Permanência de Léo Derik no Athletico afronta a civilidade

O Athletico Paranaense precisa afastar imediatamente o lateral Léo Derik, 21 anos, condenado, em primeira instância, a 13 anos de prisão por dois estupros contra uma mulher com quem mantinha relacionamento casual.

Trata-se de estabelecer o limite moral diante de uma condenação gravíssima.

Os crimes, segundo a sentença, ocorreram em Curitiba, em 16 de dezembro de 2023 e 4 de fevereiro de 2024.

A decisão da juíza Paula Scheer fixou duas penas de seis anos e seis meses, além de indenização de R$ 20 mil à vítima.

O jogador poderá recorrer em liberdade.

Sua defesa alega que as relações foram consensuais.

O Ministério Público havia pedido a absolvição por entender insuficientes as provas, mas a magistrada avaliou de maneira diferente, considerando consistente o relato da vítima, que diz ter pedido para Léo Derik parar durante os atos e que o jogador utilizou força física para obrigá-la a manter relações sexuais.

A vítima afirmou ainda ter sofrido consequências psicológicas, com crises de ansiedade, e ter trancado a faculdade em decorrência do trauma.

O clube, apesar da gravidade das condenações, informou que não comentaria o caso porque o processo corre em segredo de Justiça e que respeitaria o andamento legal.

O futebol brasileiro já enfrentou discussão semelhante — e com enorme repercussão — quando o Corinthians contratou Cuca, em abril de 2023, à época condenado na Suíça, em 1989, por envolvimento em um caso de violência sexual ocorrido em 1987, quando uma adolescente tinha 13 anos.

Sua contratação provocou protestos de torcedores e torcedoras, forte reação nas redes sociais e pressão interna e externa sobre a direção corintiana.

Cuca permaneceu menos de uma semana no Corinthians.

Depois de apenas duas partidas e em meio à enorme pressão causada pelo caso, deixou o clube.

Se a presença de Cuca no Corinthians tornou-se moralmente insustentável em poucos dias, é difícil encontrar argumento razoável para que o Athletico trate diferente a permanência de um atleta que, neste momento, carrega uma condenação a 13 anos de prisão por dois estupros.

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1 Comentário

  1. A verdade é a seguinte, estamos de saco cheio de cancelamentos e pre julgamentos como o escrito aqui. O Clube nao tem q nada, vcs estao errados, quem tem q alguma coisa é a justiça e ela está em andamento. Ou o porqueira que pede cancelamento vai pagar todos salarios retroativos desse cara se la na frente ele for declarado inocente? vcs vao reestabelecer o vinculo esportivo dele? vao comprar o passe dele? nao vao, entao deixem a porcaria da justiça fazer o seu papel. Ou vcs sao democraticos (coisa q sei q esqerdista nao é), ou voltamos a tempos atras de terra sem lei e justiçamento, q é isso q vcs pedem. Bando de loucos. Na sentença ta la, falta provas, ai uma JUIZA, (e como tem crescido o numero de feministas nestes cargos julgando com o figado), vai e me diz NAO TEM PROVAS, MAS O DEPOIMENTO É CONSISTENTE kkkkk. pqp. Tem um cara mais consistente em mentir q o lula? se fosse assim, ele nunca teria sido condenado. Acorda gente, a moça foi estu.. em 12/2023. tres meses depois ela voltou a sair com ele, e SÓ DESISTIU NO MEIO DA TRANSA? q papo loko é esse? Outra coisa, quando ela decidiu denunciar? pq nao o fez em dez/2023? pq voltou a sair com ele consensualmente e de novo, no meio de um secsso fala q ta sendo estu…. Só mais um caso entre os 543543415 casos suspeitos de ser falsa a acusação. Já passou da hora de exigirem provas das coisas apenas, como deveria ser a lei, ja passou da hora de existir pena automatica reversa caso seja feita uma acusação falsa, ja passou da hora de magistrado q nao segue lei, ser penalizado com perda de cargo, sem aposentadoria.

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