Coluna do Fiori







 

 


FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.


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ARBITRAGEM –  PAN  E  REFLEXÃO 


 


ARBITRAGENS


 


Na disputa entre Corinthians vs Fluminense, o árbitro Leonardo Guaciba (RS), mostrou seu péssimo preparo físico, cometendo também erros grassos ao que entendo ou passa por mau momento ou esta descontente com algo.


Já em Recife,  onde jogaram Santa Cruz e Portuguesa, a nossa querida lusa do Canindé, teve de engolir o péssimo arbitro Mário Sérgio da Silva Bancion, que teve atuação totalmente caseira, demonstrando ser infiel às leis do jogo.


Pelo andar da carruagem, teremos péssimas arbitragens no decorrer deste Campeonato Nacional, portanto ainda é tempo de se chamar aos árbitros e lhes dizer claramente: Os senhores são representantes das Leis do Jogo, devem de estar normalmente preparados, tanto física como psicologicamente, além de se desvincularem com quaisquer ligações com dirigentes esportivos, políticos ou membros outras entidades e mesmo que tenham o objetivo de agradar para serem lembrados, esqueçam estas e outras situações que depõem na credibilidade do futebol.


 


 


No Sul-americano, entre Brasil e Uruguai,  o árbitro foi conivente com o arqueiro Doni, da seleção canarinho quando das cobranças dos pênaltis, especialmente quando este defendeu o pênalti cobrado por Lugano.  Para este colunista, o árbitro deu uma demonstração de sua cara de pau e de sua subserviência aos interesses comerciais e outros que pululam nos bastidores futebolísticos.


 


 


ANAF


 


Brevemente teremos marcação da data em que se realizarão eleições para escolha da nova diretoria da principal entidade dos árbitros deste BRASIL-BRASILEIRO.


Salvo engano, o colégio eleitoral dos árbitros de São Paulo, compõe o maior número de votantes  e minha  esperança será totalmente voltada para a independência destes, esperando que não aceitem imposições vindas de onde vierem, tenho convicção de que os votantes devam fazer parte dos sonhos por mim defendidos quando militava nesta função e encontrei barreiras fortes dentre as quais os interesses  individuais dos militantes no sentido de fazer de tudo um pouco para atingiram objetivos estabelecidos, num claro demonstrar de desprezo para com a ética, a moral e a decência.

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