Coluna do Fiori

“A verdadeira força da arbitragem nasce do encontro entre a experiência de quem já viveu o jogo e a energia de quem está começando”
Frase motivacional mencionada em cursos de arbitragem
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Senhores árbitros! Este será o décimo encontro organizado pela Rita, seu irmão Marcelo e respeitados integrantes que estão colaborando com o evento, bem como aqueles que o fizeram nos anos anteriores.

“Espero que façamos um esforço para apoiar a dedicação dos integrantes da comissão e nos façamos presentes, garantindo que as próximas edições deste maravilhoso encontro se realizem.”
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30ª Rodada da Série A do Brasileirão 2026 – Sábado 10/10
Vasco 0 x 0 Remo
Árbitro: Paulo Cesar Zanovelli da Silva (FIFA-PRO-MG)
VAR
Thiago Duarte Peixoto (AB/SP)
Item Técnico
O desempenho do árbitro e assistentes não interferiu no resultado da refrega
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 2 para integrantes do time Cruzmaltino – 02 para integrantes do Leão Azul
São Paulo 2 x 1 Vitória – Árbitro: Bráulio da Silva Machado (PRO-SC)
VAR
Wagner Reway (FIFA-PRO-SC)
Item Técnico
Trabalho coeso do principal representante das leis do jogo, idem dos seus assistentes
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 5 para Tricolores do Morumbi – 3 componentes do Leão da Barra
Domingo 12/10 – Atlético-MG 2 x 1 Santos
Árbitro: Alex Gomes Stefano (AB-PRO-RJ)
VAR
Rodrigo D Alonso Ferreira (FIFA-PRO-SC)
Item Técnico:
Atuação do árbitro e de seus assistentes transcursou sem prejuízo a nenhum dos litigantes
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 3 para defensores do Galo – 5 para Integrantes do Peixe
Palmeira 4 x 1 Corinthians
Árbitro: Anderson Daronco (FIFA-RS)
VAR
Rodolpho Toski Marques (FIFA-PR)
Item Técnico
Aos trinta e três minutos do segundo tempo, Anderson Daronco, sem pestanejar, acertou ao sinalizar a penalidade máxima sofrida pelo palmeirense Paulinho
Falta Penal
Batida por Paulinho, defendida pelo goleiro corintiano
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: Três para Alviverdes – Quatro para Alvinegros
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Politica
Lula ladrão
O melhor presidente que o Brasil já teve roubou coisas importantes da “elite” de direita, a começar pelas prerrogativas de classe

Nas manifestações na Avenida Paulista, no domingo 11, ouvi alguém gritar: “Lula ladrão!” A maré de gente de camisa vermelha que lotou a rua me encheu de alegria, mas, ainda assim, me pus a pensar: por que os bolsonaristas estão chamando o presidente Lula de ladrão? Essa palavra não se adequaria mais ao velho (hoje presidiário) Jair Bolsonaro? Depois, pensei mais um pouco e compreendi a razão dessa turma. Sim, Lula, em seus três mandatos, nos quais se revelou desde o começo o melhor presidente que o Brasil já teve, roubou coisas importantes dessa turma. Menciono algumas, aqui.
Em primeiro lugar, Lula roubou, ou pelo menos danificou, prerrogativas de classe dessa “elite” de direita: “Como assim, nós e nossos filhos, que estudamos em excelentes colégios e moramos nos Jardins, seremos governados por um trabalhador braçal?”
Todos sabem que Luiz Inácio da Silva foi um sindicalista, um trabalhador braçal em São Bernardo do Campo, e virou o melhor presidente que o Brasil já teve, a começar, por seus programas de redistribuição de renda, como o Bolsa Família e o Luz para Todos, que beneficiaram os pobres. Mas não só isso: o Brasil cresceu e enriqueceu durante os governos Lula, tornou-se um país respeitado e próspero e, principalmente, um país menos desigual. O Brasil deixou de integrar o chamado “Mapa da Fome”.
Os filhos dos pobres, cujos pais prosperaram na medida do possível, conseguiram entrar na universidade pelo sistema de cotas a partir de medidas governamentais como o ProUni. “Como assim, o filho do gari estar na mesma universidade que o filho de família rica?” Pois sim, estudam nas mesmas universidades. E, pasmem (não apresento uma estatística, mas a opinião de dois amigos professores universitários): os filhos das famílias pobres, felizes com a perspectiva de conseguir estudar – quando, até pouco tempo atrás, não teriam dinheiro pra pagar universidades –, tornam-se melhores alunos do que os filhos da burguesia. A prerrogativa de superioridade que, para as famílias ricas ou de classe média, parecia um direito exclusivo perante a falta de direitos dos pobres, tornou-se insuportável. De novo, como assim, o filho do trabalhador braçal tornar-se professor? Como assim, alguns deles, empolgados com a oportunidade de estudo e, consequentemente, empregos melhores, terem notas mais altas do que os chamados playboys? Como assim, a partir da PEC das Domésticas, as empregadas – “parte da família”, de acordo com alguns patrões – deixarem seus trabalhos para estudar e conseguir empregos melhores?
Não, presidente Lula, o que você fez com o Brasil é imperdoável. Escutaremos o povo a chamá-lo de “ladrão” por conta do que acrescentou aos do “andar de baixo”, roubando a pretensão de superioridade intelectual da elite – superioridade que só foi possível enquanto a “ralé” não tinha condições de entrar na universidade. Pretensão gravemente ferida a partir do momento em que um ex-sindicalista se tornou (por três mandatos!) o melhor presidente que o País já teve. Vamos ouvir muita gente chamar você de ladrão até que uma nova geração de pessoas pobres ascenda à classe média, até que, eventualmente, um novo Lula desponte entre os possíveis líderes deste país.
Convenhamos, não acha que já “roubou”, não dinheiro, nem empregos, nem casas de praia e viagens a Miami, mas – como diria Nelson Rodrigues – o “complexo de vira-latas” de grande parte do povo brasileiro? Viva o “Lula ladrão”! Eu torço para que, quando seu último mandato terminar, outro “ladrão” de seu calibre (quem sabe Fernando Haddad?) possa levar em frente seu enorme legado.
Maria Rita Kehl: é uma psicanalista, escritora, jornalista, poetisa e crítica literária – matéria publicada na Revista Carta Capital no dia 15/10/2026 às 14h31
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Chega de desavergonhada corrupção praticada por presidentes, governadores, prefeitos, senadores, deputados federais e estaduais, vereadores, membros do judiciário e do ministério público, funcionários públicos de todas as categorias, inclusive militares, policiais fardados e civis estaduais, assim como na CBF, nas federações e clubes do futebol brasileiro.
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Finalizando
“A inclusão social é imprescindível para podermos crescer como sociedade e nação”
Desconhecido
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Se Liga São Paulo
Acorda Brasil
SP 17/10/2026

