Parque Antartica, se não corrigido a tempo, apareceria como uma mancha capaz de deixar uma pecha de quinta-colunismo, não ao clube, mas aos que o dirigiam.

    (Filho, Mario – O negro no futebol brasileiro – 4ª edição – Rio de Janeiro – Editora Mauad, 2003 – p.231 e 232)

    Primeiramente minha tese:

    Então…. o que deve ter acontecido…

    Na época da guerra, era normal os guetos de fascistas/nazistas serem confiscados pelo Estado, ja que o Brasil declarou guerra ao Eixo e Getulio Vargas baixou uma série de leis restringindo os direitos das agremiações estrangeiras, ameaçando de fechamento quem as descumprissem.

    Como demonstrado, o Palmeiras era um enclave de fascistas, rascistas e entreguistas seguidores de Mussolini…

    Então, como todas instituições germânicas/italianas/japonesas da época estavam sujeitas à expropriação…

    Logo, para se livrarem disso mudaram o nome para Palmeiras e contrataram jogadores negros…para abrasileirar o clube e escapar da ocupação estatal…

    Da mesma forma, aqui em SP o Germânia virou Pinheiros, em BH o Palestra virou Cruzeiro…

    Agora colocar a culpa disso no SPFC é um exercício de imaginação muito grande…

    Mas como minha tese não vale nada…vejamos o que diz este artigo acadêmico…tese de doutorado

    Pesquisa do historiador Alfredo Oscar Salun aponta que na época da entrada do Brasil na Segunda Guerra Mundial, em agosto de 1942, Corinthians e Palmeiras foram forçados a expulsar cerca de 150 sócios de origem estrangeira, inclusive alguns de seus dirigentes. Os dois clubes estavam entre as entidades atingidas pela legislação repressora do Estado Novo, especialmente de 1941 até 1945, quando aumentou o rigor na vigilância da polícia política aos grupos estrangeiros e seus descendentes.

    Equipes mais populares da época, Palestra Itália (antigo nome do Palmeiras) e Corinthians atraíam grande número de torcedores de origem imigrante, muitos dos quais operários, caracterizando-os como times populares. “Quando o Brasil declarou guerra à Itália, Alemanha e Japão, a vigilância aos estrangeiros pela Delegacia de Ordem Política e Social (DEOPS) aumentou, devido a suspeitas de espionagem”, conta Salun.

    “No Palestra Itália, predominavam os italianos, e no Corinthians havia também italianos, além de espanhóis, alemães e até árabes”, explica o historiador, que pesquisou os efeitos das medidas de nacionalização para sua tese de doutorado no Núcleo de Estudos de História Oral (NEHO) na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP.

    Após a entrada do Brasil na guerra, o Conselho Nacional de Desportos (CND) baixou uma série de regulamentações para o esporte, em acordo com o projeto nacionalista do regime do Estado Novo (1937-1945). “Os clubes de futebol foram atingidos, tendo que expulsar dirigentes e associados estrangeiros, principalmente os ligados aos países do Eixo, rotulados como ‘Súditos do Eixo’.”

    Vigilância
    A desobediência às normas de nacionalização poderia levar ao fechamento dos clubes. “No caso do Palestra Itália, isso gerou RUMORES NÃO CONFIRMADOS de que dirigentes do São Paulo manobravam nos bastidores para tomar seu patrimônio”, relata Alfredo Salun. “Os boatos e a mudança de nome para Palmeiras, em 1942, tornaram o episódio marcante na história do clube e dos seus torcedores, ao contrário dos fatos ocorridos no Corinthians.”

    A aplicação das leis levou a destituição do presidente do Corinthians Manuel Correncher, espanhol de nascimento. “O clube conquistou vários títulos na gestão de Correncher, considerado uma figura folclórica, comparada a de Vicente Matheus”, conta Salun. “A presidência foi assumida por Mario de Almeida, interventor indicado pelo CND, que ocupou o cargo por alguns meses, até o clube escolher um novo presidente.”

    Em um clube é uma história conhecida e celebrada e no outro, silenciada e apagada”, destaca o historiador. Nesse aspecto, o pesquisador desenvolve um trabalho em História Oral, com torcedores, jogadores e dirigentes. “Esses clubes não foram os únicos na capital paulista que foram alvos da repressão, mas tinham maior torcida e prestígio.”

    Reuniões de diretoria dos dois clubes só eram feitas com autorização da DEOPS e a presença de um agente do órgão. “Os clubes também precisavam de permissão oficial para jogos fora de São Paulo, especialmente no litoral, devido a importância estratégica das regiões costeiras na Segunda Guerra Mundial.”

    Após as expulsões, Corinthians e Palmeiras realizaram uma “campanha de nacionalização” para atrair novos sócios, nascidos no Brasil. “A imprensa da época viu essa iniciativa como uma prova de patriotismo”, diz Salun. “Os estrangeiros expulsos começaram a retornar aos clubes após 1945, como reflexo do final da Guerra, de medidas liberalizantes adotadas pelo governo de Getúlio Vargas e o fim da perseguição à ‘quinta-coluna’, espiões e os ‘Súditos do Eixo’.”

    http://www.usp.br/agen/repgs/2007/pags/002.htm

    Governador usa dinheiro público pra ajudar clube
    Com prova

    É dando que se recebe

    Um gavião travestido de periquito resolveu sobrevoar as alamedas do Parque Antártica para saborear com exclusividade alguns segredos do arqui-rival Palmeiras. Após bater asas ao longo de uma manhã festiva no terreno do inimigo, descobriu que o governador de São Paulo, José Serra, merece pelo menos uma placa ao lado do busto do divino Ademir da Guia.

    Coração verde apaixonado, Serra foi o grande responsável pelo acordo de patrocínio da Fiat, apesar do oba-oba da diretoria comandada com mão de gelatina por Afonso della Monica, sob as bênçãos da mídia caolha, que se contenta com a palavra oficial.

    O governador paulista aproveitou a viagem do presidente da Fiat ao país para persuadi-lo a aplicar uma pequena parte do rico dinheirinho da montadora na bola palmeirense. Em princípio, o poderoso chefão da Fiat queria apenas conversar com o presidente Lula sobre investimentos de R$ 5 bilhões no Brasil. Futebol, para ele, só o da Juventus, de Turim. E olhe lá!

    Entre os argumentos usados pelo mandachuva da Fiat para colocar o Palmeiras para escanteio, uma primária lição de marketing: o risco de perder uma bela fatia do mercado ao colocar o logotipo da empresa apenas no enxoval verde, o que poderia revoltar os torcedores dos outros grandes de São Paulo. Para evitar tal rejeição em Minas, por exemplo, a Fiat abriu o cofre para Cruzeiro e Atlético/MG; na Bahia, o mesmo já aconteceu com a dupla Ba-Vi.

    Serra não jogou a toalha. E propôs em troca do patrocínio um inesquecível presente de Papai Noel: impostos mais baixos e facilidades de pai para filho numa futura fábrica da montadora em São Paulo. Com tantas benesses, o presidente da Fiat não resistiu, sob pena de perder o emprego na volta à Velha Bota. Ganharia muito em troca de pouco. Topou investir R$ 9 milhões – e não R$ 12 milhões como foi cantado em prosa e verso pela diretoria do Palmeiras. O resto é conversa fiada para p**co dormir feliz.

    Nunca é demais, alertar a população pra falta de caráter dessa gente abastada que não quer diversão do povo perto de suas mansões…

    Engraçado a ONG Fora do Morumbi Pobres do Futebol.

    Ela acha que só o estádio possui erros, mas o que querem mesmo, é inviabilizar o estádio, e assim, defestrar os pobres que afluem ao seu rico bairro, para assistir jogos de futebol.

    A CONSEG deveria se chamar:

    XÔ POBREZA!

    Por que eles não falam um “A” sobre a favela do Morumbi?

    Esse sim, um problema enorme pra seu rico bairro?

    Afinal, o que leva tão nobre entidade, a simplesmente ignorar um problema social tão grave como a favela do Morumbi?

    Por que eles ficam mais preocupados com o barrulho de um grito de gol, do que com a miséria de milhares de moradores do seu rico bairro, que vivem na Favela do Morumbi?

    Acho que o Ministério Público deveria mesmo investigar essa entidade, pois parece que, ela quer extorquir o direito do SPFC existir, visto que, nada é bom pra ela,

    Embora, ache bom e agradável, que concidadãos que vivam em petição de miséria na Favela do Bairro, tenham problemas bem maiores que o barulho do estádio.

    Por quê?

    Por quê?

    Por quê?

    Por quê?

    Eu fico pensando, remoendo, e não consigo entender a razão de uma entidade criada pra defender um bairro,

    Querer desqualificar benefícios, como o monorail ( que servirá como meio de transporte aos moradores ), o estacionamento na estação do monorail ( que servirá não só aos moradores, como ajudará a evitar mais carros nas ruas pra contribuir para os engarrafamentos infernais da cidade )

    E, se calar absolutamente

    Pros seus irmãos que vivem sem nenhum aparato público, numa favela bem no centro

    do bairro

    que dizem,

    defender.

    O que leva a tamanha HIPOCRISIA?

    Certamente a insensibilidade dos canalhas de nossas classes mais abastadas né Paulinho.

    Ou mesmo, os interesses inconfessáveis dos integrantes dessa ONG nefasta, que estão agindo a mando

    de seus clubes de coração.

    SE TODAS AS OBRAS FOREM FEITAS, NO ENTORNO DO ESTÁDIO, SERÁ UM BEM INESTIMÁVEL PROS MORADORES,

    PRINCIPALMENTE AQUELES QUE NÃO TEM POSSANTES AUTOMÓVEIS, E PRECISAM

    DE TRANSPORTE PÚBLICO DE QUALIDADE.

    ME PARECE PRESERVAR O AMBIENTE, EVITAR QUE MAIS CARROS

    TRAFEGUEM NAS RUAS

    PORTANTO,

    A TAL ONG TINHA QUE PARABENIZAR O SPFC PELA INICIATIVA ECOLÓGICA.

    ALIÁS, A ONG QUE QUERIA RESOLVER PROBLEMAS ECOLÓGICOS, AGORA,

    QUER APENAS EVITAR OBRAS PÚBLICAS

    NO BAIRRO

    QUE BENEFICIARÃO OS MORADORES MENOS FAVORECIDOS FINANCEIRAMENTE

    Por quê?

    Por quê?

    Por quê?

    Por quê?

    Por quê?

    Por quê?

    Por quê?

    DUVIDO QUE CONFESSEM AS RAZÕES.

    GENTE SAFADA E NEFASTA, É ISSO QUE TAL ONG DEFENDE.

    *Palmeiras 2 x 1 Inter – 2 jogadores do Inter expulsos. 1 com 20 minutos.
    *Palmeiras 1 x 0 Atletico – PR – Gol extremamente mal anulado do Atletico. Ah, jogador expulso.
    *Palmeiras 5 x 2 Cruzeiro – Jogador do Cruzeiro expulso no meio do primeiro tempo.
    *Palmeiras 2 x 0 Nautico – Penalti roubado qndo o jogo estava duro e jogador expulso por cotovelada no Kleber, q não era pra estar em campo por cotovelada no primeiro tempo.

    Mas não precisa ser no Palestra. Basta ser em sp:
    Palmeiras 1 x 1 Portuguesa – 2 penaltis nao marcados pra Portuguesa. Nao expulsao do Martinez.

    Logico q vai ter palmeirense falando q as expulsoes eram merecidas.

    Porem, além de nesse meio terem penaltis absurdos a favor e contra e gols anulados, temos q alertar para o seguinte:
    Há injustiça qndo o critério só é severo para um lado. Falta acontece todo jogo, mas rigor só no Palestra Italia.

    PALMEIRAS, SUJO, DESONESTO E COVARDE.

    Agosto 30, 2008 em 9:24 am
    Pagou pra fugir do São Paulo
    Em 1993, nas semifinais do paulistão, que os Puxadores de Saco não ganhavam havia 17 anos, as semifinais reuniram corinthians e sãopaulo, os Puxadores de Saco, temendo ser mais uma vez fodidos pelo Tricolor na final, como ocorrera em 1992, contratam o Árbitro José Aparecido pra tirar o SPFC da final, contra a já classificada Sociedade Esportiva Puxa Saco.

    O Juiz, muito bem comprado, anula um gol legítimo de Palhinha, em cujo lance o bandeirinha nem assinala o impedimento, dizendo que ele estava em posição irregular, logo depois, valida um gol de Neto pro SCCP, em flagrante impedimento, até os jogadores do SCCP ficam parados, sem comemorar o gol, esperando o impedimento, que o comprado José Aparecido não assinala.

    Bem, pensaram os Puxa Sacos, finalmente nos livramos daqueles que sempre nos fodem, seremos finalmente campeões. Não foi bem assim, o SCCP, endurece o primeiro jogo da final, e ganha por um a zero, com gol de Viola.

    A solução pros Puxadores de Saco, que já haviam pago pra não terem que enfrentar o SPFC na final, foi comprar novamente o Zé Aparecido, o que acontece, e novamente, ele faz o resultado, ao não expulsar Edmundo, e marcar pênaltis inexistentes e expulsar a torto e a direito jogadores do SCCP.

    Nunca tinha visto um time tão covarde, a ponto de pagar pra fugir de um adversário que cagavam nas calças de medo.

    Fonte: Revista Placar – 10/2005

    SE Palmeiras – Uma pitadinha histórica

    1914: Fundada em 1914 por um grupo de dissidentes corintianos, a Società Sportiva Palestra Italia já inicia suas atividades com uma mácula das maiores: ser uma costela do Sport Club Corinthians Paulista. Um clube que além de não ter a identidade brasileira, não possui, sequer, uma identidade própria.

    1915-1917: Sem identidade própria, o clube resolve copiar o símbolo do atual Votorantim Futebol Clube, localizado em cidade homônima. Passam a usar, dessa forma, a Cruz de Savóia como escudo oficial. Mantendo sua tradição bastarda, no entanto, tal símbolo é trocado pelas letras P e I poucos anos depois.

    Anos 20: O clube adquire uma área de 150 mil metros quadrados pertencentes à Companhia Antárctica Paulista, incluindo o Estádio Parque Antárctica. Nessa época, fortes rumores de ligação do Palestra Itália com o Regime Fascista do ditador Mussolini, na Itália, começam a pipocar pelo país, afinal, o recém-fundado clube não teria verba suficiente para tal aquisição.

    Anos 40: Apesar de ter alguns êxitos na década, não consegue manter sua performance dos dez anos anteriores e é obrigado a assistir o domínio do clube mais novo da cidade: o São Paulo Futebol Clube e seu Rolo Compressor. A situação melhorava, mas o clube não conseguia se sustentar como clube grande.

    1942: Atormentado pelas pressões exercidas pelo São Paulo Futebol Clube, que ameaçava tomar seu Estádio, o clube sofre a maior aniquilação moral já vista na história do futebol: é obrigado a mudar de nome, a subtrair a cor vermelha de sua bandeira, e a trocar, novamente, seu escudo.

    1942: O clube passa a chamar-se Palestra de São Paulo. Pouco tempo depois, após novas pressões do Tricolor, que não queria um outro time na cidade com nome parecido ao seu, o Palestra passa a ter um terceiro nome: Sociedade Esportiva Palmeiras, em homenagem à Associação Atlética das Palmeiras, um dos clubes que deu origem ao São Paulo FC. Dessa vez eles conseguiram agradar à exigente direção são-paulina, que passou a deixar os palestrinos em paz.

    1974: Após ser Campeão Brasileiro de 1973, o Palmeiras se classifica para a disputa da Taça Libertadores de América. Na fase de grupos é sapecado por todos e acaba sofrendo desclassificação após derrota para o São Paulo Futebol Clube. Seria a primeira de quatro eliminações na competição sulamericana. O Palmeiras já demonstrava vários sinais de que viria a ser um time repleto de pipocadas históricas.

    1977-1992: Palmeiras entra em sua maior seca. Com times pífios atrás de times pífios, o clube fica até 1993, ou seja, 16 anos, na fila de conquistas. Nesse período, nada de relevante nos campos pode ser falado sobre o clube, a não ser algumas passagens parcas que vêm a seguir.

    1978: O Palmeiras chega à final do Campeonato Brasileiro contra o Guarani. Jogando em São Paulo e em Campinas, o alviverde da Rua Turiassu coleciona dois insucessos pelo placar mínimo de 1 a 0 e entrega, pela primeira vez na história, o título de Campeão Brasileiro a um clube do interior do país. Consagração dos campineiros, situação vexatória para os clubes considerados grandes do país.

    1985: Última rodada da fase de pontos corridos. Palmeiras enfrenta o já eliminado XV de Novembro, de Jaú, em pleno Palestra Itália. Um derrota de 3 a 2 enterra o sonho dos palestrinos de avançarem à semifinal do Campeonato. A fila continuaria por mais algum tempo…

    1986: A Sociedade Esportiva Palmeiras conseguiu, enfim, chegar à final do Campeonato Paulista. O adversário era a Internacional de Limeira. Nélson Tadini Duque, presidente à época, após dura pressão feita sobre os dirigentes da FPF, consegue tirar um dos jogos da cidade de Limeira, levando a disputa do título exclusivamente para a cidade de São Paulo, no Estádio do Morumbi. Após um empate em 0 a 0 no primeiro jogo, a Inter encaçapa 2 gols a 1 no Palmeiras no 2º jogo e garante o título de Campeão Paulista. Era a primeira vez na história que um clube do Interior atingiu tal feito. Um orgulho para os limeirenses, um vexame dos maiores para os paulistanos.

    1990: Revoltada a eliminação do Campeonato Paulista de 1990 pela Ferroviária de Araraquara, em pleno Pacaembu, a torcida do Palmeiras protagoniza um dos maiores shows de horrores da história do futebol paulista: invade a sala de troféus do Palestra Itália e quebra boa parte das taças que o clube havia conquistado em sua história. Vexame atrás de vexame!

    1992: Chega ao Palmeiras uma empresa de laticínios, a Parmalat, que viria a participar ativamente da administração do clube na forma de co-gestora. A empresa passou a injetar grandes quantidades de dinheiro no time, formando-se, assim, boas equipes. O clube voltou a ganhar títulos, mas suspeita de lavagem de dinheiro, e, por fim, o escândalo que levou a empresa a pedir concordata pelo “sumiço” de US$ 8,7 bilhões, acabaram por macular, mais uma vez, a história do Palmeiras.

    1993: A final do Campeonato Paulista de 1993 representa a saída da fila após 16 anos. Arbitragem tendenciosa por parte do árbitro José Aparecido de Oliveira e do auxiliar(?!) José Roberto Godoy, que não expulsaram, por exemplo, o jogador Edmundo após entrada criminosa no corintiano Paulo Sérgio, causa polêmica até hoje. Seria o famoso “Esquema Parmalat”?

    2001: Após a saída da Parmalat, em 2000, o Palmeiras volta a mostrar incompetência administrativa e apequenamento do clube ao entrar em uma nova fila, desta vez, culminando com o rebaixamento da equipe no Campeonato Brasileiro de 2002, além de mais outras tantas passagens vexatórias para os lados da Rua Turiassú.

    2002: Eliminação da Copa do Brasil pelo desconhecido time do ASA de Arapiraca, da Paraíba, e rebaixamento no Campeonato Brasileiro de 2002 levam o Palmeiras ao fundo do poço. Um clube já acostumado a inúmeros insucessos esportivos, desta vez, havia alcançado sua mais desastrosa temporada.

    2006: O desejo por títulos leva dirigentes do Palmeiras a enviarem pedido de homologação à FIFA do título da Copa Rio de 1951 como sendo Mundial de Clubes. Em 2007, um funcionário da FIFA repassa ao clube um fax com a confirmação da conquista como sendo um título de ordem mundial. Os palmeirenses comemoram a conquista com 56 anos de atraso. Dias depois, a entidade volta atrás e demite o funcionário. O clube da Rua Turiassu vira, mais uma vez, motivo de chacota por parte dos rivais.

    VOCÊ SABIA ?

    1. Que o Palestra Itália foi fundado por parte da colônia italiana que desprezava o Brasil e os brasileiros? (e vestiram camisa de nossa seleção?!)

    2. Que por separatismo tinha seus estatutos escritos em italiano e só aceitavam jogadores de origem italiana? (mas que cinismo, e entravam com a bandeira brasileira na mão!)

    3. Que foi o clube mais racista do Brasil e só aceitou o primeiro negro em suas fileiras em 1959, Djalma Santos, 45 anos depois da fundação?

    4. Que por suas inclinações fascistas espernearam o quanto puderam para trocar de nome, pois achavam humilhante se rebaixar a ter um nome abrasileirado?

    5. Que o Parque Antártica era um parque de lazer para a população paulistana, mas o Palestra \\\”convenceu\\\” a Cia. Antártica a \\\”vender-lhes\\\” o espaço?

    6. Que a partir da terceira prestação pararam de pagar, e foram salvos pelo conde Matarazzo?

    7. Que o referido conde lavava seu dinheiro na obra do estádio e deixava seus operários na penúria? (já naquele tempo, que salafra!)

    8. Que depois de injetar dinheiro sujo no Parque as indústrias Matarazzo faliram e deixaram os empregados na rua da amargura?

    9. Que grande parte dos títulos do Palestra foi conquistada subornando jogadores adversários, deixando sempre um dirigente de plantão no Ponto Chic para assediar os boleiros que o freqüentavam? (Algo a ver com a máfia italiana?)

    10. Que a tal final de 42 foi apitada por um juiz que atuava pela primeira vez em um clássico e depois desse jogo jamais apitaria outro? (Por que será? Coincidência, talvez?)

    11. Que o jogador sãopaulino Waldemar de Britto estava na gaveta do Palmeiras naquela final e o jogador Luizinho, que já tinha jogado no Palestra e conhecia as tramóias daquele clube, percebeu o esquema com juiz e seu companheiro e por isso recusou-se a seguir a partida?

    12. Que nas finais contra o São Paulo em 43 e 46, sabendo que estavam perdendo a hegemonia para o novo clube, contaram com a benevolência dos juizes para bater à vontade em Sastre e Renganeschi, mas mesmo assim esse último, com a costela quebrada, fez o gol do bicampeonato sãopaulino?

    13. Que em 1950, para barrar de qualquer maneira o tricampeonato do São Paulo, tramaram e foram descaradamente beneficiados na final por um juiz ingles que, horas depois, foi visto se esbaldando no baile de carnaval do Palmeiras? (quanta ética, quanta lisura, e têm a cara de pau de achar que são campeões do século!!)

    14. Que o Palmeiras, em 1968, ia cair para a segunda divisão não fosse um acerto com o Guarani que escalou Dante e Flamarion, dois jogadores sem condições legais e, com a perda dos pontos, salvou o atualmente neo-bugre? (Se ligaram tanto ao Guarani que resolveram se apequenar para se igualar ao verdinho campineiro)

    15. Que em 1978 o presidente Bruno Saccomani \\\”sacou money\\\” do Palmeiras, saqueou o quanto pôde, quebrando o clube que até hoje não se recuperou? (Caramba, se não fosse a Parmalat seriam 30 anos de fila? Per Bacco!!)

    16. Que a fila atual de 8 anos do Palmeiras, bem como a anterior de 17 anos, não foram as únicas, pois de 1951 a 1959 o Palmeiras não ganhou nada e esteve para cair em 57? (Então o gosto pela segunda divisão é namoro antigo?)

    17. Que a queda para segundona em 2002 não foi a única, e que em 1980 o Palmeiras tambem caiu, e em 1981 teve que disputar uma tal taça de Prata, eufemismo para segunda divisão?

    18. Que pela história de fracassos nos últimos 30 anos, que nem a Parmalat conseguiu aliviar, a torcida do Palmeiras encolheu e, há muito tempo, não consegue públicos maiores que 20.000 pessoas, isso no Parque, pois em outros estádios, em clássicos, é sempre minoria absoluta?

    19. Que a saída da Parmalat deixou o Palmeiras na mesma petição de miséria em que se econtrava no final dos anos 70? Que as perspectivas futuras são nulas e os esforços para arrecadar trocados, como essa cesta de atletas, são retumbantes fracassos? (Será que ninguem acredita mais n oclube, não tem mais nenhum conde para lavar dinheiro?)

    MSi – apenas um espirro perto do Maior Esquema
    De corrupção e lavagem de dinheiro já existente no futebol Brasileiro…

    E ainda tem um monte de palestrinos aqui dando uma de “defensor da ética e dos bons costumes”…deviam ter minimo de discernimento em comentar sobre ‘SUJEIRA”

    pra vcs, o famoso esquema PALMEIRAS / PARMALAT…pela voz vinda de fonte file e digna…kkkkkkkkkk

    Esquema Palmeiras:

    http://www.terra.com.br/istoedinheiro/349/economia/pop_parma.htm

    O Gianni em questão era Gianni Grisendi, que presidiu a Parmalat nos anos 90 e deixou a empresa para se tornar acionista da Tecnosistemi e presidente da própria TIM, antes de se envolver em mais uma confusão com tempero italiano: a da Bombril. Hoje, com seus bens bloqueados, Grisendi está sendo investigado por fraude, lavagem de dinheiro e evasão de divisas num processo que corre na 42ª Vara Cível de São Paulo. Muitos outros personagens do diário, porém, conectavam-se à empresa indiretamente. Eram jogadores de futebol. Stefano, que presidiu a equipe do Parma, listou a venda de dois atletas de um time que foi patrocinado pela Parmalat: o Palmeiras. Eram o atacante colombiano Asprilla e o lateral-esquerdo Júnior. Mencionou também o contrato publicitário de Ronaldinho, que teria ganho R$ 5,5 milhões para atuar na campanha publicitária dos mamíferos, que vestia crianças como animais de pelúcia. E citou ainda a renovação de contrato do meia Alex, hoje no Cruzeiro, que ganhava R$ 390 mil por ano e pedia R$ 2,5 milhões. Tamanho interesse pelo futebol se explica. Os procuradores italianos estão convictos de que as transações com jogadores eram um meio de desviar dinheiro. Como o valor dos passes não correspondia à realidade, suspeita-se que parte retornava às contas dos Tanzi em paraísos fiscais.

    Mais em : http://www.terra.com.br/istoedinheiro/349/economia/349_diario_secreto_parmalat.htm#ancora

    Pipocadas históricas em “casa”:

    24 de novembro de 1.985 – Campeonato Paulista – Palmeiras 2 x 3 XV de Jaú – Os alviverdes já sabiam do tropeço do Corinthians diante do Comercial, em jogo realizado pela manhã, e precisavam apenas vencer o XV para avançar no Paulistão. De virada, perderam para o então time de Wilson Mano e não foram às semifinais.

    19 de junho de 1.996 – Copa do Brasil – final – Palmeiras 1 x 2 Cruzeiro – Depois de empatar por 1 a 1 no Mineirão, o time de Vanderlei Luxemburgo podia empatar sem gols para levantar o troféu. Saiu na frente com Luizão, mas perdeu com um gol de Marcelo Ramos no final do segundo tempo.

    9 de dezembro de 2.000 – Copa João Havelange – quartas de final – Palmeiras 2 x 2 São Caetano – Foram dois jogos em casa contra o Azulão que não podia atuar no Anacleto Campanella. O time do ABC venceu o primeiro encontro por 4 a 3. No segundo jogo, o Palmeiras abriu 2 a 0, mas permitiu o empate logo depois do intervalo.

    20 de dezembro de 2.000 – Copa Mercosul, final – Palmeiras 3 x 4 Vasco – Com 3 a 0 no placar ao final do primeiro tempo do terceiro jogo da decisão, o Palmeiras foi para o vestiário achando que já tinha garantido o título. No segundo tempo, Romário e Juninho comandaram a inacreditável virada vascaína.

    20 de fevereiro de 2.002 – Copa do Brasil, primeira fase – Palmeiras 2 x 1 ASA – No jogo de ida, os paulistas , comandados por Vanderlei Luxemburgo, perderam em Arapiraca por 1 a 0. Voltaram pra São Paulo crentes que garantiriam a vaga em casa, mas não fizeram a diferença de dois gols e deram adeus à competição.

    23 de abril de 2.003 – Copa do Brasil – oitavas de final – Palmeiras 2 x 7 Vitória – Três dias antes da estréia na segunda divisão, o clube foi humilhado em seus domínios pelos baianos, no jogo de ida. Foram sete gols, COM TRÊS FALHAS GROTESCAS DO GOLEIRO MARCOS, que deram a impressão de que o ano seria mais desastroso que o anterior.

    20 de maio de 2.004 – Copa do Brasil, quartas de final – Palmeiras 4 x 4 Santo André. Os alviverdes venciam por 4 a 2 e, depois dos 3 a 3 no jogo de ida, se garantiam nas semifinais. Sandro Gaúcho diminuiu aos 34 minutos e Tássio decretou a eliminação palmeirense aos 44 minutos e mais um tropeço dentro de casa na Copa do Brasil.

    1º de abril de 2.007 – Campeonato Paulista – Palmeiras 2 x 2 Guaratinguetá – O Palmeiras precisava de uma vitória sobre o time do interior para se garantir na semifinal do Paulistão. Levou 2 a 0 em 30 minutos de jogo e teve forças apenas para buscar o empate. Com o resultado, foi para o último jogo sem depender de si – e acabou eliminado.

    5 de abril de 2.007 – Copa do Brasil – segunda fase – Palmeiras 2 x 0 Ipatinga – Após a derrota em Minas Gerais por 2 a 0, os paulistas fizeram 2 a 0 com 32 minutos de jogo. Mais um gol garantiria o time nas oitavas, mas a partida foi para os pênaltis. Nas cobranças, Edmundo perdeu a sua e o Palmeiras foi eliminado.

    2 de dezembro de 2.007 – Campeonato Brasileiro – Palmeiras 1 x 3 Atlético – MG – Os alviverdes precisavam de apenas uma vitória para se garantirem na Libertadores. Começaram atrás no placar, mas Edmundo empatou ainda no primeiro tempo. Depois do intervalo, os paulistas não mantiveram a reação, levaram dois gols e deram adeus a vaga.

    Fonte – Revista Trivela do mês de janeiro

    Por que Aparecido não “deveria ser escalado”?

    Aparecido era um dos principais árbitros da FPF desde 1990, quando apitou a decisão do Brasileiro entre São Paulo e Corinthians. Mas, em 1993, ele vinha de uma arbitragem muito contestada num jogo “semifinal” entre São Paulo X Corinthians. O resultado, Corinthians 1 X 0 São Paulo ( 30 de maio ), classificou o Corinthians para a dexisão. O gol do Corinthians foi feito por Neto, em empedimento. E, Aparecido e seus auxiliares, anularam um gol legal de Palhinha, quando o jogo estava 0X0.

    Mas por que ele favoreceu o Corínthians, que seria
    PREJUDICADO TEORICAMENTE POR ELE MESMO DIAS DEPOIS CONTRA O PALMEIRAS? O QUE DIABOS, A SEMIFINAL SÃO PAULO X CORINTHIANS, TERIA COM O PALMEIRAS E O ESQUEMA PARMALAT?

    Aí é que está. Palmeiras e São Paulo eram os dois grandes times da época. O São Paulo de Telê. O Palmeiras, cheio de craques da Parmalat. No ano anterior, o São Paulo não deixou que o Palmeiras saísse da FILA, ganhando o título paulista. Meses depois, já bicampeão da Libertadores, seria um adversário muito mais difícil para o Palmeiras, que o Corinthians de Adil e Ezequiel. O fato é que Aparecido teria feito o serviço: tirou o São Paulo da parada ( já interessado no sucesso do Palmeiras ) e completou o trabalho na decisão contra o Corinthians.

    Por que poderia ter sido João Paulo o árbitro da
    FINAL?

    João Paulo Araújo era também uma das estrelas da FPF, ao lado de Aparecido, Dionísio Roberto Domingos e Oscar Roberto Godói. Contra Araújo, uma arbitragem ruim no jogo Santos 2 X 3 Novorizontino, pela fase semifinal, teria o prejudicado. Pois REnato Duplat, á época diretor da arbitragens da FPF, e santista, teria ficado uma fera com ele.

    O que aconteceu com Aparecido após 1993
    Gerente de banco, passou a receber até ameaças de morte. Se afastou por um tempo, mas voltou com tudo anos depois, tornando-se árbitro FIFA. Ele voltaria às manchetes em 1997, acusando (pela Placar ) Ives Mendes (então presidente da Comissão Nacional de Arbitragem) de mandá-lo ajudar a Argentina contra a Colômbia, num jogo pelas Eliminatórias. Depois disso sua carreira declinou.

    Fonte:
    Revista Placar, edição nº 1288, Novembro de 2005, páginas 54 e 55.

  27. Tri-Mundial!!!

    Para o movimento que tenta barrar o morumbi como uma das sedes da Copa/2014, e com certeza quer que o governo torre meio bilhão de reais na construção de um estádio novo, para depois repassar à custo zero para um certo clube da capital, eu lembro: O engenhão foi inaugurado há pouco + de um ano, e vejam as péssimas condições do gramado. Ou seja, podem construir o mais modernoo estádio do planeta, mas se repassarem para algum clube falido administrar, não dura 10 anos. A abertura da copa/2014 será no morumbi. A final será no maracanã – e a escolha do Rio não leva em conta fatores econômico, mas é lá que ficam as sedes de cbf e plim-plim. Simples assim.

  28. Jorge

    Se já ficou claro, pela opinião de especialistas ISENTOS, que não existe condições de o Morumbi ficar minimamente decente para sediar jogos da Copa do Mundo, como é que essa história não terminou ainda?

    Pelo que está sendo noticiado, parece que a coisa está até avançando, na base de um lobby descarado.

    Até esta postagem do Paulinho eu achei estranha, porque ele se isentou de opinar sobre o assunto. Por que?

  29. geraldo lina

    11/09/2008 – 22h27
    Flamengo, Corinthians, São Paulo e Botafogo oficializam união no G4
    Do UOL Esporte
    Em São Paulo

    Em reunião realizada nesta quinta-feira, no Estádio do Morumbi, ficou oficializada a união entre Flamengo, Corinthians, São Paulo e Botafogo para conseguir uma melhor negociação na renovação dos contratos sob a bandeira de uma “melhora econômica e social” para os clubes.

    Corinthians entrou no grupo depois que o presidente Andrés Sanchez assumiu o cargo

    Nos últimos dois anos, flamenguistas, são-paulinos e botafoguenses já esboçavam a formação de um novo grupo, insatisfeitos com as negociações recentes do Clube dos 13 para venda dos direitos de transmissão do Campeonato Brasileiro. O Corinthians entrou no grupo com a saída de Alberto Dualib e chegou-se a especular que o Vasco poderia também se associar após a posse de Roberto Dinamite, o que não ocorreu neste momento.

    Em comunicado divulgado à imprensa, o auto-denominado G4 explicou que as suas maiores preocupações serão discutir assuntos que acreditam ter pouca discussão no futebol nacional como o “calendário, o regime tributário dos clubes, a proteção ao atleta em formação e ao clube formador, e o êxodo dos atletas para o exterior”.

    Além disso, o grupo promete tomar decisões conjuntas para exploração de marketing e buscar uma lucratividade maior em novos acordos.

    “Concentraremos esforços em negociações e estudos de mercado capazes de potencializar produtos ainda pouco explorados como, por exemplo, os relativos às novas mídias, internet, telefonia celular, naming rights e toda segunda linha de patrocinadores. Nós estamos convencidos que o G4 pode desempenhar um papel importante no desenvolvimento e promoção destes produtos”, diz o comunicado.

    Ao mesmo tempo, o G4 espera contar com o apoio de contar de outros clubes e os diretores garantem que a formação deste novo grupo não representa uma contestação ao Clube dos 13, com que os quatro clubes já não têm um bom relacionamento.

    Veja abaixo o comunicado enviado pelos clubes do G4

    O G4, grupo formado inicialmente pelos clubes Botafogo, Corinthians, Flamengo e São Paulo, reunido em São Paulo no dia 11 de setembro de 2008, declara o seguinte:

    1. Na reunião tivemos uma produtiva e instigante discussão sobre a indústria do esporte, suas implicações políticas, questões sócio-econômicas e nossos planos para o futuro.

    2. Nos reunimos porque compartilhamos características, crenças e responsabilidades. Cada um de nós é responsável por trabalhar para que nossos respectivos clubes consigam os melhores resultados desportivos, econômicos e sociais. Somos responsáveis por desenvolver ao máximo a indústria do esporte, de forma transparente e democrática, contribuindo para o crescimento do país, gerando emprego e renda. Nosso sucesso fortalecerá o futebol brasileiro e cada um de nós é responsável por assegurar que o esporte seja um vetor de prosperidade e uma ferramenta para o desenvolvimento integral da pessoa humana.

    3. Para assegurar os melhores resultados técnicos, econômicos e sociais de nossa atividade, não mediremos esforços para manter um diálogo permanente e pretendemos tomar em conjunto decisões relativas à comercialização de nossas propriedades, como, por exemplo, os direitos de marketing, publicidade, captação, exibição e transmissão de nossos jogos.

    4. Assumimos o compromisso de colaborar com a CBF para o desenvolvimento do futebol brasileiro. Estamos seguros que nossas atividades não são incompatíveis com a sua organização. Temos certeza que juntos poderemos contribuir para trabalhar questões importantes como o calendário, o regime tributário dos clubes, a proteção ao atleta em formação e ao clube formador, o êxodo de nossos atletas para o exterior, entre outros.

    5. Pretendemos intensificar nossa cooperação entre os próprios membros do G4 e com todas as entidades e instituições, públicas e privadas, para discutir e resolver os nossos problemas.

    6. Concentraremos esforços em negociações e estudos de mercado capazes de potencializar produtos ainda pouco explorados como, por exemplo, os relativos às novas mídias, internet, telefonia celular, naming rights e toda segunda linha de patrocinadores. Nós estamos convencidos que o G4 pode desempenhar um papel importante no desenvolvimento e promoção destes produtos.

    7. Acreditamos que a cooperação com outros clubes seja fundamental para alcançarmos os melhores resultados econômicos. Por isso, buscaremos ampliar o G4 de modo a permitir a participação daqueles clubes que compartilharem conosco as necessidades e as condições de potencializar seus resultados econômicos.

    8. A Copa do Mundo de 2014, anseio da população brasileira, consolidará as aspirações daqueles que fazem do futebol o esporte mor da nação. Estamos plenamente comprometidos em contribuir para seus melhores resultados e buscaremos ampliar nosso relacionamento com o futebol mundial.

    A presente declaração foi aprovada pela unanimidade dos membros do G4, reunidos em São Paulo no dia 11 de setembro de 2008.

    Fonte: http://esporte.uol.com.br/futebol/ultimas/2008/09/11/ult59u170543.jhtm

    PS. Pra variar tem clubinho ai que nao tem CULHAO pra encarar luta nenhuma… mas pra jogar gas e falar que sao os outros…

    *** *****
    SAUDACOES TRICOLORES

  30. RAFAEL

    ANOTEM ESSES NOMES:

    Claury Alves Ferreira, secretário estadual de esportes,
    Bruno Caetano, secretário estadual de comunicação,
    Walter Feldman, secretário municipal de esportes e
    Caio Luiz de Carvalho, presidente da São Paulo Turismo.

    QUEM TEM A CARA DE PAU QUE ELES TIVERAM DE DEFENDER ESSA MARACUTAIA DE MORUMBI NA COPA TEM QUE SER EXPELIDO DA VIDA PÚBLICA!

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