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Blog do Paulinho

Da Folha de São Paulo

JOSÉ ROBERTO TORERO

Meu querido inimigo


Será que, em tempos de globalização e incorporação, não é necessário rivais se unirem para não morrer?


VOCÊ JÁ VIU este filme. Há dois sujeitos que se detestam. Cada um tem o seu charme, mas, por algum motivo, eles se odeiam. Porém surge um terceiro homem, poderoso e malévolo, e os dois primeiros acabam se unindo para destruí-lo.
Os tais dois ex-inimigos podem ser caubóis, espiões, cavaleiros andantes, soldados, jornalistas, golpistas, qualquer coisa. É um enredo que se encaixa em várias histórias. Até no futebol. Há, por exemplo, o caso do Colorado Esporte Clube e do Esporte Clube Pinheiros. Eram times simpáticos e haviam conquistado uns poucos títulos. Mas não tinham força suficiente para ombrear com os gigantes de sua cidade: Coritiba e Atlético. Então se fundiram e deram origem ao Paraná Clube, que, em menos de 20 anos, já ganhou sete Estaduais.
Fico pensando se outros clubes rivais, outros inimigos, também não poderiam dar as mãos para crescer. Há várias cidades que não comportam dois ou três times. Um rouba torcida do outro e nenhum deles consegue se tornar realmente forte.
Rio Preto, por exemplo, tem o próprio Rio Preto e o América. São clubes inimigos, é claro, mas será que, caso juntassem forças, não conseguiriam formar um grande time? Torcedores de ambos os clubes vão me xingar, eu sei, vão dizer que há uma separação histórica, que um não pode conviver com o outro. A esses eu responderia que até Maluf e Lula já se uniram contra um inimigo comum (pensando bem, este foi um exemplo infeliz).
De qualquer forma, Rio Preto é uma cidade com mais de 400 mil habitantes (e sua microrregião chega a quase 800 mil). Bem poderia ter um time poderoso, daqueles que incomodam o Trio de Ferro. Mas não. As duas equipes dividem forças, torcedores e dinheiro. O resultado é que atualmente os dois estão perto do rebaixamento, um na primeira e outro na segunda divisão do Paulista.
Botafogo e Comercial são mais um exemplo. Por que os dois não passam a se chamar Ribeirão Preto (ou Pinguim, em homenagem ao célebre bar da cidade) e juntam suas forças? Por que, em vez de ter dois times na segunda divisão, a cidade não tem um na primeira? É claro que a longa inimizade entre os dois é divertida, mas será que este tempo não passou? Será que, em tempos de globalizações e incorporações, não é necessário se unir para não morrer?
Saindo de SP: será que um Florianópolis Futebol Clube não iria mais longe que Avaí e Figueirense? É claro que a cidade perderia seu grande clássico, mas ganharia um time com capacidade de se manter na primeira divisão do Brasileiro.
E, em Maceió, o Clube de Regatas Brasil e o Clube Sportivo Alagoano, vulgos CRB e CSA, não poderiam unir suas siglas? É claro que o nome ficaria horrível, algo como Clube Sportivo de Regatas Alagoano do Brasil, CSRAB, mas a equipe poderia almejar a um certo domínio regional, duelando com as equipes de Salvador, Fortaleza e Recife.
Enfim, parece-me que cidades brasileiras com menos de 1 milhão de habitantes não têm capacidade para sediar dois times fortes. Mas será que vale a pena unir-se ao inimigo? Ou será melhor definhar ao seu lado, apenas pela possibilidade de vê-lo morrer primeiro?

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13 comentários sobre “Da Folha de São Paulo

  1. João Dias

    Toreroooooo … para de tomar anfetamina, garoto!
    É o texto mais non sense que ele escreveu nos ultimos tempos!
    Divertido pacas!
    Mas não dá pra levar à sério!
    Abraços!!!!

    Paulinho: Mas a ideia é boa

  2. Eduardo Luiz

    Paulinho continue comentando sobre futebol, deixe a politica de lado, porque de politica você só da bola fora…Vive persiguindo o Presidente Lula e o PT do mesmo jeito ue persegue a atual diretoria do Corinthians. Ao Inves disso sugiro que faça uma reportagem sobre o futebol feminino que sofre com o descaso da CBF…

    Paulinho: Quem persegue o Lula é o metalurgico “Lula” que deve estar envergonhado do presidente que se tornou

  3. Toel

    Esse texto vai gerar polêmica, mas ele esqueceu de guarani e ponte preta, e respondendo ao comentário do Eduardo, com todo respeito é claro, Política deveria ser discutida até por coletores de lixo, o que não podemos é votar em safado que distribui cestas básicas, dentaduras, caixas d’agua, enfim, se quisermos ter um país livre de corrupção teremos que ter consciência que somente através da política e seus representantes, que nós elegemos para defender nossos interesses, poderão mudar a estrutura administrativa desse país, política cabe em qualquer espaço e é interesse de todos, opiniões foram feitas para serem dadas e cabe a nós concordarmos ou não, mas o importante é discutir sempre, um grande abraço a todos do blog.

    Paulinho: É bem por ai

  4. Alexandre

    Como ele falou: “cidades brasileiras c/ menos de 1 milhão de habitantes”…

    A grande Florianópolis possui mais de 1 milhão de habitantes.

    E outra, ele não tem a mínima idéia da rivalidde entre Avaíbis e Figayrense p/ propor uma coisa dessas.

    Essa rivalidade extrapola o futebol, é política tb. o Avaíbis é da turma do Amin, atual PR, e o Figayrense é da tchurma do PMDB, rivais políticos históricos em SC.

    Fora isso, concordo c/ o texto.

    Paulinho: É um tema a ser debatido

  5. PEDRO PAULO

    Campinas poderia ter um só time, unindo-se POnte e Bugre, mas as seria impossível superar as diferenças e as tradições de cada clube.

    Paulinho; Seria um timaço

  6. JorgeAltieri

    Poderia também unir a Portuguesa Santista , o Jabaquara e o Santos
    Seria um ótima clube.
    Porjabasan Futebol Clube

    Paulinho: Doce ironia…

  7. Alex

    Paulinho,
    discordo completamente, lembra quando Caxias do Sul tinha dois belos times? Se tiver boa administração qualquer das cidades citadas poderia ter dois times na primeira divisão do brasileiro. O que é uma pena Paulinho é que estranhamente o futebol por todo o pais atrai tipos de pessoas como os da política.

    abraço.

    Paulinho: São casos cada vez mais esporádicos

  8. Hudson

    Impossivel, se meu time um dia se incorporar a outro eu trocaria de time.

    Paulinho: Funciona com os pequenos

  9. Tiago Cenossaum

    Poderia juntar também a Portuguesa e o Curintias, o MARGINAL FUTEBOL CLUBE, talvez assim se manteriam na 1ª divisão

    KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

    HUAHUAHUAHAUHAUHAUHAUAAUHAUHAUHAUHAUHAUHAUHA

    Paulinho: Piadista

  10. Roberto

    Comentando o comentário do Toel, concordo que política deve ser discutida em qualquer espaço, só não concordo com a insinuação de distribuição de cestas básicas e por aí afora. O bolsa família é muito bem intencionado, tem por objetivo ajudar quem está abaixo do nível de pobreza e principalmente manter as crianças na escola. O Governo tem que fazer ainda mais programas sociais, aliás, um governo sério serve para isso.
    E sobre o Torero, a idéia é genial e divertida, só para ver as brigas dos mais fanáticos.
    Apesar de ser corinthiano, dei gargalhada com a sugestão do Tiago Cenossaum.
    Um abraço Paulinho.

    Paulinho: O texto do Torero é sempre muito bom

  11. FernandoMiller

    A idéia é interessante e pode ser extendida à crônica esportiva…Já pensou como seria interessante ver um programa ancorado pela dupla Juca Kfoury e Milton Neves ?? Jornalismo de primeira,show garantido e viabilidade comercial eterna…

  12. sergio

    fantastica a opiniao do fernando millor, pena que o paulinho nao teve tempo de responder.acho a ideia do torero fantastica, mas ele foi infeliz ao falar do figueirense, pois e um dos clubes mais organizados do brasil e dificilmente caira para a segunda divisao.abracos

  13. rodrigor

    TEORIA DE ASTRONOMIA DE ENERGETICIDADE E DE VARIAÇÃO POR PROGRESSÃO PELA DESINTEGRAÇÃO DE ENERGIA E AFASTAMENTO.
    TEORIA DE ASTRONOMIA DE ENERGETICIDADE E DE VARIAÇÃO POR PROGRESSÃO PELA DESINTEGRAÇÃO DE ENERGIA E AFASTAMENTO.

    SEXTA TEORIA DE ASTRONOMIA GRACELIANA.

    Autor. ANCELMO LUIZ GRACELI.

    Brasileiro, Professor, pesquisador teórico, graduado em filosofia.

    ancelmoluizgraceli@hotmail.com

    Endereço. Rua Itabira número 5, Rosa da penha, Cariacica, Espírito Santo, Brasil.

    Colaborador. MÁRCIO PITER RANGEL.

    Trabalho registrado na Biblioteca Nacional.

    DO QUASE NADA TUDO PODE SURGIR – EXCETO DEUS. POIS É O ÚNICO ABSOLUTO.

    CÁLCULO DE EXCENTRICIDADE.

    A teoria da energia e radiação fundamenta os gases de Saturno, a origem dos satélites e a progressão de todos os fenômenos e órbitas.

    A teoria por ela mesma consegue responder a origem dos astros, os seus fenômenos, e o seu futuro, porque as órbitas são variáveis, e os maiores planetas possuem o maior número de satélites. Nisto vemos que a energia e as interações físicas produzem radiação e a radiação origina os astros, e juntos produzem todos os outros fenômenos e suas variações.

    Os planetas passam por fases: a de alta temperatura, a de radiação, a de fusão, a de gases, as de variações e a de estabilidade.

    30 PONTOS FUNDAMENTADOS EM QUE SE PODE PROVAR MATEMATICAMENTE PELA TEORIA DA ENERGETICIDADE E RADIAÇÃO, DIÂMETRO +1/2, E PELA PROGRESSÃO DO AFASTAMENTO.

    1 -Origem pela radiação. Vê-se na progressão do afastamento e no número de satélites por densidade e diâmetro do planeta.

    2 – Na relação diâmetro-densidade em relação da progressão das distancia entre os planetas.

    3 – Em relação à desintegração entre os planetas exteriores, vemos que o diâmetro decresce progressivamente.

    4 – Relação órbita posicional e desintegração. As órbitas aumentam em distancia conforme o seu diâmetro-densidade, e isso são constatados nos planetas exteriores e nos satélites.

    5 – afastamento progressivo e decréscimo com progressão de velocidade de translação.

    6 – Distancia como afastamento progressivo.

    7 – Expansão e órbita fluxonária.

    8 – Translação variável e decrescente por perca de energia, impulso e desintegração.

    9 – Rotação por densidade-diâmetro e distanciamento.

    10 – Número de satélites por radiação e densidade-diâmetro.

    11- Origem de satélites por radiação.

    12 – Circularidade por densidade-diâmetro e progressão.

    13 – Excentricidade.

    14 – Inclinação de órbitas.

    15 – Aumento de velocidade de translação pelo periélio e radiação.

    16 – Cálculo de velocidade de translação por energia e radiação.

    17 – Órbitas progressivas.

    18 – Progressão de decréscimo de desintegração nos planetas exteriores.

    19 – Tamanho de planetas exteriores pela progressão de afastamento.

    20 – Tamanho de satélites.

    21 – Inclinação axial dos planetas.

    22 – Variações de órbitas posição, tamanho, forma e dinâmica.

    23 – Órbitas fluxonária.

    24 – atmosfera.

    25 – atividades tectônicas, correntes marinhas, e marés.

    26 – evolução de elementos químicos.

    27- fusões, fissões, decaimentos, número atômico, abundancia de elementos químicos.

    28 – saltos de elétrons e salto quântico.

    29 – energia de ligação e pulso quântico.

    30 – dilatação, pressão de gases, acréscimo de dinâmica de partículas, spin, e outros.

    CIRCULARIDADE E EXCENTRICIDADE.

    Os planetas, satélites e cometas tendem a produzir círculos imperfeitos conforme o seu afastamento e densidade-diâmetro.

    Os movimentos dos planetas são por natureza e por essência circular e quanto maior o planeta maior será sua circularidade e quanto menor o astro maior será sua excentricidade. Ou seja, a natureza da dinâmica é circular e não retilínea.

    A excentricidade depende da energia e da uniformidade da distribuição da radiação na atmosfera, por isto que planetas como Mercúrio possui grande excentricidade, pois a distribuição de radiação é uniforme em toda superfície.

    Índice 0.14 / [por densidade+diâmetro/2]+ (expansão x 0.002)= excentricidade.

    Mercúrio – 0.14 / 0.67 + (1 x 0.002) =0.210 de excentricidade.

    Vênus 0.14 / 0.96 +[ 2*0,002] = 0.14

    Terra 0.14 / 1 + [ 3*0,002] = 0.14

    Marte 0.14 / 0.7 + [ 4*0,002] = 0.1

    Júpiter 0.14 / 5.7 + [ 5 *0.002] = 0.024

    Saturno 0.14 / 4.6 + [6 *0.002] = 0.035

    Urano 0.14/ 2 + [7 *0.002] = 0.07

    Netuno 0.14 / 1.9 + [8 *0.002] = 0.0.7

    Plutão 0.14 / 0.6 + [9 x 0.002 = 0.018] = 0.251

    A órbita é produto da energia e radiação que começou na origem, pois depende da quantidade de energia que recebeu do primário para desenvolver toda dinâmica e fenômenos.

    Os elementos fundamentais na produção da dinâmica são a ações da energia, da radiação e um impulso inicial recebido do primário da sua radiação.

    Todos os astros, inclusive os satélites são livres e eles produzem a dinâmica no espaço.

    Pois, o Sol também possui rotação.

    Os satélites de Plutão possuem dinâmica mínima, próximos dos valores da Lua.

    ORIGEM, AFASTAMENTO E ÓRBITA POR AFASTAMENTO E POR IMPULSO DE RADIAÇÃO.

    A órbita e a velocidade. Tem a ver com o tempo de origem + densidade e diâmetro.

    A prova da origem pelo material da radiação e o afastamento pela energia e pelo impulso da radiação é que os astros se posicionam a uma distancia de progressão de um em relação ao outro.

    A prova da órbita distancial se vê pela progressão tanto da distancia quanto na velocidade de translação, como também na progressão do diâmetro dos planetas exteriores.

    Assim concluímos uma só teoria para responder a origem, a distancia, o afastamento, as progressões, toda dinâmica, o número de satélites e demais fenômenos.

    PROGRESSÃO DE DESINTEGRAÇÃO DOS PLANETAS EXTERIORES.

    Todos os planetas possuem um desgaste pela material lançado no espaço, ou seja, eles se desintegram, e isto se constata em relação à progressão do seu diâmetro e de sua densidade.

    Júpiter 5.7 / 2 = 2.85

    Saturno 4.6 /2 = 2.3

    Urano 2 / 2 = 1

    Netuno 1.9 / 2 = 1

    Plutão 0.6 / 2 = 0.3

    Dos valores de um planeta acha-se a progressão, e os valores do outro.

    PROGRESSÕES DAS DISTANCIA EM RELAÇÃO À TERRA COM VALOR UM.

    Vê-se que o afastamento que produz a distancia também segue uma progressão.

    CÁLCULO DA PROGRESSÃO DA DISTANCIA.

    De Plutão a Netuno 40 / 1.4 = 28,5

    Net. a urano 28.5 / 1.4 = 20.5

    Urano a Saturno 20.5 /1.4 = 14.5

    Saturno a Júpiter 14.5 /1.4 = 10.4

    Júpiter a Marte 10.4/ 1.4 = 7.4

    De Júpiter a Marte 7.4/ 1.4 = 5.3

    De Marte a Terra 1.7/ 1.4 = 1

    Da Terra a Vênus 1 / 1.4 = 0.7

    De Vênus a Mercúrio 0.7/ 1.4 = 0.4

    A progressão entre Júpiter e Marte tem uma variação por ter Júpiter muito maior diâmetro, onde se tem mais energia o que o possibilitou de produzir um maior afastamento.

    Pela diferença de diâmetro entre Júpiter e Marte, vemos que Júpiter teve mais energia para romper a progressão e se afastar mais rápido, por isto que a progressão se repete duas vezes entre eles.

    E confirma-se pela experiência que Plutão possui cem vezes o distancia em relação ao Sol, do que Mercúrio.

    CÁLCULO DE PROGRESSÕES DE TRANSLAÇÃO.

    Mercúrio a Vênus 48 / 1.3 = 36 Vênus.

    36 / 1.3 = 28 Terra

    28 / 1.3 = 22 Marte

    22 / 1.3 = 17 Júpiter

    17 / 1.3 = 13 Saturno

    13 / 1.3 = 8 Urano

    8 / 1.3 = 6 Netuno

    6 / 1.3 = 5 Plutão

    Considerando que 1,3 é um resultado de radiação produzido pela energia do Sol.

    Júpiter e Saturno possuem a maior quantidade de densidade e diâmetro e por isso que existe uma diferença de progressão das distancias deles entre seus vizinhos.

    Com isso concluímos:

    1. Que os planetas se originam do Sol, e os satélites dos planetas.

    2. Os astros se afastam do Sol conforme a sua energia.

    3. Que suas distancias orbitais são mantidas pelo seu afastamento.

    4. Que sua translação se origina pela energia e radiação que os originou.

    5. Que a translação diminui com o tempo e a desintegração.

    6. Que a rotação, circularidade e inclinação são produzidas por interações físicas e energia.

    7. Que a intensidade de suas interações física e produção de energia é determinada pela densidade + diâmetro /2, ou diâmetro +1 /2.

    8. Que o universo produz a dinâmica, que é variável com o tempo, e se encontra numa eterna construção.

    PROGRESSÃO DE VELOCIDADE DE TRANSLAÇÃO.

    48 /1.33 = 36 de Mercúrio a Vênus

    36/ 1.33 = 28 Terra

    28 / 1.33 = 21 Marte

    21 / 1.33 = 16 Júpiter

    16 / 1.33 = 12 Saturno

    12/ 1.33 = 9 Urano

    9 / 1.33 = 7 Netuno

    7 / 1.33 = 5 Plutão.

    A LUA

    A Lua possui a velocidade de translação 1.03 km/s por possuir um planeta de origem muito pequeno.

    A rotação da Lua é de 354 horas em relação à Terra, ou seja, obedece também o astro de origem. Por ser construído com pouco material e conseqüentemente ter pouca energia se processando.

    CÁLCULO DA EXCENTRICIDADE DOS COMETAS.

    Os cometas foram originados pelo Sol, por isso que possuem uma excentricidade e inclinação tão alta. E aumenta à proporção que aumenta o seu afastamento, ou período em anos.

    A excentricidade, inclinação e rotação dos cometas obedecem ao seu período em anos, ou seja, quanto mais distante, maior e a excentricidade, inclinação e menor a rotação e translação dos cometas.

    0.138 / [densidade + diâmetro 2] + 0.002 x período em anos = excentricidade).

    Oterma [ 0.138/ 0.4 ]+[ 0.02 x 19.4 ]= 0.7

    Crommelin [0.138 / 0.4 ]+[ 0.02 x 27.4] = 0.888

    Giacobini-ziner [0.138 / 0.4 ]+ [0.02 x 6.59 ]= 0.47

    Halley [ 0.138/ 0.4 ]+[ 0.02 x 76.0] = 1.8

    Wyple [ 0.138 / 0.4 ]+[ 0.02 x 8.49] = 0.5

    Eneme [ 0.138/ 0.4 ]+ [0.02 x 3.29] = 0.4

    Borelly [ 0.138 / 0.4 ]+ [0.02 x 6.86] = 0.5

    Tempel 2 [0.138 / 0.4 ]+ [0.02 x 5.29] = 0.5

    Tempel 1 [ 0.138 / 0.4 ]+ [0.02 x 5.50] = 0.52

    D’arresi [0.138 / o.4 ]+ [0.02 x 6.39 ]= 0.6

    0.133 é um valor encontra para radiação pela produção de energia nos planetas. E aqui o resultado se confirma com a realidade.

    Toda teoria da energeticidade e radiação se confirma também nos cometas, pois Halley e Crommelin são os com períodos maiores em anos e com as maiores excentricidade e inclinação orbital.

    Com o período longo, a excentricidade também e maior.

    A origem dos cometas ocorreu a partir do Sol por isso que é mantida uma excentricidade tão alta e proporcional ao período.

    A inclinação também obedece ao período, pois se multiplicarmos dois x numero de período de anos, será encontrado a inclinação da maioria dos cometas.

    INCLINAÇÃO DA ÓRBITA DOS COMETAS.

    Multiplica por dois o período em anos do cometa, que será encontrado a inclinação.

    Exemplo.

    Halley = 76 anos de período * 2 = inclinação =152 graus.

    O mesmo segue para todos os outros cometas, e isto é mais uma prova da teoria da energeticidade e radiação, e a irregularidade pelo envelhecimento, ou pode ser também pelo afastamento.

    Tempel 1 – 5 anos * 2 = inclinação 10 graus.

    Tempel 2 – 6 anos * 2 = inclinação 12 graus.

    Crommelin – 27 anos * 2 = inclinação de 54 graus.

    Para nem todos é exato, mas se aproxima da realidade e da progressão, onde os mais distantes são os mais irregulares.

    Que se confirma com Halley e crommelim.

    COMPROVAÇÃO DO FLUXO E DO AFASTAMENTO ATRAVÉS DE HALLEY.

    Comprova-se a teoria das interações, energia, afastamento e radiação através das irregularidades nos períodos do cometa Halley.

    O período de Halley aumenta e diminui a cada 500 anos em que já foi de 74 anos a 78 anos aumentando e diminuindo fluxonariamente. Porém em outros cometas e astros essa variação ocorre em diferenças de segundos de um período para outro, que parece ser pouco, porém é o que determina a órbita e a posição dos astros no espaço.

    O afastamento e a diminuição de energia aumentam a excentricidade e a inclinação, e diminui a circularidade e a translação.

    A flexibilidade da expansão ocorre principalmente porque o periélio aumenta diminuindo no afélio e depois o periélio volta a aumentar diminuindo no afélio, aonde se tem um fluxo, assim a translação, a distancia, os períodos e demais fenômenos produzem um fluxo crescente e decrescente.

    Halley manteve esta flexibilidade constatada nas últimas 20 aparições.

    A flexibilidade do período se dá em razão do aumento da excentricidade pelo comando do astro com menos energia.

    O afastamento nos cometas é mais acentuado no afélio do que no periélio, por serem astros miúdos em relação aos planetas, por isso que suas excentricidades são tão acentuadas, pois possui menos energia e passa a ter uma órbita menos perfeita.

    A IDADE DOS COMETAS

    Pode-se calcular a idade de um cometa através do seu período e do seu periélio, ou seja, Halley tem a tendência de se tornar um cometa de período longo e periélio maior. Logo, Halley é um cometa velho e com pouca energia para produzir a dinâmica.

    Vê-se que a translação depende da energia, da radiação, da densidade, diâmetro, e temperatura externa recebida pelo astro de origem.

    Provas contundentes da origem dos astros por matéria de radiação e de suas órbitas por impulso de radiação.

    1- a – Alto índice de radiação do Sol.

    1. b – Anéis de Saturno

    2. Flexibilidade e afastamento de Halley

    3. Inclinação de menos de 45º para planetas, cometas e satélites. Provando que não estão espalhados aleatoriamente no espaço.

    4. Aumento de expansão e inclinação com a expansão.

    5. Progressão com a distância e translação.

    6. Diminuição da rotação e translação com a distância e gasto de energia, tornando o planeta com menos comando.

    7. Satélites que povoam progressivamente o planeta que o produziu.

    8. Numero de satélites pela energia, radiação, densidade, diâmetro e afastamento.

    9. Movimento de translação de circularidade de satélites em relação ao Sol.

    10. Elementos químicos mais pesados e em maior abundancia no centro do astro.

    11. Satélites menores proporcionalmente aos astros de origem.

    12. As camadas da estrutura interna da Terra.

    13. A abundancia dos elementos químicos, os mais pesados são menos abundantes.

    14. Os vulcões são prova de radiação da Terra e de que todos os astros possuem radiação própria.

    15. A radiação do Sol com altas tochas de fogo expelidas no espaço, onde matérias são também expelidas.

    16. A existência de meteoros e cometas vagando no espaço, uns aumentando as suas órbitas e outros diminuindo as suas órbitas, e que são materiais expelidos por radiação no espaço, onde passam a produzir órbitas.

    17 – a desintegração dos planetas, satélites e cometas.

    18 – atmosfera e correntes marinhas.

    19 – com a rotação e o afastamento prova-se que o movimento é próprio do astro, e não depende de outro, ou ação de força para se movimentar no espaço.

    20- Acréscimo de dinâmica aleatória nos gases quando sob pressão ou acréscimo de temperatura.

    21- logo, o movimento é próprio e é produzido pela energia do astro.

    TRÊS COMPONENTES DA ORIGEM, ÓRBITA E DINÂMICA DOS ASTROS.

    O de origem (pela energia do astro que o produziu).

    O de impulso inicial na origem e progressão de afastamento.

    O de energia interna (interações físicas), que é representado pela densidade e diâmetro.

    CÁLCULO DE ROTAÇÃO DOS PLANETAS.

    Rotação dos planetas em relação à densidade + diâmetro / 2, em relação ao numero de giro da Terra. Considerando o afastamento progressivo dividido por dez.

    Progressão /10 *2+[ Densidade-diâmetro / 2] / pelo índice 2.3

    M = 0,9*2+ [0.685] /2.3 = 1 Mercúrio

    V = 0,8*2+ 0.915 /2.3 = 1 Vênus

    T = 0,7*2+ 1.0 / 2.3 = 1 Terra

    M = 0,6*2+ 0.625 / 2.3 = 0.78 Marte

    J = 0,5*2+ 5.72 / 2.3 = 2.52. Júpiter

    S = 0,4*2+ 4.815 / 2.3 = 2.1 Saturno

    U = 0,3*2+ 1.915 / 2.3 = 0.84 Urano

    N = 0,2*2+ 1.9 / 2.3 = 0.82 Netuno.

    P= 0,1*2+ 0.6 / 2.3 = 0.26 Plutão

    OBSERVAÇÃO. Se houver alguma dúvida quanto à densidade é só usar o índice [um] no lugar da densidade, ficando diâmetro +1 /2.

    A referência é a Terra que é o valor de giro, ou 24 Horas.

    Através desses cálculos temos as maiores aproximações de rotação, excentricidade e inclinação.

    Nos planetas exteriores se vê que a rotação tende a decrescer, como decresce o diâmetro do astro, ou seja, também a sua energia e a quantidade de radiação. Logo, a rotação não está relacionada com o achatamento, mas sim com a produção de radiação e energia do próprio astro.

    CÁLCULO DE EXCENTRICIDADE DA ELIPSE DOS PLANETAS.

    Índice 0.148 dividido pela densidade + diâmetro /2.

    O índice 0.148 é encontrado através da radiação do Sol.

    Índice dividido pela densidade + diâmetro /2 = excentricidade da elipse.

    Mercúrio 0.148 / 0.685 = 0.216. = excentricidade.

    Vênus 0.148 / 0.915 = 0.16.

    Terra 0.148/ 1.0 = 0.148

    Marte 0.148 / 0.625 = 0.236.

    Júpiter 0.148 / 5.72 = 0.026

    Saturno 0.148 / 4.815 = 0.0308

    Urano 0.148/ 1.915 = 0.082

    Netuno 0.148 / 1.9 = 0.077

    Plutão 0.148/ 0.6 = 0.247

    Quanto menor e mais distantes do primário, consequentemente com menos energia, maior será a excentricidade e inclinação, ou seja, a energia decresce, diminuindo o comando e quantidade de fenômenos, como, dinâmica, atmosfera, atividades tectônicas, radiação e desintegração.

    CÁLCULO DE INCLINAÇÃO ORBITAL ATRAVÉS DA MÉDIA DE DENSIDADE E DIÂMETRO.

    Índice 9 + progressão /10 / [do diâmetro +densidade/2].

    M 9.1/ 0.685 = 13

    V 9.2/ 0.915 = 10

    T 9.3 / 1 = 9.3

    M 9.4 / 0.625 = 15

    J 9.5 / 5.72 = 1.6

    S 9 .6/ 4.815 = 2

    U 9 .7/ 1.915 = 5

    N 9 .8/ 1.90 = 5.1

    P 9 .9/ 0.6 = 16.5

    CÁLCULO DE INCLINAÇÃO DA ROTAÇÃO. CÁLCULO APROXIMADO.

    1*5 / 0.685 = 7.4 MERCÚRIO

    2*5 / 0.915 = 10.9 VÊNUS

    3*5 / 1 = 15 TERRA

    4*5 / 0.625 = 30 MARTE

    5*5 / 5.72 = 3.7 JÚPITER.

    6*5 / 4.815 = 6.2 SATURNO

    7*5 / 1.915 = 18.4 URANO

    8*5 / 1.9 = 21 SATURNO

    9*5 / 0.6 = 75 PLUTÃO

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