Yuri Alberto é o retrato de como a burrice atrapalha a carreira de um jogador

Ontem, em meio a um clássico difícil contra o São Paulo, o atacante Yuri Alberto, que fala de religião em todas as suas entrevistas, deu uma entrada criminosa em um companheiro de profissão e foi corretamente expulso.

Prejudicou o time e poderia ter encerrado a carreira de sua vítima.

Não contente, ao sair do gramado, incitou a violência ao chutar o mastro da bandeira do São Paulo e, diante da torcida adversária, pisoteá-la, em profundo desrespeito.

O caso de Yuri nem é de cafajestice, porque todos que o conhecem dizem se tratar de uma pessoa de bom caráter, mas de evidente burrice, também atestada por muitos — alguns até bem próximos a ele.

Limitação que, vez por outra, o faz repetir gestos destemperados e de pouca inteligência.

Fator limitador de sua carreira.

Yuri, dentro de campo, é melhor do que alguns atacantes que frequentemente são convocados à Seleção Brasileira, mas quase sempre é preterido nas listas.

Todos são bem informados neste meio.

O atacante alvinegro é querido pela torcida porque, mesmo em má fase, contribui para o time com sua inquestionável força de vontade.

É uma pena, porém, que esse esforço não se estenda à qualificação intelectual.

Ainda há tempo de reverter o quadro.

Ou, ao menos, amenizá-lo.

Talvez intercalar a leitura da Bíblia com outras obras seja o primeiro passo rumo a um futuro melhor.

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