Neymar é um idiota incurável

Após fracassar, mais uma vez, em uma Copa do Mundo, deixar o Santos de lado para disputar — e perder — um campeonato de pôquer e exigir privilégio no recebimento de salários enquanto os demais jogadores — e os funcionários mais humildes — amargam o calote, Neymar voltou a disputar uma partida de futebol.
Fez dois gols sobre a lanterna do Brasileirão, um deles em cobrança de pênalti inexistente.
Se tivesse ficado na dele, teria as sempre generosas manchetes da mídia a seu favor.
Neymar, porém, não consegue deixar de ser idiota.
Parece patológico.
Ao comemorar os gols, achou importante simular uma partida de pôquer e outra de golfe.
Não percebeu que, em vez de tirar sarro da mídia — que sabia que o adversário era o pior time do campeonato e que, ainda assim, conseguiu empatar com o Santos do menino estúpido —, acabava zombando do próprio torcedor santista.
Dos que ainda raciocinam, é claro.
No que realmente importa, além de desperdiçar dois pontos em casa contra um adversário direto na luta para escapar do rebaixamento, Neymar garantiu outra rodada de pôquer ao receber, por reclamação — ou seja, de forma absolutamente evitável —, o cartão amarelo que o suspendeu da próxima partida.
Se a suspensão foi forçada para viabilizar sua participação no torneio de pôquer, somente uma confissão poderia comprová-lo.
Neymar é um idiota incurável.
Mas não ficam muito atrás aqueles que o contratam e, pior, os que ainda insistem em defendê-lo.

