O cheiro de Neymar

Em setembro de 2025, Rodolfo Gomes, do prestigiado canal “Futeboteco”, no YouTube, revelou que um dos problemas que prejudicavam a carreira de Neymar seria o alcoolismo.

O jogador, em nota, negou a condição e prometeu processá-lo — o que nunca ocorreu.

Na mesma época, Casagrande, em sua coluna no UOL, defendeu Neymar:

“Vício é uma doença que só médico especializado pode diagnosticar e não um crime. Disseram que o Neymar está viciado em whisky, com energético e jogo de pôquer. Entendam bem: ‘Disseram’. Quem disse? Foi algum médico? Foi algum psiquiatra? Como pode alguém sair falando que uma outra pessoa é viciada?”

“Se o Neymar estiver mesmo dependente de álcool e jogo, é um problema de saúde mental e ajudá-lo é mais importante do que ficar irritado porque ele não joga no seu time.”

Rodolfo diz ter como provar, e Neymar, aparentemente, não pagou para ver.

Todos sabem o quanto Casagrande é crítico do comportamento de Neymar e, ainda assim, demonstrando profissionalismo e empatia, foi um dos poucos que saíram em seu socorro.

É público e notório, também, que o comentarista trava uma luta — e tem vencido — contra o vício em drogas.

Recentemente, Neymar foi novamente criticado por Casão.

Em resposta, por meio de uma rede social, o jogador de pôquer atacou o comentarista:

“Casagrande a gente espera de tudo né… Respirou ar errado, certeza!”

Evidente ilação com a doença de Casagrande.

Se há algo que não cheira bem é o fétido caráter de Neymar.

Sequer lembrou que poderia estar atingindo importante membro de seu staff, que, antes do sucesso do filho, ganhava a vida participando da desgraça dos viciados da Baixada.

Gigante, Casagrande estendeu a mão a Neymar quando entendeu que uma injustiça o afligia, talvez porque tenha a educação, a empatia e o amor ao próximo — ainda que o próximo seja desprezível — como parte de seu ser.

Recebeu em troca a maldade.

Cada um dá o que tem.

Neymar, que exala má-criação, teve a oportunidade de, com a riqueza, ampliar sua compreensão da vida, mas preferiu manter-se ignorante, cercado por bajuladores e sob o comando de quem ajudou a transformá-lo na triste figura que é.

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