Coluna do Fiori

Árbitro agredido não teve solidariedade do SAFESP, presidido por José de Assis Aragão

Na tarde do sábado 16/05/2026, no minuto final da primeira etapa na contenda Corinthians 0x1 Vasco da Gama, alusiva a 12ª Rodada do Campeonato Brasileiro Sub 20, disputada no campo da fazendinha, sede basal do SC Corinthians Paulista, localizado no Bairro do Parque São Jorge, defensor corintiano Luiz Gustavo Bahia, cometeu falta, e recebeu segundo cartão amarelo.

Revoltado

O defensor corintiano deferi-lhe explicita e fortíssima peitada

Ao

Fim da tarde de ontem (sexta-feira) tentando entrar no Instagram do SAFESP, a última postagem é do mês de outubro do ano 2025;

O site

Não ativo, creio que seja por não terem pago o provedor na internet

Concluindo

Este papo de que o sindicato sempre defendeu os árbitros quando agredidos, principalmente, nas administrações encabeçadas por José de Assis Aradrão, é cascata.

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16ª Rodada da Série A do Brasileirão 2026 – Sábado16/05/2026 – “Como fiquei sem sinal da operadora Claro, assisti aos jogos desta rodada por meio de reprises.”

Fluminense 2 x 1 São Paulo

Árbitro: Wilton Pereira Sampaio (FIFA-GO)

VAR

Rafael Traci (SC)

Item Técnico

No último lance de ataque da equipe carioca, estando na posição de impedimento; Castillo Rodrigo (camisa19) recebeu e tocou a redonda pro fundo da rede.

No ato

Corretamente, Wilton Pereira Sampaio sinalizou a posição de impedimento.

No Todo

Desempenho normal do árbitro e assistentes

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 03 para integrantes do Tricolor das Laranjeiras, dentre estes: Assistente Técnico Carlos Armando Gruezo Quiñonez – 05 para componentes do Tricolor Paulista

Palmeiras 1 x 1 Cruzeiro – “visto por mim, por meio de reprise” 

Árbitro: Savio Pereira Sampaio (DF)

VAR

Pablo Ramon Goncalves Pinheiro (FIFA-RN)

Item Técnico

Por volta do 17º minuto da etapa inicial com placar 0x1, contra-ataque alviverde pelo lado direito,

A

Bola, foi disputada validamente dentro da área da equipe mineira pelo defensor Jonathan, camisa 34, com oponente Flaco Lopes, camisa 42, com o defensor tocando primeiro na bola; estando colado ao palmeirense, ocorreu choque não faltoso.

Estando

Pouco antes da linha divisória da área, com visão do fato, assoprador apontou a marca da cal, sendo contestado por diversos cruzeirenses.

Com total

Certeza, assistente 01: Rafael da Silva Alves (FIFA-RS) a distância, informou que a disputa não foi faltosa e jogo seguiu.

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 02 para defensores da equipe Alviverde – 05 para cruzeirenses

Reporto

Nos anos 2022/2023, sem merecer, Savio Pereira Sampaio integrou o quadro de árbitros FIFA.

Domingo 17/05 – Botafogo-RJ 3 x 1 Corinthians

Árbitro: Felipe Fernandes de Lima (MG)

VAR

Marco Aurelio Augusto Fazekas Ferreira (FIFA-MG)

Item Técnico

1º – No vigésimo terceiro minuto da primeira fase com placar 1×1, quando da descida da bola para dentro da área corintiana, depois da cobrança de falta, na descida da mesma, corintiano Gustavo Henrique levemente, segurou a camisa do Ferraresi, que, por sua vez, se lançou no gramado

Bem

Colocado, no ato, árbitro sinalizou penalidade máxima

Salvo pelo VAR

Acatando sugestão, Felipe Fernandes de Lima foi até o monitor para rever o caso

Em seguida

Voltou ao campo, comunicando que não houve falta penal, e o jogo seguiu.

2º – Acerto do assistente 01: Felipe Fernandes de Lima (MG) ao sinalizar que a bola se encontrava fora do arco de escanteio, depois da cobrança executada pelo corintiano Rodrigo Garro, findada no fundo da rede depois do cabeceio do consorte Yuri.

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 06 para defensores do Clube Estrela Solitária – 01 para defensor do Timão

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Coluna em Vídeo

Por conta de problemas na agenda do Paulinho – que edita o programa – a versão em vídeo da Coluna não será publicada esta semana, retornando o mais brevemente possível.

Desde já pedimos desculpas

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Política

Malandragem de deputados tenta fazer o público de mané

Aproveitando-se da distração geral com o escândalo da vez, a Câmara voltou a legislar em prol dos seus

Na essência, a proteção aos partidos é semelhante à tentativa de blindar parlamentares de ações da Justiça.

Distraído que estava o público com o escândalo da vez, a Câmara dos Deputados voltou a fazer o que mais gosta: legislar em prol dos seus. E, de novo, com o método de sempre.

À sorrelfa, no de repente da urgência conveniente, em votação simbólica os deputados aprovaram uma série de facilidades para os partidos, à qual deram o nome de minirreforma do sistema que rege as legendas. Não bastasse, determinaram que a coisa tenha vigência imediata, atropelando a regra de anterioridade anual.

Suas excelências não querem pouco. Reivindicam teto de R$ 30 mil para multas aplicadas a contabilidades irregulares, dão 15 anos (!) de prazo para renegociação de dívidas, liberam os infratores para participar de eleições e os deixam à vontade para fazer disparos (inclusive os ilegais, via robôs) de mensagens por celulares.

Uma rede de proteção na essência nada diferente daquela tentativa de aprovar uma emenda constitucional que deixaria os parlamentares fora do alcance da Justiça. A PEC da Blindagem foi barrada no Senado por pressão da opinião pública.

Desta vez, se não houver uma grita geral, a estrovenga vai passar pelos senadores cujos partidos se beneficiam dela. O caminho é facilitado por um acordo entre Câmara, Senado, governo e oposição para a derrubada de veto presidencial a dispositivo da Lei de Diretrizes Orçamentárias e, assim, permitir doações de bens e dinheiro durante a campanha eleitoral.

Trata-se de um canavial de malandragens sob a égide da ilegalidade e da desfaçatez de um Poder Legislativo hipertrofiado —e que ainda pretende sair mais fortalecido desta eleição em que as legendas estão especialmente empenhadas em obter o maior número possível de cadeiras no Parlamento.

Com esse tipo de credencial, os congressistas não estimulam a sociedade à participação ativa na composição das Casas legislativas. Ao contrário: alimentam o distanciamento decorrente da repulsa aos procedimentos que servem ao domínio financeiro das direções partidárias viciadas no sustento do Estado.

Dora Kramer: Jornalista e comentarista de política – publicado no UOL do dia 21/05/2026 às 14h30

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“Chega da desavergonhada submissão à corrupção praticada por presidentes, governadores, prefeitos, senadores, deputados federais, estaduais, vereadores, membros do judiciário, Ministério Público, funcionários públicos de todas as escalas, inclusive militares, e nos bastidores do futebol brasileiro”

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Finalizando

“Brasil não tem partido de direita, de esquerda, de nada, tem um bando de salafrários que se reúnem pra roubar juntos”

José Saramago: foi um jornalista, dramaturgo e romancista português

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Se liga São Paulo

Acorda Brasil

SP: 23/05/2026

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